O PACB11 acumulou +13,28% de rentabilidade no ano até abril de 2026 — um desempenho que poucos fundos de renda fixa conservadores conseguiram replicar no mesmo período. Esse ETF de inflação, gerido pelo BTG Pactual Asset Management, concentra as três NTN-Bs de maior prazo do Tesouro Nacional, com vencimentos acima de 20 anos. Por isso, reage com força quando as expectativas de juros reais caem — e com igual intensidade quando sobem.
Neste artigo
- O que é o PACB11?
- Como Funciona o PACB11?
- Cotação e Rentabilidade em 2026
- Taxa de Administração e Custos
- PACB11 vs. IMAB11 vs. PACL11
- 💡 O Modelo de Três Camadas
- 💡 O que poucos explicam sobre o PACB11
- PACB11 Vale a Pena em 2026?
- Quais são os Riscos do PACB11?
- Tributação do PACB11
- Como Comprar PACB11 na B3?
- PACB11 vs. Tesouro IPCA+ Direto
- Liquidez do PACB11
- Resumo Prático
- Perguntas Frequentes
Resposta direta: O PACB11 é um ETF de renda fixa negociado na B3 que replica o índice Teva Tesouro IPCA Ultra Longo Convexity Enhanced, composto pelas 3 NTN-Bs de maior prazo do Tesouro Direto. Taxa de administração de 0,19% ao ano. Tributação pela tabela regressiva de IR (22,5% a 15%) e come-cotas semestral, conforme IN RFB 1.585/2015. Indicado para investidores arrojados com horizonte de 5 a 10 anos. Para entender ETFs de inflação no contexto mais amplo, veja o Guia Completo de ETFs de Renda Fixa.
O que é o PACB11?
O PACB11 é um ETF de renda fixa que replica o índice Teva Tesouro IPCA Ultra Longo Convexity Enhanced, calculado pela Teva Indices. Gerido pelo BTG Pactual Asset Management e negociado na B3, sua carteira é composta pelas 3 NTN-Bs de maior prazo emitidas pelo Tesouro Nacional — títulos com vencimento acima de 20 anos.
Um ETF de renda fixa é um fundo de índice negociado diretamente na bolsa, como uma ação. O investidor compra cotas durante o pregão, sem precisar acessar plataformas de fundos ou cumprir carências. Diferente de um fundo convencional, no PACB11 a gestão é passiva: o fundo simplesmente replica o índice, sem decisões ativas além do rebalanceamento periódico.
O termo “convexidade” no nome do índice indica que o fundo seleciona os títulos com maior convexidade — aqueles que se beneficiam mais de quedas nas taxas de juros. Quanto maior a convexidade, maior o ganho potencial quando os juros caem, mas também maior a perda quando os juros sobem. O BTG escolheu esse índice para oferecer máxima exposição ao ciclo de queda de juros reais no Brasil.
3 — NTN-Bs de maior prazo compõem toda a carteira do PACB11
Definição resumida: ETF de renda fixa gerido pelo BTG Pactual Asset Management, ticker PACB11 na B3. Replica o índice Teva Tesouro IPCA Ultra Longo Convexity Enhanced, composto pelas 3 NTN-Bs de maior prazo do Tesouro Nacional (vencimentos 20+ anos). Taxa de administração de 0,19% ao ano. Liquidação D0. Tributação pela tabela regressiva de IR (22,5% a 15%) e come-cotas semestral em maio e novembro, conforme IN RFB 1.585/2015. Compare com o IMAB11, que replica o IMA-B completo com diversificação de prazos.
O PACB11 concentra apenas 3 títulos na carteira — o que amplifica tanto os ganhos quanto as perdas em relação a ETFs com carteiras mais diversificadas como o IMAB11.
Como Funciona o PACB11?
O PACB11 funciona comprando e rebalanceando automaticamente as 3 NTN-Bs de maior prazo emitidas pelo Tesouro Nacional. Quando um título vence ou um novo título de prazo mais longo é emitido, o índice é ajustado — e o fundo acompanha essa mudança de forma automática.
Duration e convexidade: o que move o preço
Para entender o comportamento do PACB11, dois conceitos são essenciais: duration e convexidade. Duration é a sensibilidade do preço de um título à variação das taxas de juros. Quanto maior o prazo, maior a duration. Uma NTN-B com vencimento em 2055 reage muito mais a variações de juros do que uma com vencimento em 2030.
Convexidade é um refinamento dessa medida. Ela descreve como a sensibilidade do preço muda conforme as taxas variam. Títulos com alta convexidade ganham mais quando as taxas caem do que perdem quando as taxas sobem na mesma magnitude.
Exemplo prático: Se a taxa real de juros cair 1 ponto percentual, uma NTN-B com vencimento em 2055 pode valorizar cerca de 20% a 25% em seu preço de mercado. O PACB11, por concentrar os títulos mais longos, captura esse efeito amplificado.
A liquidação das cotas ocorre em D0 — o recurso fica disponível no mesmo dia da venda. Isso diferencia o ETF de muitos fundos de renda fixa, que trabalham com liquidação em D+1 ou D+30.
Cotação e Rentabilidade do PACB11 em 2026
Em 06 de abril de 2026, o PACB11 era cotado a R$ 10,83, com variação positiva de +0,93% no dia. No acumulado do ano, a rentabilidade chegou a +13,28% (fonte: B3 Bora Investir). No mês, o fundo registrou queda de -1,79%.
A alta de +13,28% no ano reflete um movimento de marcação a mercado positivo. Quando o mercado antecipa queda nas taxas reais de juros, os títulos longos se valorizam antes mesmo de os juros efetivamente caírem. As NTN-Bs ultra longas são as primeiras a se beneficiar desse movimento.
Já a queda de -1,79% no mês reflete o movimento contrário. Dados de inflação ou fiscais acima do esperado pressionaram as taxas longas para cima, gerando marcação a mercado negativa. Essa volatilidade mensal é característica do PACB11 — e deve ser esperada pelo investidor.
13,28% — rentabilidade acumulada do PACB11 no ano até 06/04/2026 (Fonte: B3 Bora Investir)
Cenário real: Quem investiu R$ 10.000 no PACB11 em agosto de 2025 teria R$ 10.830 em abril de 2026 — +8,3% em aproximadamente 7 meses. Após o IR de 20% (prazo entre 181 e 360 dias), o ganho líquido seria de R$ 664, ou +6,6% no período.
Taxa de Administração e Custos do PACB11
A taxa de administração do PACB11 é de 0,19% ao ano — uma das mais baixas entre ETFs de inflação disponíveis na B3. Não há taxa de performance. O valor é deduzido diariamente do patrimônio líquido do fundo, de forma automática e já refletida na cotação.
Na prática, para investidores de longo prazo, a taxa de administração é um dos fatores que mais impacta o retorno líquido acumulado. Em R$ 100.000 ao longo de 10 anos, a diferença entre 0,19% e 0,50% ao ano se acumula de forma relevante. O PACB11 leva vantagem clara nesse critério.
PACB11 vs. IMAB11 vs. PACL11: Qual Escolher?
Os três ETFs de inflação mais relevantes da B3 têm perfis distintos. A escolha certa depende do horizonte, da tolerância ao risco e da expectativa sobre os juros reais.
O PACB11 faz sentido para quem quer máxima convexidade — ou seja, quem acredita que os juros reais longos vão cair e quer amplificar esse ganho. O IMAB11 é mais equilibrado, com menor volatilidade e maior diversificação de prazos. O PACL11 fica no meio-termo, mas cobra taxa mais alta — o que reduz sua atratividade relativa frente ao PACB11 para quem busca duration longa.
💡 O Modelo de Três Camadas para Avaliar o PACB11
Antes de alocar qualquer valor no PACB11, vale passar por três perguntas objetivas. Esse é o filtro que usamos com clientes da Renova ao avaliar ETFs de longa duration.
Na prática, esse é o erro que mais vemos em investidores que entram no PACB11: confundir convicção de longo prazo com tolerância real à volatilidade de curto prazo. São coisas diferentes — e a segunda costuma definir o resultado.
💡 O que poucos explicam sobre o PACB11
A maioria dos artigos sobre ETFs de inflação apresenta o PACB11 como uma aposta em queda de juros. Isso está correto — mas incompleto. O que raramente se explica é que a convexidade do fundo funciona de forma assimétrica no tempo, não apenas na direção.
Em outras palavras: mesmo que os juros reais caiam ao longo de 5 anos, o caminho importa tanto quanto o destino. Um investidor que entrou no PACB11 em janeiro de 2024 e saiu em junho de 2024 — após uma alta temporária de taxas — pode ter realizado prejuízo, mesmo que em dezembro de 2024 a cota estivesse acima do ponto de entrada.
Esse detalhe parece pequeno, mas pode representar a diferença entre um ganho real de 25% e uma saída com perda de 15%. A convexidade só funciona para quem permanece no ativo tempo suficiente para que o cenário macro se realize. É por isso que o horizonte mínimo de 5 anos não é sugestão — é condição para que a tese do fundo funcione.
PACB11 Vale a Pena em 2026?
O PACB11 vale a pena para investidores com horizonte de 5 a 10 anos que acreditam na trajetória de queda das taxas reais de juros no Brasil. A convexidade das NTN-Bs ultra longas amplifica os ganhos nesse cenário — e isso já foi demonstrado pelo desempenho de +13,28% no ano até abril de 2026.
O contexto macroeconômico de 2026 é relevante. A Selic permanece em patamar elevado, mas o mercado começa a precificar um ciclo de cortes no horizonte de 12 a 24 meses. Quando isso ocorre, as NTN-Bs longas tendem a se valorizar antes mesmo do início efetivo dos cortes.
Simulação prática com R$ 50.000
- Cenário positivo (taxa real cai 1 p.p.): ganho estimado de R$ 10.000 a R$ 12.500 no preço da cota (20% a 25%), totalizando R$ 60.000 a R$ 62.500 antes do IR.
- Cenário negativo (taxa real sobe 1 p.p.): perda estimada de R$ 8.000 a R$ 10.000 no preço da cota (16% a 20%), totalizando R$ 40.000 a R$ 42.000 antes de qualquer recuperação.
Para investidores que já têm reserva de emergência e renda fixa conservadora, o PACB11 pode compor até 10% a 15% da carteira como posição tática de longo prazo. O horizonte mínimo recomendado é de 5 anos para diluir a volatilidade de curto prazo.
Quais são os Riscos do PACB11?
O principal risco do PACB11 é o risco de mercado por marcação a mercado. Por concentrar as NTN-Bs de maior prazo, o ETF é extremamente sensível a variações nas taxas de juros reais. Uma alta de 1 p.p. na taxa real pode gerar perdas de 20% ou mais no preço da cota no curto prazo.
- Risco de duration: Com títulos de 20 a 40 anos, o PACB11 tem uma das maiores durations entre ETFs de renda fixa disponíveis no Brasil.
- Risco de liquidez: O volume diário negociado variou de R$ 19 mil a R$ 3 milhões em 2025. Em dias de baixo volume, o spread entre compra e venda pode ser relevante.
- Risco de concentração: O PACB11 tem apenas 3 títulos na carteira — muito diferente do IMAB11, com dezenas de títulos e prazos variados.
- Ausência de FGC: ETFs não são cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos. Os ativos do fundo são títulos do Tesouro Nacional — o risco de crédito é do governo federal.
O erro mais caro aqui: entrar no PACB11 com dinheiro que pode ser necessário em menos de 2 anos. A volatilidade de curto prazo é real — e quem precisa vender na hora errada transforma um ativo de longo prazo em prejuízo garantido.
Checklist antes de comprar
- Você tem reserva de emergência fora do PACB11?
- Seu horizonte de investimento é de pelo menos 5 anos?
- Você consegue suportar quedas de 15% a 25% sem vender?
- Você entende que a cota pode cair mesmo com inflação alta?
- Você verificou o volume diário antes de definir o tamanho da posição?
Tributação do PACB11: Como Funciona o IR?
O PACB11, como ETF de renda fixa, segue a tabela regressiva de Imposto de Renda estabelecida pela Lei 11.033/2004 e regulamentada pela Instrução Normativa RFB 1.585/2015.
Alíquota de IR por prazo — tabela regressiva
Até 180 dias 22,5%
181 a 360 dias 20%
361 a 720 dias 17,5%
Acima de 720 dias 15% ✓
Come-cotas semestral, isenção e IOF
Come-cotas semestral: ETFs de renda fixa como o PACB11 estão sujeitos ao come-cotas em maio e novembro de cada ano, conforme previsto na IN RFB 1.585/2015. O fundo recolhe antecipadamente o IR mínimo de 15% sobre os rendimentos acumulados, reduzindo a quantidade de cotas do investidor. Isso difere dos ETFs de renda variável (ações, cripto), que não têm come-cotas.
Não há isenção de IR: A regra de isenção para vendas abaixo de R$ 20.000 por mês vale apenas para ações negociadas em bolsa. ETFs de renda fixa não têm essa isenção — o IR incide sobre qualquer ganho, independentemente do valor vendido.
IOF: Resgates em menos de 30 dias estão sujeitos ao IOF regressivo, conforme tabela do Decreto 6.306/2007. Por isso, o PACB11 não deve ser usado como reserva de curtíssimo prazo.
Exemplo prático: Investidor que comprou R$ 10.000 em cotas e vendeu após 2 anos com ganho de R$ 2.000 paga R$ 300 de IR (alíquota de 15%). O ganho líquido é de R$ 1.700 — +17% sobre o capital inicial.
Como Comprar PACB11 na B3?
Comprar PACB11 é simples. Basta ter conta em qualquer corretora habilitada na B3 e negociar o ticker PACB11 durante o pregão, das 10h às 17h (horário de Brasília).
- Abra conta em uma corretora habilitada na B3 (XP, BTG Pactual, Rico, Clear, NuInvest, entre outras).
- Transfira recursos via TED ou PIX para a conta da corretora.
- Acesse a plataforma de negociação e busque o ticker PACB11.
- Defina a quantidade de cotas desejada. O mínimo é 1 cota (~R$ 10,83 em abril de 2026).
- Envie a ordem de compra — a mercado (pelo preço atual) ou limitada (pelo preço que você define).
- A liquidação ocorre em D0: o recurso fica disponível no mesmo dia da venda.
PACB11 vs. Tesouro IPCA+ Direto: Qual é Melhor?
Para valores acima de R$ 30.000 com horizonte de 10+ anos, o Tesouro IPCA+ direto tende a ser mais eficiente em termos de custo líquido, especialmente pela ausência de come-cotas. Para valores menores ou para quem prefere operar pela bolsa com facilidade, o PACB11 é uma alternativa competitiva. Confira as condições atuais no portal do Tesouro Direto.
Liquidez do PACB11: Posso Vender Quando Quiser?
Sim — o PACB11 tem liquidez diária na B3. Durante o pregão (10h às 17h), o investidor pode vender suas cotas a qualquer momento, com liquidação em D0.
No entanto, liquidez diária não significa liquidez ilimitada. O volume médio diário do PACB11 variou de R$ 19 mil a R$ 3,04 milhões em 2025. Para posições de até R$ 50.000, esse volume é suficiente. Para posições maiores, pode haver impacto no preço.
Em momentos de estresse de mercado, o spread entre compra e venda pode ampliar. Use sempre ordens limitadas nesses momentos — especialmente em dias de stress fiscal ou divulgação de dados de inflação acima do esperado.
Em dias de estresse de mercado, o spread do PACB11 pode ampliar significativamente — use sempre ordens limitadas nesses momentos.
Resumo Prático
- O PACB11 é um ETF de renda fixa que replica as 3 NTN-Bs de maior prazo do Tesouro Nacional, com taxa de 0,19% ao ano e liquidação D0 na B3.
- A convexidade amplificada significa ganhos maiores quando os juros reais caem — e perdas maiores quando sobem.
- O come-cotas semestral (maio e novembro) reduz cotas automaticamente, diferente do Tesouro IPCA+ direto comprado por pessoa física.
- O IR segue a tabela regressiva da Lei 11.033/2004: 22,5% até 180 dias, reduzindo até 15% acima de 720 dias.
- Para investidores com R$ 30.000+ e horizonte de 10 anos, o Tesouro IPCA+ direto pode ser mais eficiente em custo líquido.
- O perfil ideal é o investidor arrojado, com horizonte de 5 a 10 anos, reserva de emergência consolidada e tolerância à volatilidade de curto prazo.
Veja também: IMAB11 — Guia Completo do ETF IMA-B | Guia Completo de ETFs de Renda Fixa
Perguntas Frequentes sobre o PACB11
O que é o PACB11 e como ele funciona?
O PACB11 é um ETF de renda fixa gerido pelo BTG Pactual Asset Management, negociado na B3. Replica o índice Teva Tesouro IPCA Ultra Longo Convexity Enhanced, composto pelas 3 NTN-Bs de maior prazo do Tesouro Nacional (vencimentos acima de 20 anos). Taxa de administração: 0,19% ao ano. Liquidação D0 na B3.
Qual a diferença entre PACB11 e IMAB11?
O PACB11 concentra apenas as 3 NTN-Bs de maior prazo (20+ anos), com alta convexidade e maior volatilidade. O IMAB11 replica o IMA-B completo, que inclui NTN-Bs de todos os prazos — do curto ao longo. Por isso, o IMAB11 é mais diversificado e menos volátil. O PACB11 amplifica os ganhos em cenários de queda de juros reais, mas também amplifica as perdas no cenário contrário.
PACB11 tem come-cotas semestral?
Sim. Por ser um ETF de renda fixa, o PACB11 está sujeito ao come-cotas semestral em maio e novembro, conforme previsto na IN RFB 1.585/2015. O fundo recolhe antecipadamente o IR mínimo de 15% sobre os rendimentos acumulados, reduzindo a quantidade de cotas do investidor. Isso diferencia o PACB11 do Tesouro IPCA+ comprado diretamente por pessoa física, que não tem come-cotas.
O PACB11 tem isenção de IR para vendas abaixo de R$ 20.000?
Não. A isenção de IR para vendas mensais abaixo de R$ 20.000 aplica-se exclusivamente a ações negociadas em bolsa. ETFs de renda fixa — incluindo o PACB11 — não têm essa isenção. O IR incide sobre qualquer ganho realizado, independentemente do valor vendido no mês.
Qual o valor mínimo para investir no PACB11 em 2026?
O valor mínimo para investir no PACB11 em 2026 é o preço de 1 cota — aproximadamente R$ 10,83 em abril de 2026. Qualquer investidor com conta em corretora habilitada na B3 pode comprar a partir desse valor.
PACB11 é seguro? Qual o risco?
O PACB11 não é coberto pelo FGC. Seu principal risco é a marcação a mercado: por concentrar NTN-Bs ultra longas, o ETF pode perder 20% ou mais do valor em cenários de alta de juros reais. No entanto, os ativos subjacentes são títulos do Tesouro Nacional — o risco de crédito é do governo federal, não do BTG Pactual.
Como o PACB11 se comporta quando a Selic sobe?
Quando a Selic sobe, as taxas reais de longo prazo tendem a subir junto — o que gera marcação a mercado negativa nas NTN-Bs longas. O PACB11 tende a cair nesses momentos, com efeito amplificado pela alta duration dos títulos. Em contrapartida, quando a Selic cai ou o mercado antecipa cortes, o PACB11 tende a se valorizar expressivamente.
O PACB11 é um dos poucos instrumentos acessíveis ao investidor pessoa física que oferecem exposição real à queda dos juros longos no Brasil — com liquidez diária e ticket de entrada abaixo de R$ 11. Mas o potencial de ganho só se realiza para quem permanece no ativo tempo suficiente. Se você quer saber se o PACB11 faz sentido para o seu momento e em qual proporção da carteira, a Renova pode fazer essa análise com você — fale com um assessor.