SMAC11: o que é, composição, custos e riscos do ETF

O SMAC11 é um ETF do Itaú que busca acompanhar o Índice Small Cap, o SMLL. Entenda como funciona sua carteira e quais custos e riscos avaliar antes de investir.
SMAC11

O SMAC11 é um ETF de small caps do Itaú que busca acompanhar o Índice Small Cap, o SMLL. Com suas cotas, o investidor acessa uma cesta de ações de empresas de baixa capitalização negociadas na bolsa, sem precisar escolher cada companhia individualmente.

SMAC11 IT Now Small Cap Fundo de Indice ETF
R$ 47,60 -1,45%
Cotação · atualizada há 10 horas
Variação (6 meses) -22,3%
Máxima (6 meses) R$ 72,65
Mínima (6 meses) R$ 47,60
Cotação de SMAC11 — últimos 6 meses
máx R$ 72,65 mín R$ 47,60

Fonte: B3 via Brapi. Valores podem ter atraso em relação ao pregão. Conteúdo informativo, não é recomendação de investimento.

Renova Invest

Pronto para fazer seu patrimônio trabalhar por você?

Abra sua conta e conte com assessoria especializada para investir com estratégia. Abertura gratuita, sem compromisso.

Renova Invest atua como preposto do Banco BTG Pactual S/A (Resolução CVM nº 178).

Abrir conta de investimento

Essa exposição pode interessar a quem busca maior potencial de valorização ao longo do tempo e aceita os riscos da renda variável. Para avaliar o fundo, é importante conhecer sua composição, a cobrança de taxa de administração e a volatilidade das empresas da carteira.

Continue a leitura e saiba se o SMAC11 é ideal para você!

O que é o SMAC11?

O SMAC11 é um ETF, também chamado de fundo de índice. Seu nome oficial é It Now Small Fundo Índice, e ele foi criado pelo Itaú Unibanco S.A. em 2020. A instituição financeira também é sua gestora e administradora.

SMAC11 é o código de negociação do fundo na bolsa. Seu objetivo é acompanhar o desempenho do SMLL, oferecendo uma forma coletiva de investir em companhias de menor capitalização.

Ao adquirir cotas, você passa a ter exposição à carteira do fundo. Isso traz praticidade, mas não elimina os riscos das ações que fazem parte do portfólio.

Como funciona o ETF de small caps do Itaú?

Para entender o SMAC11, vale relembrar o funcionamento de um ETF. Esse tipo de fundo procura replicar um índice de referência, conhecido como benchmark.

Os índices agrupam ativos, como ações de companhias, a partir de critérios como:

  • volume de negociação;
  • pagamento de dividendos;
  • segmento;
  • tipo de ativo.

O Ibovespa (IBOV), por exemplo, reúne as empresas com maior volume de negociação do mercado. Entre os ETFs que buscam acompanhar seu desempenho estão BOVA11, XBOV11 e BOVV11.

Enquanto o Ibovespa geralmente agrega as maiores empresas, o principal benchmark para companhias de menor capitalização é o SMLL. O SMAC11 está entre os ETFs que procuram replicar esse índice.

Qual é a composição do SMAC11?

A composição do SMAC11 acompanha as mais de 70 empresas que compõem o índice SMLL. Os critérios que o fundo segue para adicionar ativos de small caps são:

  • não ter ações classificadas como penny stocks, ou seja, negociadas abaixo de R$ 1,00;
  • contar com ativos que foram negociados, ao menos uma vez, em todos os pregões do último ano;
  • apresentar ativos cuja representação conjunta soma até 15% do valor de capitalização de todas as companhias negociadas na bolsa.

O gestor do ETF é responsável por considerar esses critérios e formar uma carteira semelhante à do SMLL. Assim, a aquisição de cotas já oferece exposição ao portfólio geral, sem exigir que o investidor selecione cada ação.

Essa facilidade não dispensa a análise do próprio fundo. Antes de investir, é importante entender as características da carteira e verificar se a exposição a empresas de menor capitalização combina com seus objetivos.

Como funciona a taxa de administração do SMAC11?

O SMAC11 cobra uma taxa de administração anual para remunerar o trabalho de gestão. Para verificar o percentual cobrado, consulte as informações do fundo.

Em ETFs, essa taxa costuma ser menor porque a gestão é passiva: o objetivo é replicar o benchmark, e não superá-lo. Ainda assim, a cobrança representa um custo e pode impactar o retorno do investidor.

Esse encargo de administração do fundo não existe quando o investidor escolhe e mantém ações individualmente. Por isso, vale ponderar o custo em relação à praticidade de acessar uma carteira por meio de cotas.

Quais são as vantagens do SMAC11?

Os principais benefícios potenciais do SMAC11 estão na diversificação, na praticidade e no acesso a empresas com espaço para crescer. Entenda esses pontos.

Diversificação em diferentes empresas e setores

Diversificar a carteira ajuda a diluir riscos, especialmente na renda variável. Os ETFs podem facilitar essa distribuição porque investem em diferentes empresas e setores econômicos.

No SMAC11, o investidor acessa mais de 70 empresas de segmentos como:

  • saúde;
  • consumo;
  • construção civil;
  • saneamento.

Assim, a diversificação pode ser maior do que em uma seleção individual concentrada de ações, prática conhecida como stock picking. Afinal, administrar uma carteira com mais de 70 ativos individualmente seria mais trabalhoso.

Diversificação não significa ausência de risco. Mesmo com diferentes companhias, o fundo permanece exposto às oscilações da renda variável e às características das small caps.

Potencial de valorização

As small caps são conhecidas pelo maior potencial de valorização, associado também a maiores riscos. O desempenho histórico dessas empresas na bolsa ajuda a observar esse potencial, mas não deve ser tratado como promessa de retorno.

É possível acessar o histórico do SMLL, índice que o SMAC11 segue, e compará-lo ao do IBOV, por exemplo, no site da B3. Contudo, vale lembrar que resultados passados não garantem lucros futuros. Não há certezas quanto aos rendimentos na renda variável.

Quais são os riscos e as desvantagens do SMAC11?

O investimento exige disposição para lidar com os riscos da renda variável. Em especial, há exposição à volatilidade das small caps, que podem apresentar maiores riscos por não serem consolidadas no mercado.

Oscilações na cotação e possibilidade de perdas

ETFs compostos por small caps, como o SMAC11, costumam apresentar maior volatilidade do que outros ETFs em função do porte das empresas. Isso significa que o potencial de valorização vem acompanhado de oscilações na cotação e da possibilidade de perdas.

Essas variações podem ser difíceis de enfrentar para quem não está confortável com os riscos da renda variável. Por isso, é importante considerar seu perfil e manter uma perspectiva de longo prazo, sem tratar esse horizonte como garantia de resultado.

Falta de autonomia sobre a carteira

A gestão traz praticidade, mas o cotista não escolhe quais ações entram ou saem do fundo. Essa tarefa cabe ao gestor, que segue a carteira teórica do SMLL.

Portanto, o SMAC11 pode não atender quem deseja selecionar cada empresa individualmente. Além dessa limitação, há o custo da taxa de administração anual, que deve entrar na avaliação do investimento.

Quando vale a pena investir em SMAC11?

O SMAC11 pode fazer sentido para quem deseja investir em small caps de forma diversificada, buscando maior potencial de retorno e aceitando a volatilidade desses ativos.

A decisão depende do seu perfil de investidor e dos seus objetivos. Antes de escolher, avalie:

  • sua tolerância às oscilações e à possibilidade de perdas;
  • o papel das small caps na diversificação da sua carteira;
  • a composição e os custos do fundo;
  • a preferência entre selecionar ações individualmente ou investir por meio de um ETF;
  • as demais alternativas disponíveis no mercado.

Caso você queira entender mais se o SMAC11 ou outros ETFs fazem sentido para suas necessidades, saiba que pode contar com o serviço de assessoria de investimentos. Que tal ser atendido pela equipe eleita como TOP Assessoria 2020 pelo BTG Pactual?

Entre em contato conosco para saber mais!

Facilidades da Renova Invest para você:

Conta digital gratuita

Abra sua conta sem custo e tenha acesso a uma plataforma para investir com praticidade e segurança.

Viver de renda

Construa uma carteira inteligente com foco em geração de renda passiva e alcance sua independência financeira.

CDI hoje
13,65% a.a.
  • Meta Selic13,75%
  • CDI 12 meses14,23%
  • CDI em 202611,74%
Ver CDI e simulação →
Fonte: Banco Central · 03/11/2026
Dólar hoje
R$5,4772
  • Variação no dia-0,29%
  • Dólar em 2026+0,02%
  • PTAX 04/11R$ 5,4778
Ver cotação e gráfico →
Fonte: Brapi e Banco Central · 04/11/2026 às 13h05

Mais artigos em