O IMAB11 entregou rentabilidade anual de 13,92% até abril de 2026, com cota negociada a R$ 113,98 na B3. Esse ETF de renda fixa replica o índice IMA-B da ANBIMA, composto exclusivamente por NTN-Bs (Tesouro IPCA+). Com taxa de administração de apenas 0,25% ao ano, ele oferece exposição diversificada à inflação sem que o investidor precise escolher um vencimento específico. Para contexto mais amplo sobre ETFs de renda fixa, veja o Guia Completo de ETFs de Renda Fixa.
Resposta direta: O IMAB11 é um ETF listado na B3 que replica o índice IMA-B, composto por títulos públicos federais indexados ao IPCA (NTN-Bs). Permite ao investidor comprar uma cota e ter exposição automática a toda a carteira de Tesouro IPCA+, com liquidez diária, taxa de 0,25% a.a. e come-cotas semestral. O valor mínimo é o preço de uma cota — aproximadamente R$ 114 em abril de 2026.
Neste artigo
- O que é o IMAB11?
- Como funciona o IMAB11?
- Composição do IMAB11: quais títulos fazem parte?
- Framework do Amplificador de Juros Reais
- Rentabilidade do IMAB11: quanto rendeu e quanto pode render?
- Cotação do IMAB11 hoje e como acompanhar
- IMAB11 vale a pena em 2026?
- 💡 O que poucos percebem: o custo invisível do rebalanceamento manual
- IMAB11 vs. Tesouro IPCA+: qual a diferença?
- Tributação do IMAB11: como funciona o IR?
- Como investir no IMAB11: passo a passo
- Riscos do IMAB11: o que o investidor precisa saber
- Informações técnicas do IMAB11
- Resumo prático: IMAB11 em 6 pontos
- FAQ: perguntas frequentes sobre o IMAB11
O que é o IMAB11?
O IMAB11 é um ETF (Exchange Traded Fund) de renda fixa listado na B3 que replica o índice IMA-B, calculado pela ANBIMA. Esse índice mede o desempenho de uma carteira de NTN-Bs — os títulos públicos federais indexados ao IPCA. Na prática, comprar uma cota do IMAB11 equivale a investir em toda a carteira de Tesouro IPCA+ de uma só vez.
O fundo foi criado em 2019 pela Itaú Asset Management em parceria com o Tesouro Nacional e o Banco Mundial. A iniciativa fez parte de um esforço para democratizar o acesso a títulos públicos de longo prazo. Antes do IMAB11, o investidor precisava acessar o Tesouro Direto e escolher manualmente cada NTN-B disponível.
A diferença central entre comprar NTN-B diretamente e via ETF está na gestão. No Tesouro Direto, o investidor escolhe um vencimento específico e carrega aquele papel até o fim. No IMAB11, a carteira é diversificada entre vários vencimentos e rebalanceada automaticamente todo mês. Compare também com o PACB11, que concentra apenas nas 3 NTN-Bs mais longas para máxima convexidade.
Como funciona o IMAB11?
O IMAB11 opera por replicação passiva: a Itaú Asset compra as NTN-Bs que compõem o IMA-B na proporção exata definida pela ANBIMA. O rebalanceamento ocorre mensalmente. A ANBIMA recalcula os pesos de cada NTN-B com base no volume de mercado — títulos com maior estoque em circulação recebem maior peso na carteira. O fundo, então, ajusta suas posições para refletir a nova composição do índice.
Como comprar na prática
O investidor acessa o home broker de sua corretora, busca o ticker IMAB11 e compra a quantidade de cotas desejada. Por exemplo, comprar 10 cotas a R$ 113,98 representa um investimento de R$ 1.139,80. Com esse valor, o investidor fica exposto a toda a carteira de NTN-Bs do IMA-B — com vencimentos de 2026 até 2055.
R$ 1.139,80 — valor de 10 cotas do IMAB11 a R$ 113,98 em abril de 2026
A taxa de administração de 0,25% ao ano é descontada diretamente do valor da cota, sem cobrança separada.
Composição do IMAB11: quais títulos fazem parte?
A carteira do IMAB11 é composta por aproximadamente 14 NTN-Bs com vencimentos variados acima de 1 mês. Títulos de prazo mais longo tendem a ter maior peso na carteira, porque o Tesouro Nacional emite volumes maiores de NTN-Bs com vencimentos distantes. A duration média do IMAB11 é elevada, o que aumenta a sensibilidade do fundo a variações nas taxas de juros reais.
Pesos aproximados com fins ilustrativos. Consulte a composição atualizada no site da ANBIMA.
A duration longa funciona como um amplificador. Quando os juros reais sobem, o preço das cotas cai mais do que cairia em um título de prazo curto. Por outro lado, quando os juros reais caem, a valorização é proporcionalmente maior.
Framework do Amplificador de Juros Reais
O IMAB11 não é apenas um ETF de renda fixa. Ele é, na prática, um amplificador de variações nos juros reais brasileiros. O Framework do Amplificador de Juros Reais organiza esse comportamento em quatro cenários objetivos.
Vale guardar essa referência: toda vez que o IMAB11 cair com força, o amplificador está funcionando — não quebrando. O que mudou foi o cenário de juros, não a qualidade do ativo.
Rentabilidade do IMAB11: quanto rendeu e quanto pode render?
O IMAB11 registrou rentabilidade anual de 13,92% até abril de 2026, com cota a R$ 113,98 (fonte: B3 Bora Investir). Em 2025, o fundo acumulou 7,06% até junho daquele ano, segundo dados da Itaú Asset.
13,92% — rentabilidade anual do IMAB11 até abril de 2026, fonte B3 Bora Investir
Para contextualizar: o IPCA acumulou aproximadamente 5,5% nos 12 meses encerrados em abril de 2026. Isso significa que o IMAB11 entregou um retorno real de cerca de 8% no período — bem acima da inflação.
Simulação real — R$ 10.000 investidos por 12 meses
- Valor inicial: R$ 10.000
- Rentabilidade bruta (13,92% a.a.): R$ 1.392
- IR sobre o ganho (15%, prazo acima de 720 dias): R$ 208,80
- Valor líquido aproximado: R$ 11.183
Um CDB pós-fixado a 100% do CDI no mesmo período teria rendido cerca de R$ 10.905 líquido — R$ 278 a menos que o IMAB11 nesse cenário específico.
Rentabilidade histórica: IMAB11 vs CDI vs IPCA
A volatilidade do IMAB11 é significativamente maior que a de CDBs ou do Tesouro Selic. Em 2021, por exemplo, o fundo registrou rentabilidade negativa em alguns meses. Por isso, o investidor deve ter horizonte de pelo menos 5 anos para suavizar essas oscilações.
Cotação do IMAB11 hoje e como acompanhar
A cotação do IMAB11 em 15/04/2026 era de R$ 113,98, com volume médio diário de R$ 12.378.234 nos últimos 6 meses (fonte: B3 Bora Investir). O preço teórico calculado pela ANBIMA era de R$ 112,35 na mesma data.
R$ 12.378.234 — volume médio diário do IMAB11 nos últimos 6 meses, fonte B3
A diferença entre a cotação de mercado (R$ 113,98) e o preço teórico (R$ 112,35) representa o tracking difference — o desvio entre o preço negociado em bolsa e o valor real dos ativos do fundo. Essa diferença é normal e tende a se fechar ao longo do tempo.
Onde acompanhar a cotação
- B3 Bora Investir — fonte oficial, com histórico e composição
- InfoMoney — gráfico interativo e dados de volume
- Status Invest — comparativo com outros ETFs
- Home broker da corretora — cotação em tempo real durante o pregão
IMAB11 vale a pena em 2026?
O IMAB11 vale a pena para investidores com horizonte de 5 anos ou mais, que buscam proteção contra inflação e retorno real acima do IPCA. Em 2026, o cenário de juros reais elevados favorece os títulos IPCA+, tornando o ETF uma opção estratégica relevante.
Simulação — R$ 50.000 investidos por 10 anos
IMAB11 (IPCA + 6% a.a. real, IPCA médio de 4,5% a.a.):
- Taxa nominal aproximada: (1,06 × 1,045) − 1 = 10,77% a.a.
- Valor bruto em 10 anos: R$ 139.200 (aproximado)
- IR (15% sobre o ganho de R$ 89.200): R$ 13.380
- Valor líquido: aproximadamente R$ 125.820
CDB pós-fixado a 100% do CDI (CDI médio de 10% a.a.):
- Valor bruto em 10 anos: R$ 129.687 (aproximado)
- IR (15% sobre o ganho de R$ 79.687): R$ 11.953
- Valor líquido: aproximadamente R$ 117.734
No cenário simulado, o IMAB11 entregaria R$ 8.086 a mais que o CDB pós-fixado em 10 anos — uma diferença de 6,9% no valor final líquido.
Checklist — IMAB11 é para você?
- ✅ Horizonte de investimento acima de 5 anos
- ✅ Objetivo de proteção contra inflação no longo prazo
- ✅ Perfil moderado ou arrojado, com tolerância à volatilidade
- ✅ Deseja diversificação automática sem escolher vencimentos
- ❌ Reserva de emergência — use Tesouro Selic ou CDB com liquidez diária
- ❌ Horizonte menor que 2 anos — volatilidade pode resultar em perda
💡 O que poucos percebem: o custo invisível do rebalanceamento manual
O argumento mais comum contra o IMAB11 é a taxa de administração de 0,25% ao ano. Comparada ao custo zero de comprar NTN-B diretamente no Tesouro Direto, parece uma desvantagem clara. Só que esse cálculo ignora um custo que ninguém contabiliza: o custo fiscal e operacional de rebalancear uma carteira de NTN-Bs manualmente ao longo do tempo.
Veja o que acontece na prática com um investidor que decide replicar o IMA-B por conta própria, com R$ 100.000 distribuídos entre 6 NTN-Bs de diferentes vencimentos. Todo mês, a ANBIMA recalcula os pesos do índice. Isso significa que alguma NTN-B precisará ser vendida parcialmente e outra precisará ser comprada — para manter a carteira alinhada ao índice. Cada venda gera um evento tributável: incide IR sobre o ganho de capital, com alíquota de 22,5% para resgates em até 180 dias. Com rebalanceamentos mensais, o investidor que tenta replicar o IMA-B manualmente pode perder entre 0,3% e 0,8% ao ano só em IR antecipado — mais do que o triplo da taxa de administração do IMAB11.
Em 10 anos, com aportes regulares, a diferença entre rebalancear por fora pagando IR e rebalancear dentro do ETF pode superar R$ 15.000 em uma carteira de R$ 100.000 — mesmo considerando a taxa de administração de 0,25% ao ano. Para quem pretende manter exposição diversificada ao IMA-B por mais de 5 anos, o IMAB11 não é apenas mais simples que o Tesouro Direto — ele é, na maioria dos cenários, mais eficiente do ponto de vista fiscal.
IMAB11 vs. Tesouro IPCA+: qual a diferença?
O IMAB11 não cobra a taxa de custódia de 0,20% a.a. da B3 que incide sobre o Tesouro Direto — apenas a taxa de administração de 0,25% a.a. A diferença real entre os dois está no come-cotas: o Tesouro IPCA+ comprado por PF não tem come-cotas; o IMAB11 tem.
Tributação do IMAB11: como funciona o IR?
O IMAB11 segue a tabela regressiva de IR para ETFs de renda fixa, conforme a Lei 11.033/2004 e a IN RFB 1.585/2015. O imposto incide sobre o ganho de capital na venda das cotas.
Alíquota de IR por prazo — tabela regressiva (Lei 11.033/2004)
Até 180 dias 22,5%
181 a 360 dias 20%
361 a 720 dias 17,5%
Acima de 720 dias 15% ✓
Come-cotas semestral: O IMAB11, como ETF de renda fixa que investe em NTN-Bs, está sujeito ao come-cotas em maio e novembro de cada ano, conforme a IN RFB 1.585/2015. O fundo antecipa o IR mínimo de 15% sobre os rendimentos acumulados, reduzindo a quantidade de cotas. Esta é uma diferença importante em relação ao Tesouro IPCA+ comprado diretamente por pessoa física, que não tem come-cotas.
O IOF incide sobre resgates realizados em menos de 30 dias. Por isso, o IMAB11 não é adequado para aplicações de curtíssimo prazo.
Exemplo prático de cálculo do IR
- Compra: 100 cotas a R$ 100,00 = R$ 10.000
- Venda: 100 cotas a R$ 113,98 após 13 meses = R$ 11.398
- Ganho de capital: R$ 1.398
- Alíquota (361 a 720 dias): 17,5%
- IR devido: R$ 244,65
- Retorno líquido: R$ 1.153,35 (11,53% sobre o capital inicial)
O IR deve ser pago via DARF até o último dia útil do mês seguinte à venda. O código DARF para ETFs é 6015. Para declarar no IRPF, informe o CNPJ do fundo e o valor de custo de aquisição das cotas, conforme o informe de rendimentos da corretora.
Como investir no IMAB11: passo a passo
Investir no IMAB11 é simples: basta ter conta em corretora com acesso à B3 e comprar cotas pelo home broker. O valor mínimo é o preço de uma cota — aproximadamente R$ 114 em abril de 2026.
- Abra conta em uma corretora habilitada — XP, BTG, Rico, Clear, Nubank e outras oferecem acesso ao IMAB11 sem taxa de corretagem em muitos casos.
- Transfira recursos via TED ou PIX — o dinheiro fica disponível para investimento em minutos.
- Acesse o home broker — área de negociação de ativos da corretora.
- Busque o ticker IMAB11 — na barra de pesquisa de ativos.
- Defina a quantidade de cotas — mínimo de 1 cota; o sistema calcula o valor total automaticamente.
- Execute a ordem de compra — use ordem limitada para controlar o preço de entrada, especialmente em momentos de baixa liquidez.
O horário de negociação é das 10h às 17h em dias úteis. Fora desse horário, as ordens ficam agendadas para o próximo pregão.
Comprar o IMAB11 com ordem limitada protege o investidor de spreads elevados, especialmente em dias de baixo volume de negociação.
Riscos do IMAB11: o que o investidor precisa saber
O principal risco do IMAB11 é a volatilidade de preço causada pela duration longa. Quando os juros reais sobem, o preço das cotas cai, mesmo que os títulos na carteira continuem pagando IPCA mais taxa real positiva.
Em um cenário hipotético em que os juros reais sobem 2 pontos percentuais em 6 meses, o IMAB11 pode perder 10% a 15% do valor de mercado no curto prazo. Um investidor que comprou cotas a R$ 120 poderia ver o preço cair para R$ 102. Se mantiver a posição, porém, o retorno acumulado tende a se recuperar.
O erro mais caro: vender o IMAB11 no momento de queda, realizando prejuízo, quando o comportamento correto para o perfil de longo prazo seria manter a posição.
O IMAB11 não tem cobertura do FGC. Como os ativos subjacentes são títulos do governo federal, o risco de crédito é praticamente nulo. O risco real é de mercado — e ele é gerenciado com tempo, não com garantias.
Informações técnicas do IMAB11
O fundo foi lançado em parceria com o Tesouro Nacional e o Banco Mundial, como parte de uma iniciativa para ampliar o acesso de investidores de varejo aos títulos públicos indexados à inflação. Confira a nota oficial do Tesouro Nacional em: gov.br/tesouronacional.
Para declarar o IMAB11 no IRPF, informe o CNPJ acima na ficha “Bens e Direitos” com o código 74 (cotas de ETF). O custo de aquisição é o valor pago pelas cotas, conforme nota de corretagem.
Resumo prático: IMAB11 em 6 pontos
- O que é: ETF de renda fixa que replica o IMA-B, composto por NTN-Bs (Tesouro IPCA+), com cota negociada na B3.
- Para quem: Investidores com horizonte de 5+ anos, perfil moderado ou arrojado, que buscam proteção contra inflação e ganho real.
- Tributação: Tabela regressiva de IR (22,5% a 15%) + come-cotas semestral — vantagem sobre fundos tradicionais em taxa, não sobre o Tesouro Direto direto.
- Risco principal: Volatilidade de curto prazo por duration longa — cotas podem cair 10% a 15% quando os juros reais sobem.
- Diferencial: Rebalanceamento automático em ~14 NTN-Bs sem IR para o cotista — eficiência fiscal que a NTN-B direta não replica facilmente.
- Não use para: Reserva de emergência, objetivos com prazo inferior a 2 anos ou perfil conservador com baixa tolerância a oscilações.
Veja também: PACB11 — ETF NTN-Bs Ultra Longas | IRFM11 — ETF Prefixados | Guia Completo de ETFs de Renda Fixa
FAQ: perguntas frequentes sobre o IMAB11
O IMAB11 paga dividendos?
Não. O IMAB11 não distribui dividendos ou rendimentos periódicos. Os juros e a correção pelo IPCA são reinvestidos automaticamente no fundo, aumentando o valor da cota ao longo do tempo. O investidor recebe o retorno apenas quando vende as cotas com ganho de capital.
Qual é o CNPJ do IMAB11?
O CNPJ do IT NOW ID ETF IMA-B Fundo de Índice é 35.426.908/0001-37. Esse número deve ser informado na declaração de IRPF, na ficha “Bens e Direitos” com código 74, para quem detinha cotas em 31/12 do ano-calendário.
Qual a diferença entre IMAB11 e B5P211?
O IMAB11 replica o IMA-B completo, com NTN-Bs de todos os vencimentos — o que gera duration longa e maior volatilidade. O B5P211 replica o IMA-B 5, com apenas NTN-Bs de prazo inferior a 5 anos. Em resumo: o B5P211 oscila menos, mas também tem menor potencial de ganho em cenários de queda de juros.
O IMAB11 tem come-cotas?
Sim. O IMAB11, como ETF de renda fixa que mantém NTN-Bs, está sujeito ao come-cotas semestral em maio e novembro, conforme a IN RFB 1.585/2015. Essa antecipação de IR é uma diferença relevante em relação ao Tesouro IPCA+ comprado diretamente por pessoa física, que não tem come-cotas. Comparado a fundos de renda fixa tradicionais, contudo, o IMAB11 tem custo significativamente menor por não ter taxa de administração elevada.
Qual o valor mínimo para investir no IMAB11 em 2026?
O valor mínimo é o preço de uma cota — aproximadamente R$ 114 em abril de 2026. Não há fracionamento: o investidor compra cotas inteiras. Com cerca de R$ 114, já é possível ter exposição a toda a carteira de NTN-Bs do IMA-B.
O IMAB11 é seguro? Tem garantia do FGC?
O IMAB11 não tem cobertura do FGC. Os ativos que compõem o fundo, porém, são títulos públicos federais — considerados os investimentos de menor risco de crédito do país. O risco real do IMAB11 é de mercado (volatilidade de preço), não de calote. Para o longo prazo, o risco de perda permanente é muito baixo.
Como o IMAB11 se comporta quando a Selic sobe?
Quando a Selic sobe, os juros reais tendem a subir também, pressionando negativamente o preço das cotas no curto prazo — pela marcação a mercado das NTN-Bs. O investidor que mantém a posição, porém, passa a acumular juros reais mais elevados, o que beneficia o retorno de longo prazo.
O IMAB11 faz sentido para muitos perfis — mas saber se ele se encaixa no seu portfólio depende do seu horizonte, da sua alocação atual em renda fixa e do quanto de volatilidade você está disposto a absorver no curto prazo. Esse cálculo mal feito é o que leva investidores a vender no momento errado e perder justamente o retorno que estavam buscando. A Renova pode fazer essa análise com você — fale com um assessor.