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Reserva de emergência: qual o melhor investimento?

reserva de emergência
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Imprevistos financeiros acontecem na vida de qualquer pessoa. A depender da situação, isso pode comprometer todo o seu orçamento. Logo, para evitar dificuldades nesse momento, é preciso montar uma reserva de emergência e saber qual é o melhor investimento para tanto.

Isso porque a quantia reservada precisa estar disponível de imediato e, preferencialmente, ter um rendimento acima da inflação. Afinal, nunca se sabe quando o imprevisto acontecerá e você não pode correr o risco de o capital guardado perder valor ao longo do tempo.

Quer saber mais sobre o tema? Acompanhe este artigo e veja qual é o melhor investimento para montar uma reserva de emergência.

Boa leitura!

O que é a reserva de emergência?

A reserva de emergência é uma quantia financeira que fica guardada para cobrir eventuais gastos em uma situação inesperada e urgente. Entre os exemplos de imprevistos mais comuns, estão:

  • perda do emprego;
  • doença incapacitante;
  • acidente ou conserto do veículo;
  • falecimento de um familiar;
  • viagens não planejadas;
  • urgências veterinárias do seu pet;
  • reformas emergenciais no seu imóvel;
  • prejuízos com desastres como incêndio e enchentes;
  • entre muitos outros.

Caso se depare com uma dessas situações sem ter uma reserva de emergência bem estruturada, as chances de você encontrar problemas financeiros serão maiores. Ademais, quando uma pessoa se vê diante de uma necessidade, o seu discernimento na tomada de decisões pode ser prejudicado.

Nesses cenários, muitos realizam empréstimos com altas taxas de altos juros, vendem bens por preços abaixo do que valem, atrasam suas obrigações financeiras etc. Ou seja, um simples evento pode fazer a pessoa dilapidar o patrimônio construído ao longo da vida toda.

Se você não quer correr esse risco, é válido considerar montar uma reserva de emergência o quanto antes. Com isso, você terá um conforto financeiro maior para enfrentar com mais tranquilidade mesmo os tempos mais difíceis.

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Como a reserva de emergência deve ser composta?

Sabendo da importância de ter uma reserva de emergência, provavelmente agora você quer saber como ela deve ser composta, correto? Na prática, essa reserva deve conter um capital suficiente para superar qualquer tipo de dificuldade e imprevistos financeiros.

Nesse sentido, o ideal é que ela consiga suportar o seu custo de vida por, no mínimo, 6 meses — principalmente se você tiver um emprego fixo, com registro em carteira de trabalho. Na hipótese de você exercer uma profissão como autônomo ou ser empresário, pode preferir montantes maiores, como o equivalente a 12 meses de conta.

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Isso acontece devido aos benefícios sociais disponíveis ao trabalhador registrado, que costuma não se aplicar aos autônomos e empresários. Por exemplo, o seguro-desemprego, aviso prévio, multa da rescisão, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), entre outros.

Em ambos os casos, nem sempre é possível acumular o montante da reserva rapidamente. Logo, tente se programar de modo a reservar uma parte dos seus ganhos com essa finalidade. Tenha em mente que, quanto mais cedo você começar, mais rápido estará protegido contra os imprevistos.

Quais as características do investimento dessa reserva?

Além de pensar no montante de capital que deve compor uma reserva de emergência, é necessário entender como ele deve ser alocado. Tenha em mente que o valor deve estar seguro e disponível no momento que você precisar.

Para ter esse dinheiro guardado e, ao mesmo tempo, disponível, você deve priorizar dois pilares: segurança e liquidez. Então, inicialmente, será preciso buscar uma alternativa de baixo risco entre os investimentos disponíveis no mercado financeiro.

Nesse caso, é comum considerar as aplicações de renda fixa. Afinal, elas possuem regras de rentabilidade conhecidas previamente, além de um maior nível de proteção. O passo seguinte será procurar por investimentos que tenham liquidez diária.

No mundo das finanças, a liquidez representa a rapidez em que se pode transformar um investimento em dinheiro disponível. Portanto, quanto menor a liquidez, mais difícil será resgatar o montante. Já uma alta liquidez indica que o investidor conseguirá levantar o capital rapidamente.

Quando se fala em liquidez diária, isso significa que é possível resgatar no mesmo dia ou no dia seguinte ao da solicitação do resgate. No caso da reserva, é essencial que você consiga retirar o dinheiro sempre que precisar e o mais rápido possível, já que imprevistos costumam não esperar.

Por fim, vale destacar que ao priorizar segurança e liquidez, a rentabilidade deixa de ser o foco. Assim, o objetivo de uma reserva de emergência não é lucrar, mas proteger o seu patrimônio visando a maior proteção financeira em momentos de necessidade.

Quais as alternativas de investimento para a reserva de emergência?

Agora que você já sabe as características dos investimentos mais relevantes para a reserva de emergência, falta aprender quais são as alternativas mais apropriadas para esse objetivo.

Ao considerar segurança e liquidez é possível que você tenha pensado na poupança, não é mesmo? E, de fato, ela conta com segurança e pode ser levantada a qualquer momento. Contudo, ela pode fazer com que você perca dinheiro ao longo do tempo.


Embora o foco da reserva de emergência não seja a rentabilidade, é esperado que o investimento realizado ajude a manter o seu poder aquisitivo. A poupança conta com duas formas de retorno atreladas à Selic (a taxa básica de juros). São elas:

  • taxa referencial (TR) mais 70% da variação da Selic, se ela estiver igual ou abaixo de 8,5% ao ano;
  • taxa referencial (TR) mais 0,5% ao ano, se a Selic estiver acima de 8,5% ao ano.

Além disso, os valores são creditados apenas na data de aniversário do depósito, de maneira mensal. Logo, um resgate antes de fechar o ciclo de 30 dias impedirá que você receba a rentabilidade do período.

Ainda, por conta das regras de rentabilidade, os rendimentos da poupança ficam abaixo da inflação em diversas oportunidades. Isso faz com que o valor alocado perca poder de compra ao longo do tempo, o que pode prejudicar as finanças.

A boa notícia é que existem diversas alternativas no mercado financeiro que podem trazer segurança e liquidez, sem precisar recorrer à poupança. Ficou interessado?

Confira a seguir as opções mais utilizadas em uma reserva de emergência!

Tesouro Selic

Um dos principais investimentos para quem busca segurança e liquidez diária é o Tesouro Selic. Trata-se de um título público do Tesouro Nacional negociado na plataforma do Tesouro Direto. Ao adquiri-lo, você empresta dinheiro ao Governo Federal em troca de uma rentabilidade predefinida.

Essa é uma aplicação pós-fixada, com um rendimento de 100% da Selic. Tanto a sua liquidez quanto a rentabilidade são diárias, então você pode fazer o resgate a qualquer momento. Assim, esse investimento consegue entregar um rendimento acima da poupança.

Em relação à segurança, os títulos do Tesouro Direto são considerados os investimentos mais seguros do mercado. O motivo disso é o fato de eles terem o Governo Federal como devedor, o qual dificilmente se tornaria inadimplente, já que isso prejudicaria toda a economia do país.

Inclusive, os títulos são cobertos integralmente pelo Tesouro Nacional, trazendo mais garantias para o investidor. Também é preciso ter atenção à tributação. Esses títulos são tributados pelo Imposto de Renda (IR).

Na prática, a cobrança incide apenas sobre os rendimentos e varia conforme uma tabela regressiva. Nesse caso, a alíquota aplicada inicia em 22,5% para investimentos de até 180 dias, chegando a 15% nas aplicações com prazo superior a 720 dias.

CDB de liquidez diária

Entre os títulos privados, o certificado de depósito bancário (CDB) também pode ser uma escolha eficiente para uma reserva de emergência. Porém, é preciso entender como ele funciona visando tomar decisões mais adequadas.

Primeiro, saiba que os CDBs que podem ser:

  • prefixados — quando é fixada uma taxa que valerá ao longo de todo o investimento;
  • pós-fixados — são títulos atrelados a um indicador financeiro, como Certificado de Depósito Interbancário (CDI), uma taxa próxima à Selic;
  • híbridos — com retorno fixo mais a variação de um indicador, a exemplo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país.

Seguindo a mesma lógica dos títulos do Tesouro, a tributação do CDB observa a tabela regressiva do IR. Por outro lado, é preciso ter atenção porque nem todos os títulos privados contam com liquidez diária.

Cada CDB tem um prazo de vencimento específico e, dependendo do título, o resgate só poderá acontecer na data estipulada. Então, antes de investir, lembre-se de conferir suas regras para não prejudicar o resgate do seu dinheiro.

Outro ponto importante sobre os CDBs é a segurança. Eles contam com a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) — a mesma encontrada na poupança. Essa proteção é de R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira, com um limite de R$ 1 milhão, renovável a cada 4 anos.

Fundos de renda fixa

Outra possibilidade de investimento que você pode recorrer para alocar a sua reserva de emergência são os fundos de renda fixa. Eles são uma modalidade de investimento coletiva, formada pelo capital de múltiplos investidores que adquirem suas cotas.

Os resultados desses fundos são provenientes de uma carteira de investimentos montada por um gestor profissional. As aplicações são escolhidas conforme os objetivos que originaram o fundo, valendo para todos os cotistas.

Dessa forma, você não precisa escolher os títulos individualmente, pois o gestor se responsabiliza por todas as movimentações do portfólio. Além disso, a depender do fundo, as cotas podem ser facilmente resgatadas, o que confere a liquidez necessária à sua reserva.

Por exemplo, você pode contar com fundos do BTG Pactual, como o Tesouro Selic Simples ou o BTG Pactual CDB Plus. Ambos contam com a liquidez diária e a segurança para uma reserva de emergência.

No entanto, é preciso mencionar que muitos fundos de investimento contam com a cobrança da taxa de administração, destinada a remunerar o gestor.

Você também deve atentar à estratégia de atuação de cada fundo — que pode ser diferente e, assim, ter uma exposição com maior nível de riscos e menor liquidez. Desse modo, caberá a você avaliar qual deles faz mais sentido à finalidade do aporte da reserva de emergência.

Fundos DI

Outra alternativa que pode chamar a sua atenção são os fundos DI — também de renda fixa. Neles, a maior parte dos recursos é investida em títulos públicos pós-fixados e o restante é alocado em outras aplicações dessa classe.

Assim, a modalidade consegue trazer maior segurança e liquidez diária ao investidor. Ainda, os ganhos nos fundos de renda fixa são tributados pelo IR.

Se ele for de longo prazo, a tabela é a mesma aplicada aos títulos de renda fixa. Já nos fundos de curto prazo, a alíquota regressiva vai até 20%, sendo aplicada às alocações que superaram 180 dias de prazo.

Como escolher o melhor investimento para reserva de emergência?

Normalmente, a escolha de um investimento depende do seu perfil de investidor e dos seus objetivos financeiros. Entretanto, a questão é analisada sobre um outro ângulo quando se trata de montar uma reserva de emergência.

O motivo é que a intenção dessa reserva é proteger o valor que serve como colchão de segurança para o seu orçamento, não aumentar o seu capital. Dessa maneira, respeitando as condições de segurança e liquidez, uma aplicação com essas características tende a ser adequada à reserva de qualquer investidor.

De todo modo, a decisão de investir ou não também deve considerar outros fatores. Entre eles estão, as condições do mercado, as taxas de juros, o aporte mínimo, os custos operacionais e o seu nível de conhecimento.

Por exemplo, investir por conta própria demanda conhecer melhor o funcionamento do mercado, as movimentações dos índices financeiros, entre outros. Já buscar por fundos de investimento tende a trazer uma comodidade maior, ao passo que os custos podem ser mais elevados.

Ou seja, ao fazer esse tipo de análise, você poderá escolher a alternativa que ofereça as maiores vantagens para a sua reserva de emergência. Mas não se esqueça que a segurança e a liquidez são indispensáveis no investimento com essa finalidade.

Com as informações que acompanhou neste post, você poderá escolher o melhor investimento para montar uma reserva de emergência. Com ela, é possível ter uma vida financeira mais tranquila, mesmo que você se depare com os mais variados tipos de imprevistos.

Quer aprender mais detalhes sobre as alternativas de investimentos mencionadas neste artigo? Entre em contato conosco da Renova Invest e fale com nossos assessores!

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