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Análise de ações na bolsa: conheça as principais estratégias!

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A renda variável reúne oportunidades de rentabilidade diferenciadas para investidores arrojados e moderados. Mas elas vêm acompanhadas de maiores riscos, devido às oscilações do mercado financeiro. Por isso, quem deseja operar na bolsa precisa saber como fazer uma análise de ações eficiente.

Ter uma estratégia definida permite que você maneje os riscos e consiga impulsionar os rendimentos da sua carteira. Por outro lado, quem entra na bolsa sem ter um foco pode acabar enfrentando muitos problemas e tendo prejuízo.

Pensando nisso, vale a pena conhecer as principais estratégias para analisar os papéis e tomar boas decisões no mercado financeiro. Confira neste post quais são elas e para quem são indicadas. Acompanhe!

Qual a importância da análise de ações?

Antes de identificar as principais estratégias de análise de ações na bolsa, é importante saber um pouco mais sobre a importância de definir um método para operações. Como você viu, investir em ações é uma atividade de maior risco, pois o mercado apresenta maior volatilidade do que a renda fixa, por exemplo.

Na bolsa, o preço dos ativos muda de acordo com a oferta e demanda. E é influenciado por diversos fatores, como a economia do país, acontecimentos globais, crise em um setor ou empresa etc.

A depender do que esteja acontecendo no Brasil e no mundo, o preço das ações pode cair ou subir. As oscilações acontecem a qualquer momento e podem ser bruscas em períodos críticos. Logo, há sempre o risco de ver os papéis da sua carteira desvalorizarem.

Mas algo relevante a ter em mente é que, na bolsa, o prejuízo só acontece de verdade quando você vende suas ações. Ou seja, mesmo que o preço oscile para baixo, é possível não realizar o prejuízo se os ativos continuarem na sua carteira e voltarem a se valorizar no futuro.

A análise de ações na bolsa é o que dá ao investidor maior segurança para tomar suas decisões e tolerar as variações de preço. Se você analisou bem os ativos e acredita na estabilidade dele no médio e longo prazo, não precisa se preocupar tanto com quedas momentâneas.

Ao mesmo tempo, se o seu objetivo é lucrar com as variações – vendendo suas ações por preços maiores do que pagou, é também a estratégia de análise que permite construir um bom plano e obter resultados positivos.

Como analisar ações para especular?

Ao falar sobre os principais meios de avaliar ações, precisamos comentar sobre as mais conhecidas formas de operar na bolsa de valores. De um lado, temos a atividade de especulação, voltada para o curto prazo. De outro, o investimento no mercado de ações — que tem foco no longo prazo.

Mas por que é importante entender as diferenças entre eles? Porque cada um tem objetivos próprios e precisa de formas distintas para analisar as ações.

Na especulação, o intuito é observar o preço dos papéis e identificar oportunidades para lucrar com a diferença no valor de compra e de venda. Ou seja, o especulador não tem interesse em ficar com as ações em sua posse.

Ele as mantém na carteira apenas por um período de tempo suficiente para chegar aos resultados que deseja – ou para sair da operação, mesmo com prejuízos. Logo, não faz sentido para ele realizar uma análise profunda de cada empresa na qual investe. Como o foco está no preço do mercado, a estratégia deve considerar tal aspecto.

Para entender como funciona o processo de análise de ações na bolsa para especulação, é fundamental conhecer algumas questões importantes envolvidas nesta etapa. Confira a seguir:

Tipos de trade

Antes de realizar atividades de especulação, é válido diferenciar os tipos de trade. Todas as negociações de trade visam o curto prazo ou médio prazo, mas os intervalos de tempo podem ser característicos de cada tipo.

Por exemplo, o day trade é aquele em que o especulador finaliza todas as suas operações dentro de um mesmo pregão. Isso significa que, até o fim do dia, ele vende os ativos que comprou e já realiza o seu lucro ou prejuízo.

Quando as práticas envolvem um período um pouco maior, que pode ir de alguns dias a semanas, estamos falando do swing trade. Já quem opera em intervalos de semanas, meses ou até mais de um ano está realizando o position.

Cada um dos tipos tem particularidades em relação à forma de analisar as ações e organizar as operações, na prática. Mas, de modo geral, eles partem da mesma estratégia: a análise técnica. A diferença será o período de tempo considerado.

Análise técnica

A análise técnica (ou análise gráfica) é a estratégia que permite avaliar o preço das ações ao longo do tempo. Uma das bases dela é a teoria de Dow: a ideia de que todos os acontecimentos importantes do mercado são refletidos no valor dos papéis.

Por exemplo, se há uma notícia positiva sobre determinado setor ou sobre a economia do Brasil, é esperado que a bolsa suba e os preços aumentem em decorrência disso. Por outro lado, em momentos críticos acontecem quedas.

Se existe uma relação próxima entre as influências do mercado e os preços, os trades veem na análise técnica uma forma de se inteirar de tudo de maneira ágil. Isso porque os gráficos mostram o histórico de preços de determinada ação.

Segundo o que observam no histórico e no momento atual, os especuladores buscam prever tendências e identificar oportunidades. Se eles percebem a expectativa de que um ativo aumente de preço, podem comprá-lo para vender mais caro quando a tendência se confirmar.

Também é possível lucrar com a baixa das ações. Caso perceba uma tendência de queda, o especulador tem a oportunidade de realizar uma venda descoberta e comprar o ativo quando o valor diminuir, obtendo ganhos com a diferença no preço.

Aspectos da análise técnica

Além da teoria de Dow, outra ideia que baseia a análise dos especuladores é a de que o mercado se move por tendências. Assim, observando os gráficos eles conseguem identificar aspectos que mostrem uma nova tendência acontecendo ou se formando.

Partindo do volume de negociação e do preço dos ativos é possível perceber, por exemplo, topos e fundos no gráfico. Eles representam pontos de ápice das ações para cima ou para baixo: os topos são padrões de alta, enquanto os fundos são de baixa.

A partir deles, é viável notar pontos de suporte e resistência para prever as próximas tendências. Elas podem ser para cima, para baixo ou mesmo lateral — momentos em que o mercado se mantém mais ou menos estável por um tempo.

Como analisar ações para investir?

Agora você já conhece uma das principais formas de análise de ações: a técnica. Mas como se dá a avaliação dos papéis por quem investe voltado para o longo prazo? Certamente, o investidor não pode focar apenas no preço, certo?

Como o seu objetivo é essencialmente diferente do que o especulador procura, é necessária outra forma de analisar ações. Nesse caso, a mais utilizada por investidores trata-se da análise fundamentalista.

Ao investir na bolsa de valores – especificamente em ações, você está buscando empresas para entrar em sociedade. Significa, portanto, que se os negócios forem bem você tem resultados positivos. Do contrário, se forem mal, o acionista poderá amargar resultados negativos.

Os investidores podem obter ganhos de duas maneiras na bolsa: uma é vendendo as ações depois de anos ou décadas de valorização e a outra é recebendo proventos frequentes das empresas nas quais mantém sociedade.

Logo, a escolha não deve se dar de qualquer forma. Imagine como você avaliaria uma oportunidade de entrar como sócio em um negócio com um familiar seu. Seria preciso analisar o setor, pensar sobre os riscos e tentar prever as perspectivas da empresa para o futuro.

De forma semelhante, é preciso analisar as empresas que você adiciona na carteira de investimentos. Comprar ações sem conhecer a companhia e avaliar o que ela oferece é muito mais arriscado – e pode gerar prejuízos.

Análise fundamentalista

Como se daria, então, a análise fundamentalista? O ponto central dela é avaliar a qualidade de uma companhia para tentar entender as expectativas do negócio no futuro. Buscando saber, por exemplo, se ela tem condições de trazer resultados positivos no longo prazo.

O foco da análise são os fundamentos — indicadores que demonstram diversas informações sobre a empresa. Por exemplo, a saúde financeira dela, a qualidade da sua gestão, o percentual de dividendos que são pagos por ação etc.

Não basta analisar rapidamente e acreditar que a empresa está indo bem agora. Lembre-se de que o investimento na bolsa envolve anos e até mesmo décadas. Então, é preciso considerar: como a companhia pode estar daqui a dez ou vinte anos?

Claro que é impossível prever o futuro com exatidão. Os riscos são inerentes ao mercado de renda variável. Contudo, existe uma tendência de que boas empresas apresentem valorização consistente no longo prazo.

Logo, o desafio é encontrar as boas companhias para que você possa confiar seu investimento por tanto tempo. Por isso, a análise fundamentalista considera não apenas o momento atual, mas o histórico do negócio — inclusive, as reações dele em momentos de crise econômica.

Quais são os principais fundamentos?

Agora que você entendeu o que é e como funciona a análise fundamentalista de ações, é hora de conhecer alguns dos principais fundamentos avaliados por investidores. Eles podem ser qualitativos e quantitativos.

Os primeiros dizem respeito a elementos que indicam a qualidade da empresa em informações que não são medidas por números. Enquanto isso, os elementos quantitativos mostram indicadores numéricos.

Vale destacar que, diferente do que acontece na especulação, o investidor de longo prazo se beneficia de acompanhar os números e resultados das empresas de seu interesse – e do setor em que se encontram.

Então, além dos fundamentos, é importante observar aspectos econômicos do país e do setor da empresa. A seguir, conheça alguns fundamentos centrais para analisar ações na bolsa de maneira eficiente, visando o longo prazo:

Dividend Yield

Uma das maiores vantagens de investir em ações no longo prazo é participar da divisão de lucro das empresas. Muitas delas compartilham dividendos todos os anos com os acionistas. Inclusive, existem investidores que focam sua carteira ou uma parte dela nesse objetivo.

Se você procura por companhias boas pagadoras de dividendos, é interessante avaliar o fundamento Dividend Yield. Ele é calculado relacionando os dividendos pagos com o preço das ações. Assim, indica o retorno que o investimento pode lhe dar em renda passiva.

Preço / lucro

Outro indicador múltiplo bastante utilizado na análise fundamentalista é o que relaciona o preço e o lucro proporcionado por uma ação. Ele considera os resultados da empresa e projeta o lucro que pode ser conquistado em cada ação.

Desse modo, o investidor pode analisar a relação entre o preço que paga pelo papel e o lucro correspondente a ele. O fundamento é útil para avaliar companhias de um mesmo setor e procurar a mais vantajosa.

Dívida bruta / patrimônio líquido

Ao avaliar uma empresa, é muito importante ter elementos para conhecer a saúde financeira dela. Um dos principais é o endividamento. Companhias que têm menos dívidas usufruem de maior estabilidade ao gerir o orçamento.

Já as que se encontram mais endividadas podem sofrer revezes, especialmente em períodos de crise e baixa de vendas. Uma das formas de avaliar tal ponto é por meio do indicador que relaciona a dívida bruta com o patrimônio líquido.

Ele mostra as condições da empresa de pagar suas dívidas, já que considera o patrimônio que ela possui. Com isso, é possível avaliar se o endividamento está sendo bem gerido e não apresenta maiores riscos.

Depois de comentar alguns dos principais fundamentos a serem analisados por investidores, é importante destacar que nenhum deles deve ser avaliado de forma isolada. Uma boa análise fundamentalista considera diversos aspectos em conjunto para basear uma decisão.

Qual o melhor tipo de análise de ações?

Embora seja comum ver pessoas se perguntando sobre qual é a melhor análise para fazer, a verdade é que a resposta depende dos objetivos de cada uma na bolsa. Se você pretende especular, a análise técnica é mais adequada. Afinal, traz as informações necessárias para a atividade.

Já se o intuito é investir para o longo prazo, a análise fundamentalista é a mais indicada. É ela que consegue dar os elementos dos quais você precisa para decidir se entra como sócio em um negócio ou não.

Percebe como cada uma delas serve a objetivos e a um perfil de investidor diferente? Portanto, a sua pergunta não deve ser qual é o melhor tipo de análise, mas de qual tipo você precisa para fazer as operações que deseja na bolsa de valores.

Independentemente da sua escolha, uma coisa é certa: sempre vale a pena ter uma estratégia definida de análise de ações na renda variável. O cuidado evita muitos problemas, proporciona um controle mais eficiente de riscos e aumenta a segurança nas suas decisões e nos seus resultados.

Ainda está com dificuldade para saber qual a melhor maneira de analisar ações? Então entre em contato com a nossa assessoria e conte com o suporte de especialistas para conhecer as possibilidades que a bolsa de valores oferece e a melhor maneira de aproveitá-las!

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