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IPCA sobe 0,23% em maio; veja onde investir para proteger o seu dinheiro

Nesta semana foi divulgado o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é considerado a inflação oficial do Brasil. Agora, o índice subiu 0,23% em maio em relação ao mês anterior, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O acumulado em 12 meses até aqui registrou alta de 3,94%. Veja a seguir como isso impacta o seu bolso e onde investir para proteger o seu dinheiro!

O resultado representa uma desaceleração de 0,38 ponto percentual em relação ao mês de abril, momento em que a inflação avançou, tendo uma taxa mensal de 0,61% e a uma taxa anual de 4,18%. Esses números vieram bem abaixo das projeções do mercado financeiro, de alta de 0,33%, comparado com o mês anterior e de 4,05% ano a ano.

A alta do IPCA foi por conta do grupo de Saúde e cuidados pessoais. Por outro lado, a queda nos preços nos grupos de Transportes, Artigos de Residência e uma desaceleração entre alguns itens da alimentação no domicílio contribuíram mais para segurar o avanço da inflação.

A inflação dividida pelos grupos:

  • Alimentação e bebidas: 0,16%
  • Habitação: 0,67%
  • Artigos de residência: -0,23%
  • Vestuário: +0,47%
  • Transportes: -0,57%
  • Saúde e cuidados pessoais: +0,93%
  • Despesas pessoais: +0,64%
  • Educação: +0,05%
  • Comunicação: +0,21%

Veja onde investir para proteger o seu dinheiro

O desempenho da sua carteira de investimentos não depende apenas da performance dos ativos. Também é preciso pensar nas questões econômicas, o que significa entender o efeito da inflação sobre os investimentos.

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Esse indicador tem grande impacto no seu patrimônio e no poder de compra que você possui. Portanto, dependendo das suas escolhas, é possível se proteger dessa variação, o que pode favorecer o alcance de objetivos ao longo do tempo.

Aqui, nosso especilista explicou três bons motivos para investir em IPCA+ na renda fixa, dá só uma olhadinha!

Conhecendo os efeitos da taxa, proteger sua carteira de investimento da inflação é essencial. Dessa forma, você tem chances de manter o seu poder de compra ou até mesmo aumentá-lo, evoluindo o patrimônio.

No longo prazo, os resultados positivos tendem a se acumular, tornando-se ainda mais relevantes. Para ter essa proteção, uma das estratégias é diversificar o portfólio. Com a alocação em diferentes ativos, existe a chance de diluir os riscos e ampliar o retorno para ficar acima da inflação.


Outra medida para isso consiste em investir em títulos atrelados à inflação, caso faça sentido para o seu perfil de investidor e seus objetivos. Dessa forma, surgem oportunidades de consolidar uma performance acima da inflação, evitando a perda do poder de compra.

Quais são os investimentos atrelados ao IPCA?

Como você viu até aqui, os investimentos atrelados à inflação podem ser soluções para se proteger da perda do valor do dinheiro. Eles costumam ser aplicações financeiras de renda fixa, cujo rendimento depende da inflação.

Assim, o retorno obtido acompanha os movimentos do indicador. A seguir, veja quais são alternativas que podem ajudá-lo a ter essa proteção!

Tesouro IPCA+

Um dos principais exemplos é o Tesouro IPCA+. Esse é um título público emitido pelo Tesouro Nacional para a captação de recursos pelo Governo Federal. Seu rendimento é dado por uma taxa fixa mais a variação do IPCA.

Esse título tem liquidez diária, mas a venda antecipada é feita pelo preço do dia, no que é conhecido como marcação a mercado. Se o preço estiver abaixo do valor de compra, podem ocorrer prejuízos. Portanto, para garantir o rendimento contratado, é necessário levar o título até o vencimento.

Também é importante saber que o Tesouro IPCA+ é de longo prazo. Porém, existem títulos com Juros Semestrais, que faz o pagamento de cupons de rendimento a cada 6 meses.

Títulos híbridos

Além do Tesouro IPCA+, especificamente, é possível investir em títulos de renda fixa com rentabilidade híbrida. Funciona do mesmo modo que o título federal: eles são atrelados ao IPCA e contam com uma taxa fixa.

É o que acontece com o certificado de depósito bancário (CDB) ou com a letra de crédito imobiliário (LCI) e do agronegócio (LCA), que podem ser híbridas. Nesse caso, há proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que protege até R$ 250 mil por CPF e instituição financeira, com um limite global de R$ 1 milhão.

Para quem estiver disposto a correr mais riscos, há os títulos do crédito privado. Entre eles, estão os certificados de recebíveis imobiliários (CRI) e do agronegócio (CRA) e as debêntures de retorno híbrido.

Fundos de inflação

Outra opção do mercado financeiro é o fundo de inflação. Na prática, o fundo de investimento é um veículo financeiro que permite o investimento por meio da aquisição de cotas de participação. As operações são realizadas por um gestor profissional, que toma as decisões conforme a estratégia definida.

No caso específico dos fundos de inflação, a maior parte dos recursos é alocada em títulos ligados à inflação. Esses são fundos de renda fixa e têm como objetivo superar índices atrelados à inflação, como o IMA-B (Índice de Mercado ANBIMA – série B).

O investimento pode ser feito em fundos de títulos com prazos até 5 anos ou com prazo igual ou superior a 5 anos. Além disso, a estratégia pode envolver a venda dos títulos de acordo com o potencial e a marcação a mercado, por exemplo, o que também pode potencializar o retorno.

Qual o impacto do IPCA e PIB nos investimentos?

A prévia do PIB mostra que a economia está desacelerando, muito por conta do patamar atual de juros. Ao mesmo tempo, a Selic está em 13,75% e inibe os investimentos das empresas, com o crédito mais caro e também mais restrito, explica Karina Afuso, assessora de investimentos da Renova Invest.

Portanto, um PIB menor representa menos investimentos nas empresas, que enxugam suas estruturas. Como consequência, vai acarretar em menos emprego e é um ciclo ruim para o país como um todo, pesando bastante na economia.

Vale lembrar que os juros estão nesse patamar, porque o Banco Central ainda não viu a expectativa de inflação arrefecer. E falando de investimentos, aplicações atreladas à inflação, ou seja, que pagam IPCA + taxa fixa, são boas alternativas, pois protegem o poder de compra, diz a assessora.


A renda fixa segue sendo a queridinha na carteira dos investidores, por conta da atratividade do retorno. É uma jogada inteligente surfar na onda e garantir a rentabilidade. Por mais que não seja positivo para a economia a alta da inflação, é algo que valoriza esses ativos que são indexados ao indicador.

Com o PIB maior, significa uma maior segurança na economia e atrai os investidores. O cenário é positivo porque mostra a evolução da atividade econômica, em que as empresas estão investindo e a população consumindo. Assim, os investimentos no setor produtivo se tornam mais interessantes por oferecerem rendimentos maiores do que os de renda fixa e a poupança.

Mas tudo muda se esse crescimento for acompanhado pela alta da inflação, como é o caso atual do Brasil. Pois significa que há uma redução do consumo da população e as empresas pisam no freio. Caso esteja investindo em renda variável, tome cuidado com as oscilações e com as alocações em tempos de incertezas.

Não perca tempo e aperfeiçoe seus conhecimentos, se inscreva no nosso canal do YouTube para explorar as melhores oportunidades de investimentos no mercado.

Quer conhecer melhor as alternativas disponíveis no mercado financeiro? Entre em contato conosco da Renova Invest e veja como nossa assessoria de investimentos pode ajudá-lo!

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