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Bolsa de Santiago: confira a bolsa de valores do Chile!

Bolsa de Santiago
Bolsa de Santiago

Quando se fala em diversificação de investimentos, é comum os investidores buscarem por mais oportunidades no mercado internacional. Nesse sentido, conhecer a principal bolsa de valores do Chile, a bolsa de Santiago pode ser interessante para quem deseja investir no exterior.

O país costuma se destacar pelas taxas de crescimento favoráveis, estabilidade econômica e oportunidades de investimento — inclusive para investidores estrangeiros. Por essa razão, a bolsa de Santiago, no Chile, vem atraindo interessados de outras regiões.

Quer saber mais sobre o tema? Então continue a leitura e conheça a bolsa de valores de Santiago, a principal bolsa do Chile!

O que é e como funciona a bolsa de valores chilena?

Para começar, vale a pena saber que a bolsa de valores é o mercado onde são negociados títulos e valores mobiliários. É o caso de ações de empresas, cotas de certos fundos de investimento e outros ativos.

Nesse ambiente, também é possível vender e comprar derivativos — que derivam de ativos. Por exemplo, moedas (dólar, euro), commodities (petróleo, soja, café, cacau) e índices (Indice de Precios Selectivo de Acciones ou IPSA, por exemplo).

A bolsa de valores chilena funciona como os demais mercados financeiros. Nela, uma empresa ou fundo, por exemplo, realiza a oferta pública inicial (IPO) dos seus títulos ou valores mobiliários em troca de recursos, ficando disponíveis para os primeiros interessados.

Depois do IPO, esses ativos passam a ser negociados entre os próprios investidores. Todas as negociações são realizadas em uma plataforma online, cujo acesso se dá via sites e aplicativos dos bancos de investimentos.

Como começou a história da bolsa de Santiago?

A bolsa de Santiago (Santiago Stock Exchange — SSE) é considerada a principal bolsa valores do Chile em termos de capitalização. Sua história começou em 23 de novembro de 1893. Contudo, o edifício de suas operações foi construído somente entre 1913 e 1917.

Décadas depois, em 1973, a bolsa de Santiago se tornou membro fundador da Federação Ibero-Americana de Bolsas de Valores (FIAB). Ela é uma entidade idealizada para promover a integração transfronteiriça dos mercados na América Latina.

Nos anos de 1988 e 1989, iniciou-se a negociação eletrônica de ações e títulos por meio do sistema Telepregón. Portanto, foi a partir desse programa que a compra e venda de ativos financeiros passou a acontecer no ambiente virtual.

Em 1990, ocorreu a abertura da bolsa de Santiago ao mercado internacional. Dessa forma, as empresas chilenas se tornaram mais acessíveis aos investidores estrangeiros.

No ano seguinte, a principal bolsa de valores do Chile passou a ser membro da Federação Mundial de Bolsas, consagrando-se como uma das 33 bolsas de valores mais importantes do mundo nessa época.

Quase uma década depois, essa bolsa inaugurou o Mercado de Valores Estrangeiros para a oferta pública de valores mobiliários de outros países. Isso permitiu que os investidores chilenos pudessem investir em ativos listados em outras bolsas a partir da SSE.

Nos anos seguintes, a bolsa de Santiago buscou oferecer incentivos financeiros para estimular as empresas do mercado chileno a adotarem práticas mais sustentáveis em seus processos. Desse modo, emissores, investidores e intermediários acabaram se beneficiando dessa iniciativa.

Quais são os principais índices dessa bolsa?

Para conhecer mais a fundo a bolsa de Santiago, é necessário entender quais são os índices que acompanham o movimento do mercado chileno.

Confira!

Índice Geral de Preços das Ações (IGPA)

Criado em 1958, o Índice Geral de Preços das Ações (IGPA) é composto pela maioria dos papéis listados na bolsa de Santiago, classificados por setores e atividades de atuação. Portanto, esse indicador reúne quase todas as empresas do mercado de capitais chinelo.

Índice Seletivo de Preços das Ações (IPSA)

O Índice Seletivo de Preços das Ações (IPSA) foi criado em 2012. Ele é composto pelos 40 papéis de maior importância e liquidez negociados na principal bolsa chilena. Em 30 de dezembro de 2021, o Banco do Chile, a Enel Americas e a CMPC faziam parte desse indicador econômico.

Índice Inter-10

Esse é um indicador composto pelas 10 principais ações chilenas listadas em mercados estrangeiros por meio de certificados lastreados nos ativos.

Quais são as outras bolsas de valores do Chile?

Além da bolsa de Santiago, o mercado chileno possui outros ambientes de negociação. Até 2018, o Chile possuía três bolsas de valores. Isso porque, nesse ano, a Bolsa de Valores de Valparaíso encerrou suas operações. Em 2020, todas as marcas vinculadas a ela foram leiloadas.

Desde então, o mercado financeiro chileno conta com apenas dois ambientes de negociações financeiras. Um deles é a bolsa de Santiago, como você viu. Há também a Bolsa Eletrônica do Chile.

Vale a pena investir na bolsa de Santiago?

Para saber se vale a pena investir nos títulos e valores mobiliários listados na bolsa de Santiago, é necessário analisar diversos fatores. Um deles é o seu perfil de investidor. Com ele, você pode identificar qual investimento faz sentido para suas características, considerando seu nível de aversão a riscos.

Outro ponto importante são os seus objetivos financeiros. Dessa forma, é possível entender se o investimento nas alternativas disponíveis na SSE está alinhado ao prazo de realização dos seus projetos.

Além disso, é essencial avaliar o risco-país. Ele é um indicador que mede o grau de instabilidade em que uma nação se encontra. Assim, é possível identificar risco que você pode enfrentar ao aportar parte dos seus recursos em empresas de determinada região.

Por fim, ainda se faz necessário analisar as vantagens e riscos envolvidos no investimento escolhido. Afinal, cada opção possui características específicas. Ao considerar cuidadosamente uma ação ou fundo, por exemplo, é possível tomar uma decisão mais embasada.

Como investir na bolsa de valores de Santiago?

Caso você conclua que o investimento na bolsa de Santiago pode trazer boas oportunidades, é essencial aprender como aproveitá-las. Nesse sentido, há duas possibilidades para se expor às alternativas disponíveis no mercado chileno: direta e indiretamente.

O investimento direto consiste em abrir conta em uma instituição financeira estrangeira. Portanto, é necessário se submeter às regras do outro país e realizar o câmbio da moeda para o aporte. Essa dinâmica envolve mais burocracia e custos.

Já o investimento indireto permite investir em ativos internacionais por meio da B3, a bolsa brasileira. Nesse sentido, você pode expor parte do seu patrimônio ao mercado chileno com investimentos internacionais da B3.

Uma opção são os BDRs (brazilian depositary receipts). Eles são certificados lastreados em ativos de outros países — como ações, títulos e fundos. Também há a alternativa dos ETFs (fundos de índice), que podem seguir índices internacionais.

Depois de conhecer a principal bolsa de valores do Chile, é possível avaliar as informações para saber se vale a pena aproveitar os investimentos disponíveis nesse mercado. Assim, você pode encontrar mais oportunidades para diversificar a sua carteira!

Quer ajuda para entender melhor o mercado de investimentos estrangeiro? Entre em contato conosco e agende uma reunião!

 

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