Se você está começando a se aprofundar no universo do dinheiro, é bem provável que já tenha se deparado com alguns termos técnicos, não é? Este glossário do mercado financeiro chegou para te ajudar.
O mundo dos investimentos tem um vocabulário próprio, muitas vezes cheio de siglas, expressões em inglês e conceitos que podem gerar dúvida em quem ainda está dando os primeiros passos nesse universo.
Mais do que apenas entender o significado dos termos financeiros, é importante compreender como eles se aplicam na prática e de que forma eles influenciam suas decisões e resultados no dia a dia.
Pensando em facilitar esse aprendizado, a Renova Invest preparou um guia com os principais termos e conceitos do mercado financeiro, para você navegar com mais segurança e clareza nessa jornada.
Principais termos e conceitos do mercado financeiro
AÇÕES
As ações representam pequenas parcelas do valor de uma empresa que decide abrir seu capital na Bolsa de Valores. Ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio da companhia, participando de seus resultados, tanto dos lucros quanto dos riscos.
ALAVANCAGEM
A alavancagem é uma estratégia que permite ao investidor operar valores maiores do que o capital disponível em conta, utilizando recursos fornecidos pela corretora. Com ela, é possível ampliar o potencial de lucro, mas também aumentar o risco de prejuízo, já que pequenas variações no preço do ativo podem gerar grandes impactos. Por isso, a alavancagem costuma ser utilizada por investidores com perfil arrojado e experiência em operações de curto prazo, como day trade e mercado futuro.
ALÍQUOTA
A alíquota é o percentual usado para calcular impostos e tributos, como Imposto de Renda, ICMS e IPVA, entre outros. Em outras palavras, é a taxa aplicada sobre uma base de cálculo para determinar o valor do imposto devido.
AMORTIZAÇÃO
A amortização é o processo de quitar uma dívida de forma gradual, por meio do pagamento das parcelas. Cada parcela é composta por uma parte destinada à redução do valor principal e outra ao pagamento dos juros. Esse mecanismo é comum em empréstimos, financiamentos e contratos de crédito. Em títulos como CRAs e CRIs, por exemplo, o investidor recebe parte do principal junto com os juros periodicamente.
ASSETS
O termo assets, em inglês, significa ativos. No contexto financeiro e contábil, ele se refere ao conjunto de bens, direitos e recursos que pertencem a uma empresa ou a um investidor. Em outras palavras, são os itens de valor que compõem o patrimônio.
BDR
O Brazilian Depositary Receipt (BDR) é um certificado que representa ações de empresas estrangeiras negociadas aqui no Brasil, pela B3, a Bolsa de Valores brasileira. Com ele, o investidor pode acessar ativos internacionais sem precisar investir diretamente fora do país. É importante lembrar que o BDR não equivale à compra direta das ações no exterior, mas sim a um título que as representa.
CAPITAL ABERTO
Empresas de capital aberto são aquelas que possuem ações negociadas na Bolsa de Valores, permitindo que investidores comprem e vendam suas participações. Já as empresas de capital fechado não disponibilizam suas ações ao público, ou seja, não permitem esse tipo de negociação no mercado.
CARTEIRA DE ATIVOS
No mercado financeiro, o termo “carteira” se refere ao conjunto de investimentos que um investidor possui. Ela pode incluir ações, fundos imobiliários, títulos de renda fixa e outros produtos financeiros. A carteira de ativos representa, portanto, tudo o que compõe o portfólio de investimentos de uma pessoa ou empresa.
CARTEIRA RECOMENDADA
A carteira recomendada reúne sugestões de investimentos definidas por especialistas para orientar o investidor na alocação dos seus recursos. Elas são baseadas no perfil de risco, nos objetivos e no cenário econômico. O BTG Pactual, por exemplo, divulga carteiras recomendadas com foco em diversificação e performance, ajustadas conforme as condições do mercado.
Confira a carteira recomendada TOP 10 Ações do BTG Pactual. A carteira tem como objetivo capturar as melhores oportunidades e performances do mercado de ações sugerindo cerca de 10 ações a cada mês.
CDB
O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um título emitido pelos bancos para captar recursos junto aos investidores. Na prática, o investidor empresta dinheiro ao banco por um período determinado e, em troca, recebe juros sobre o valor aplicado. É uma das formas mais tradicionais de renda fixa e costuma oferecer rentabilidade atrelada ao CDI ou a uma taxa prefixada.
CDI
O CDI (Certificado de Depósito Interbancário) é uma operação de empréstimo de curtíssimo prazo entre bancos, feita para equilibrar o caixa das instituições financeiras. A taxa média dessas transações é chamada de Taxa CDI, um dos principais indicadores de referência da renda fixa no Brasil, servindo como base para o rendimento de diversos investimentos.
CIRCUIT BREAKER
O circuit breaker é um mecanismo de interrupção temporária das negociações na Bolsa de Valores acionado em momentos de forte queda do mercado. Ele serve para conter movimentos extremos de pânico e permitir que os investidores reavaliem suas posições. Na B3, o sistema é ativado quando o Ibovespa cai mais de 10% em relação ao fechamento anterior. Se o índice continuar a cair, alcançando 15%, uma nova interrupção é feita, dessa vez por 1 hora. Se não houver melhora ao retomarem as atividades, fazendo com que ocorra uma queda até 20%, a bolsa decide qual será o intervalo de suspensão das operações.
COME-COTAS
O come-cotas é o Imposto de Renda cobrado antecipadamente sobre os fundos de investimento (fundos de renda fixa, fundos DI, fundos cambiais e fundos multimercado). Ele recebe esse nome porque a tributação é descontada diretamente das cotas do fundo, reduzindo a quantidade de cotas do investidor de forma proporcional ao imposto devido. O come-cotas incide somente sobre o rendimento do fundo e não sobre o montante total. A cobrança ocorre duas vezes por ano, de 6 em 6 meses, sempre no último dia útil de maio e de novembro.
COMMODITIES
O termo commodities, que em português significa mercadorias, representa bens de origem primária com baixo grau de industrialização e alta demanda global. Entre os exemplos mais conhecidos estão petróleo, ouro, soja, minério de ferro e prata. Esses produtos são negociados diariamente em bolsas de mercadorias ao redor do mundo e servem como termômetro da economia global.
CVM
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é o órgão responsável por regular e fiscalizar o mercado de capitais no Brasil. Sua função é garantir a transparência, a integridade e a segurança das negociações envolvendo ações, fundos e outros valores mobiliários. Na prática, a CVM atua para proteger os investidores e promover o bom funcionamento do mercado financeiro.
DAY TRADE
O Day Trade é uma operação de curtíssimo prazo realizada na Bolsa de Valores, em que a compra e a venda de um ativo acontecem no mesmo dia. O objetivo é aproveitar pequenas variações de preço ao longo do pregão para obter lucro rápido. Por ser uma estratégia mais dinâmica, exige conhecimento técnico, disciplina e atenção constante ao mercado.
DEBÊNTURES
As debêntures são títulos de dívida emitidos por empresas privadas que buscam captar recursos junto aos investidores. Ao comprar uma debênture, o investidor empresta dinheiro à empresa e, em troca, recebe juros periódicos. É uma alternativa de investimento em renda fixa corporativa, geralmente com rentabilidade superior aos títulos públicos.
DEFLAÇÃO
A deflação ocorre quando há queda generalizada dos preços de produtos e serviços em um determinado período. É o oposto da inflação e, embora pareça positiva à primeira vista, pode indicar enfraquecimento da economia, redução do consumo e retração da atividade produtiva.
DERIVATIVOS
Os derivativos são instrumentos financeiros cujo valor deriva de outro ativo, como ações, moedas, índices ou commodities. Eles são usados tanto para proteção (hedge) quanto para estratégias especulativas, permitindo ao investidor reduzir riscos ou buscar ganhos em cenários específicos. Os principais tipos de derivativos são: contratos a termo, contratos futuros, opções e swaps.
DESCORRELAÇÃO
A descorrelação ocorre quando dois ou mais ativos não se movimentam na mesma direção em um determinado período. Em outras palavras, enquanto um investimento pode cair, o outro pode se manter estável ou até se valorizar. Essa característica é essencial em uma estratégia de diversificação, pois reduz o risco total da carteira, já que os resultados de um ativo podem compensar eventuais perdas de outro.
É por isso que muitos investidores combinam renda fixa, ações e ativos internacionais: para buscar retornos mais consistentes com menor volatilidade.
DIVERSIFICAÇÃO
A diversificação é a prática de distribuir os investimentos entre diferentes tipos de ativos e setores, buscando reduzir riscos e equilibrar retornos. Ao aplicar em produtos com características distintas, como ações, renda fixa, fundos e ativos internacionais, o investidor protege sua carteira das oscilações de um único mercado.
FGC
O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) é uma entidade privada mantida pelas instituições financeiras para oferecer mais segurança aos investidores. Em casos de falência ou intervenção de um banco emissor, o FGC garante o reembolso de valores aplicados em produtos cobertos como poupança, CDB, RDB, LC, LCI e LCA, até R$ 250 mil por CPF/CNPJ e instituição, com limite global de R$ 1 milhão a cada 4 anos.
FUNDO IMOBILIÁRIO (FII)
Os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) reúnem recursos de diversos investidores para aplicar no setor imobiliário, seja por meio de imóveis físicos (como shoppings, lajes corporativas e galpões) ou de títulos do segmento, como CRIs e LCIs. Eles oferecem a possibilidade de receber rendimentos mensais isentos de IR e participar da valorização dos ativos, sem precisar comprar um imóvel diretamente.
FUNDO DE INVESTIMENTO (FI)
Um Fundo de Investimento (FI) funciona como um condomínio financeiro, em que vários investidores aplicam recursos em conjunto. Esse capital é administrado por um gestor profissional, que decide onde investir conforme a estratégia do fundo. Os ganhos e perdas são distribuídos de forma proporcional ao valor aplicado por cada investidor.
FUNDO MULTIMERCADO
O Fundo Multimercado é uma categoria de investimento que permite ao gestor aplicar em diferentes classes de ativos, como renda fixa, ações, câmbio e derivativos. Essa flexibilidade possibilita diversificação e potencial de rentabilidade maior, embora envolva níveis variados de risco, conforme a estratégia adotada pelo fundo.
HEDGE
O hedge é uma estratégia de proteção usada no mercado financeiro para reduzir riscos de oscilações nos preços de ativos. Ela busca equilibrar possíveis perdas em uma posição com ganhos em outra, funcionando como um “seguro” para a carteira. É muito utilizada por investidores e empresas que desejam proteger seus resultados contra a volatilidade do mercado.
HOLDING
Uma holding é uma empresa criada para controlar ou administrar outras companhias. Seu principal objetivo é organizar e centralizar a gestão de diferentes negócios, podendo atuar tanto de forma operacional quanto apenas como controladora de participações. Esse modelo é comum em grupos empresariais e também pode ser usado em planejamento patrimonial e sucessório.
HOME BROKER
O home broker é uma plataforma on-line disponibilizada pelas corretoras, que permite comprar e vender ativos financeiros em tempo real pela internet. Por meio dela, o investidor acessa a Bolsa de Valores, acompanha cotações e executa ordens com praticidade e segurança.
IBOVESPA
O Ibovespa é o principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3) e reflete o desempenho médio das ações mais negociadas do mercado. Ele serve como um termômetro da economia, mostrando a direção geral dos preços das principais empresas listadas. Criado em 1968, o índice é revisado trimestralmente para refletir as empresas mais representativas e líquidas do mercado.
IGP-M
O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) é um dos principais indicadores de inflação do Brasil, calculado mensalmente pela Fundação Getulio Vargas (FGV). É amplamente usado para reajustar contratos, como aluguéis e tarifas de serviços, e reflete variações de preços em diferentes setores da economia.
IPCA
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é o indicador oficial de inflação no Brasil, medido pelo IBGE. Ele acompanha a variação dos preços de produtos e serviços consumidos pelas famílias, servindo de referência para as metas de inflação e para as decisões de política monetária do Banco Central.
LC
As Letras de Câmbio (LC) são títulos de renda fixa emitidos por instituições financeiras.
Funcionam de forma semelhante aos CDBs, em que o investidor empresta dinheiro ao emissor e recebe juros em uma data futura. São uma alternativa para quem busca rentabilidade previsível e segurança dentro da renda fixa. É coberta pelo FGC.
LCI/LCA
As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) são títulos de renda fixa emitidos por bancos, voltados para financiar o setor imobiliário e o agronegócio, respectivamente.
Por apoiarem áreas essenciais da economia, possuem isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas, o que aumenta sua atratividade. Também são cobertas pelo FGC.
LIQUIDEZ
A liquidez representa a facilidade com que um ativo pode ser transformado em dinheiro.
Investimentos como a poupança ou o Tesouro Selic têm alta liquidez, pois permitem resgates rápidos. Já ativos como imóveis ou fundos imobiliários possuem liquidez menor, pois podem demorar mais tempo para serem vendidos.
MARGEM DE GARANTIA
A margem de garantia é um valor bloqueado na conta do investidor para assegurar o cumprimento das operações na bolsa, especialmente em contratos futuros e alavancados. Ela funciona como uma espécie de caução, garantindo que o investidor tenha recursos suficientes para cobrir possíveis perdas. A margem pode ser composta por dinheiro, títulos públicos, ações ou outros ativos aceitos pela corretora.
MERCADO FUTURO
O mercado futuro é onde contratos com preços definidos hoje são negociados para liquidação em datas futuras. Esses contratos podem envolver dólar, juros, commodities ou índices e são usados para proteção (hedge) ou especulação. As operações exigem margem de garantia e permitem alavancagem, oferecendo maior potencial de ganhos e riscos.
PERFIL DE INVESTIDOR
O perfil de investidor é uma classificação usada por corretoras e instituições financeiras para identificar o nível de tolerância ao risco de cada pessoa. Essa análise considera fatores como objetivos financeiros, horizonte de investimento e comportamento diante de oscilações do mercado. Geralmente, os perfis são divididos em conservador, moderado e experiente (ou arrojado), e ajudam a definir as melhores estratégias de investimento para cada perfil.
PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO
O planejamento sucessório é uma estratégia que organiza a transferência de patrimônio entre gerações, garantindo uma transição mais eficiente e menos burocrática. Ele permite definir previamente como os bens serão distribuídos, reduzir custos e evitar conflitos familiares. É uma prática essencial dentro da gestão patrimonial, especialmente para quem busca preservar e perpetuar o patrimônio familiar.
PREGÃO
O pregão é o período em que acontecem as negociações na Bolsa de Valores. Durante esse tempo, investidores compram e vendem ativos, como ações, fundos imobiliários e contratos futuros, em tempo real. Hoje, o pregão é realizado de forma totalmente eletrônica pela B3, permitindo operações rápidas e acessíveis pela internet.
RENDA FIXA
A renda fixa é uma categoria de investimentos que oferece maior previsibilidade de retorno. Ao aplicar nesse tipo de ativo, o investidor já sabe qual será a forma de remuneração, que pode ser prefixada (taxa definida no momento da aplicação) ou pós-fixada (atrelada a um índice de referência, como o CDI ou a inflação). É uma opção bastante usada para diversificação de portfólio e proteção em momentos de volatilidade do mercado.
RENDA VARIÁVEL
A renda variável se diferencia da renda fixa por apresentar retornos menos previsíveis, o que inclui a possibilidade de ganhos maiores, mas também de perdas. Os resultados estão diretamente ligados ao desempenho dos ativos, como ações, fundos imobiliários ou moedas. É uma classe de investimento que exige visão de longo prazo, estratégia e tolerância ao risco, sendo ideal para quem busca potencial de valorização.
RENTABILIDADE
A rentabilidade representa o retorno obtido por um investimento ao longo do tempo, indicando o quanto ele gerou de ganho em relação ao valor aplicado. Na renda fixa, esse retorno pode se apresentar de três formas: prefixada, quando a taxa é definida no momento da aplicação; pós-fixada, quando acompanha um índice de referência, como o CDI ou a inflação; e híbrida, que combina uma taxa fixa com a variação de um indicador. Entender o tipo de rentabilidade é essencial para avaliar o desempenho de um investimento e escolher a estratégia mais adequada ao seu perfil de investidor.
RLP ATIVO
O RLP (Retail Liquidity Provider), ou Provedor de Liquidez do Varejo, é um sistema que permite à corretora atuar como contraparte das ordens do investidor. Quando o RLP está ativo, ele pode melhorar a execução das ordens, oferecendo preços iguais ou melhores que os disponíveis no mercado. Essa ferramenta ajuda a aumentar a liquidez e reduzir custos de operação, sendo comum em negociações de minicontratos e ações.
STOP GAIN
O stop gain é uma estratégia utilizada para garantir lucros em uma operação. Funciona de forma semelhante ao stop loss, mas com o objetivo oposto: encerrar automaticamente a posição quando o ativo atinge um preço de lucro predefinido. Essa técnica ajuda o investidor a manter disciplina e proteger ganhos, evitando decisões impulsivas durante oscilações do mercado.
STOP LOSS
O stop loss é uma estratégia de proteção usada por investidores para limitar perdas em uma operação. Consiste em definir um preço mínimo de venda, caso o ativo atinja esse valor, a posição é encerrada automaticamente. Essa ferramenta ajuda a controlar o risco e evitar decisões impulsivas, especialmente em momentos de volatilidade no mercado.
TAXA SELIC
A Taxa Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira, definida pelo Banco Central. Ela serve como referência para todas as demais taxas de juros, influenciando o custo do crédito, a rentabilidade da renda fixa e as decisões de investimento. Quando a Selic sobe, tende a encarecer o crédito e favorecer investimentos conservadores; quando cai, estimula o consumo e o mercado de renda variável.
TESOURO DIRETO
O Tesouro Direto é uma plataforma criada pelo Governo Federal que permite a compra e venda de títulos públicos pela internet, de forma simples e acessível. Esses títulos são emitidos pelo Tesouro Nacional e usados para financiar as atividades do governo, sendo uma opção de renda fixa segura e acessível a qualquer investidor. Atualmente, os títulos disponíveis são: Tesouro Selic, Tesouro IPCA+, Tesouro Educa+, Tesouro Renda+ e Tesouro Prefixado.
TRADER
O trader é o investidor que busca lucrar com a variação de preços de ativos no curto prazo, realizando diversas operações na Bolsa de Valores. Ele pode atuar em diferentes prazos, como day trade, swing trade ou position trade, dependendo da estratégia e do tempo de exposição ao mercado. Ser trader exige análise constante, disciplina e gestão de risco, já que os resultados estão diretamente ligados às oscilações do mercado.
VALOR PATRIMONIAL (VP)
O Valor Patrimonial (VP) representa o montante total do patrimônio de um fundo de investimento. É calculado a partir da soma de todos os ativos sob gestão, descontadas as obrigações e despesas. Esse indicador é importante para avaliar o valor real das cotas de um fundo e acompanhar sua evolução ao longo do tempo.
VOLATILIDADE
A volatilidade mede o nível de variação dos preços de um ativo ao longo do tempo, indicando o grau de risco envolvido no investimento. Quando a volatilidade é alta, significa que o preço do ativo oscila com mais intensidade, seja para cima ou para baixo. Compreender a volatilidade é essencial para definir o perfil de risco e as estratégias de diversificação da carteira.
Investir vai além de escolher ativos: é sobre entender seus objetivos, prazos e tolerância ao risco. O conhecimento financeiro é o primeiro passo para decisões mais seguras e inteligentes. O segundo é escolher o lugar certo para fazer isso.
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