Carteira Recomendada ESG BTG Pactual [Setembro 2026]

O investimento responsável está se tornando cada vez mais importante para a comunidade de investidores em geral e para os investidores latino-americanos em particular. Confira o portfólio ESG, uma carteira de 10 ações com revisão mensal.
Homens segurando uma planta, simbolizando a ideia de sustentabilidade da carteira recomendada de esg


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A Carteira Recomendada ESG do BTG Pactual reúne 10 ações selecionadas pelo Equity Research, com revisão mensal, combinando qualidade de governança, aderência a temas ambientais e sociais e potencial de retorno. O portfólio é construído a partir de oito macro temas ESG considerados materiais para a América Latina (baixo carbono, transição energética, NPS, inovação, digitalização, diversidade, governança corporativa e economia circular).

Resumo rápido: Em setembro de 2026, a Carteira Recomendada ESG do BTG Pactual fez uma troca: entrou a Porto (PSSA3), no lugar da Localiza (RENT3). Os outros nove ativos permanecem, com peso igual de 10%. Nos últimos 30 dias, a carteira subiu 8,0%, desempenho inferior ao do Ibovespa (11,1%) e ao do índice de referência S&P/B3 ESG (10,9%).

Objetivo da carteira ESG

O investimento responsável tem ganhado relevância crescente entre os investidores latino-americanos. A carteira ESG do BTG foi lançada para auxiliar nesse processo, contemplando companhias que se beneficiam dos macro temas ESG ou que apresentam práticas robustas em sustentabilidade, filtradas por recomendação de Compra do Research. O portfólio é composto por 10 ações com peso igual de 10% cada, revisado mensalmente. Empresas com práticas ESG ainda em desenvolvimento podem fazer parte do portfólio se o valuation for atraente e houver evidência de evolução clara na agenda.

Composição da Carteira ESG — Setembro 2026

As dez escolhas para o portfólio de setembro são Axia Energia, Copel, Cury, Embraer, Itaú, Motiva, Porto, Rede D’Or, Sabesp e Smart Fit — sendo a Porto a novidade do mês, no lugar da Localiza.

Empresa Código Peso Potencial de alta P/L 2026
Axia Energia AXIA3 10% 34,4% 16,2x
Copel CPLE3 10% 13,1% 14,1x
Cury CURY3 10% 42,9% 7,4x
Embraer EMBJ3 10% 33,8% 23,9x
Itaú ITUB4 10% 27,5% 9,2x
Motiva MOTV3 10% 22,1% 12,9x
Porto PSSA3 10% 21,9% 8,9x
Rede D’Or RDOR3 10% 56,5% 16,5x
Sabesp SBSP3 10% 15,5% 20,3x
Smart Fit SMFT3 10% 75,5% 11,6x

Fonte: Estimativas do BTG Pactual. Potenciais de alta e múltiplos são projeções e não representam garantia de retorno.

Múltiplos e potencial de valorização

Com a recuperação das ações nos últimos 30 dias, os potenciais de alta estimados pelo BTG recuaram em relação ao mês anterior e agora vão de 13,1% (Copel) a 75,5% (Smart Fit). Entre os destaques estão Smart Fit (75,5%, a 11,6x P/L 2026), Rede D’Or (56,5% a 16,5x) e Cury (42,9%), que segue com o menor múltiplo da carteira (7,4x P/L 2026). A estreante Porto vem logo atrás em múltiplo, a 8,9x P/L 2026 (8,3x para 2027), com potencial de 21,9% e dividend yield estimado de 7%.

No outro extremo da escala de múltiplos, a Embraer negocia ao maior P/L 2026 da carteira (23,9x), embora o BTG prefira olhar o EV/EBITDA de 2027, de 11x — múltiplo que o banco considera justo diante dos fundamentos. A Sabesp sai a 20,3x P/L 2026 com potencial de 15,5% e TIR de 9,7%, e a Copel tem o menor potencial de alta da seleção (13,1%), negociando a uma TIR real de 9,8%. Em termos de tamanho, o Itaú é a maior empresa da carteira (~R$ 425,6 bilhões de valor de mercado) e a Cury a menor (~R$ 9,0 bilhões), e o Itaú também concentra a maior liquidez, com volume médio diário de R$ 1,07 bilhão.

Movimentação em setembro de 2026

Entrada: Porto (PSSA3). Saída: Localiza (RENT3).

A Porto entra pelo valuation atrativo e por um histórico que o BTG classifica como impressionante: segundo o banco, é uma das poucas empresas do Ibovespa capazes de gerar valor de forma consistente no longo prazo, com crescimento composto do lucro líquido de 16% ao ano entre 2004 e 2025 e ações que superaram o índice e o CDI desde o IPO, em 2004. O BTG passou a ter uma visão mais construtiva sobre o negócio, hoje mais diversificado e com ROE em melhora nos últimos anos. O ajuste recente de portfólio no Porto Bank, que o banco vê como uma medida prudente de criação de valor, pressionou as ações, que acumulam queda de 9% desde os picos recentes — movimento que o BTG lê como oportunidade de entrada, e não como ameaça à tese. A companhia negocia a 8,3x P/L 2027, com dividend yield de 7%, e teve a recomendação elevada recentemente para Compra.

Ainda no setor financeiro, o BTG manteve o Itaú, que segue como a tese de qualidade do setor e o banco large cap preferido do banco. O restante da carteira não mudou: Sabesp, Axia e Copel compõem o bloco de serviços básicos, com as duas elétricas se beneficiando de preços de energia mais altos enquanto seguem oferecendo dividend yields atrativos; a Embraer segue apoiada no momentum de resultados a partir do segundo semestre; a Motiva continua como nome defensivo, a uma TIR real de 11%; e Cury, Smart Fit e Rede D’Or completam a seleção.

O relatório não desenvolve uma justificativa específica para a saída da Localiza — o texto do BTG concentra-se na tese da entrante.

Rentabilidade da carteira ESG

Nos últimos 30 dias, o portfólio ESG subiu 8,0%, desempenho inferior ao do Ibovespa (11,1%) e ao do índice de referência S&P/B3 ESG (10,9%) — uma recuperação depois da queda de 10,5% registrada na edição anterior, mas que ficou atrás do mercado. As maiores contribuições ponderadas vieram de Motiva (1,9%), Copel (1,7%), Sabesp (1,3%), Axia (1,1%), Rede D’Or (1,0%) e Itaú (0,9%), e a Localiza, que deixa a carteira, contribuiu com 0,6%. As únicas detratoras foram Cury (-0,3%) e Embraer (-0,2%), e a Smart Fit ficou estável (0,0%). Rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros.

Observação: a tabela de contribuição por ativo do relatório traz a Localiza entre os nomes, refletindo a composição vigente durante a janela de mensuração — a Porto, incluída apenas agora, ainda não aparece nesse detalhamento. Vale notar também que o relatório ESG é divulgado em meados do mês (esta edição saiu em 15 de setembro), e não no primeiro dia útil, de modo que a janela de 30 dias vai de meados de agosto a meados de setembro.

Tese de investimento e pilares ESG das principais posições

Axia Energia (AXIA3) Tese: segue como uma das empresas preferidas do BTG para o ambiente atual. A visão positiva para os preços de energia é especialmente favorável à companhia, dado o volume significativo de energia disponível para comercialização — preços mais elevados devem se traduzir diretamente em geração de caixa mais robusta. Com a alavancagem projetada abaixo de 3x neste ano e recuando para 2,1x em 2027, a Axia deve continuar sendo uma forte pagadora de dividendos, o que reduz a duration da tese, fator relevante no cenário macro atual. O BTG estima dividend yield médio de 10% entre 2027 e 2029 e TIR real de 12,4%. ESG: meta de emissões líquidas zero até 2030, com investimentos em restauração de cursos d’água (represas de São Francisco, Parnaíba e Furnas) e em melhoria da geração e navegação nos rios Amazonas, Madeira e Tocantins; fortes padrões de conformidade e transparência, com trabalho ativo em DEI.

Copel (CPLE3) Tese: segue como uma empresa capaz de gerar valor de forma consistente, combinando bons dividendos, gestão sólida e forte disciplina na gestão de riscos. O BTG confia que a companhia continuará alocando capital de maneira disciplinada, enquanto o portfólio de geração deve se beneficiar de preços de energia mais altos, dado o volume relevante de energia descontratada disponível para comercialização nos próximos anos. Negocia a uma TIR real de 9,8%, contra 8% a 9% de outras pagadoras de dividendos da cobertura. ESG: em 2024 atingiu 100% de produção a partir de fontes renováveis; trabalha na descarbonização da frota e em segurança e treinamento de funcionários, com altos padrões de governança após a privatização de 2023.

Embraer (EMBJ3) Tese: depois de um movimentado Farnborough Airshow em julho, reforçado por mais de 60 pedidos do E2 e por uma nova sequência de encomendas do KC-390 (incluindo Colômbia e Grécia), a companhia reportou resultados sólidos no 2T, com margens acima das estimativas do BTG mesmo desconsiderando o crédito tributário líquido de US$ 60 milhões. O banco espera que o momentum de resultados permaneça forte a partir do segundo semestre de 2026, sustentado por uma cadeia de suprimentos mais favorável e por ganhos de eficiência, em um período sazonalmente mais forte para o setor. Negocia a 11x EV/EBITDA 2027, múltiplo que o BTG considera justo diante dos fundamentos de longo prazo e do potencial de revisões positivas de lucro no curto prazo. ESG: a busca contínua pela redução do consumo de combustível das aeronaves é a base da agenda de sustentabilidade, somada ao apoio ao desenvolvimento do Combustível de Aviação Sustentável (SAF); na frente social, destacam-se os esforços para atrair e reter talentos e promover a diversidade.

Sabesp (SBSP3) Tese: os resultados recentes foram impactados por despesas mais altas de marketing e call center, e a ação caiu cerca de 15% depois que a administração indicou que essas pressões de custo devem persistir ao longo de 2026 — embora 2027 deva refletir melhor os resultados sustentáveis da companhia. O BTG avalia que essa realização de lucros criou uma boa oportunidade para aumentar a posição no nome. A Sabesp continua sendo uma tese de crescimento de long duration convincente, sustentada por crescimento contratado de EBITDA e lucros, dividendos crescentes, a natureza de monopólio natural do negócio e ganhos de eficiência adicionais após a privatização. Negocia a uma TIR de 9,7%. ESG: o saneamento tem potencial de gerar impacto ambiental e social significativo — o tratamento de água e esgoto e o acesso a água segura e de alta qualidade não apenas reduzem a poluição, mas também diminuem a incidência de doenças, o que impacta positivamente educação e renda domiciliar.

Rede D’Or (RDOR3) Tese: combina elevada rentabilidade, sólidos catalisadores de crescimento e valuation descontado. As ações negociam perto das mínimas históricas, a cerca de 13,5x o P/L estimado para 2027 — desconto de 25% em relação às médias históricas —, enquanto o momentum de resultados segue forte. Os resultados do 2T vieram acima das estimativas do BTG, o que o banco vê como reflexo da qualidade dos ativos e da resiliência do modelo, e a companhia segue bem-posicionada para consolidar hospitais, seguros e oncologia, sem disrupção relevante ou ameaças competitivas significativas no horizonte. ESG: plano estruturado com metas de redução do uso de água e energia, queda de emissões de gases de efeito estufa e aumento de reciclagem; pilar social central, com foco no paciente, inovação e educação.

Itaú Unibanco (ITUB4) Tese: a visão do BTG segue inalterada, apesar do aumento da saída de investidores estrangeiros à medida que as incertezas eleitorais cresceram. O cenário macro continua desafiador, com juros elevados por mais tempo e preocupações crescentes com um ciclo de crédito mais difícil em 2027, mas o banco segue vendo o Itaú como a principal referência de qualidade do setor e seu banco large cap preferido, sustentado pela melhor qualidade de ativos da indústria e por gestão de riscos proativa. A postura mais conservadora resultou em crescimento mais fraco da receita no curto prazo, o que o BTG lê como preparação prudente. Com um balanço extremamente sólido, o valuation segue atrativo, a 8,2x o P/L estimado para 2027. ESG: compromisso de reduzir emissões de escopo 3 em 50% até 2030 e neutralidade de carbono em 2050, com plataformas de compromisso e compensação de carbono lançadas em 2021; na frente social, foco em NPS e educação financeira dos clientes.

Porto (PSSA3) — novidade Tese: para o BTG, é uma das poucas empresas verdadeiramente capazes de gerar valor de forma consistente no longo prazo dentro do Ibovespa, com crescimento composto do lucro líquido de 16% entre 2004 e 2025 e ações que historicamente superaram o índice e o CDI desde o IPO, em 2004. O banco ficou mais construtivo com o negócio, hoje mais diversificado e com melhora recorrente do ROE. O ajuste recente de portfólio no Porto Bank, visto como uma medida prudente de criação de valor no longo prazo, pressionou as ações (queda de 9% desde os picos recentes), e o BTG enxerga essa fraqueza como oportunidade de entrada. Negocia a 8,3x P/L 2027, com dividend yield de 7%, e teve a recomendação elevada para Compra. ESG: na frente ambiental, o foco está na gestão de resíduos automotivos, com ênfase na economia circular; na social, iniciativas de diversidade entre os colaboradores e programas de conscientização sobre saúde; em governança, conselho de administração com profissionais de experiências e formações diversas, apoiado por comitês especializados.

Cury (CURY3) Tese: sustentada pelo forte momentum do programa Minha Casa, Minha Vida, apoiado por mudanças recentes nas condições do programa (tetos de preço dos imóveis, elegibilidade de renda entre as faixas, taxas de juros), que possibilitaram ganhos de acessibilidade em todas as faixas e um mercado endereçável maior para habitação de baixa renda. A execução vem sendo impecável nos últimos anos — velocidade de vendas sólida, margens altas e altos retornos —, o que deve se traduzir em crescimento sólido de lucros, com o BTG projetando alta de ~20% a/a no lucro por ação no próximo ano, forte geração de fluxo de caixa livre e dividend yield de 11% para 2027. Apesar de alguma inflação nos custos de construção no curto prazo, que o banco considera já endereçada, a companhia oferece um carrego de alta qualidade e negocia a 6x P/L 2027. ESG: estratégia ligada ao propósito de ampliar o acesso à moradia no Brasil, reduzindo o déficit habitacional; na agenda ambiental, foco na gestão eficiente de resíduos nos canteiros de obras, com práticas de redução, segregação, reutilização e destinação adequada dos materiais.

Smart Fit (SMFT3) Tese: as preocupações em torno do efeito do TotalPass sobre as margens e da canibalização do B2C devem persistir nos próximos trimestres, mas o primeiro semestre de 2026 ajudou a aliviar parte do debate de curto prazo — o TotalPass continuou ganhando escala, ganhou participação em usuários ativos mensais e apresentou maior rentabilidade. A questão já não é se a plataforma consegue ganhar escala, e sim se essa escala resulta em melhor monetização ao longo do tempo. A companhia segue como uma das principais teses de geração de valor do varejo latino-americano, sustentada por escala incomparável na região, rentabilidade elevada com margens em expansão via alavancagem operacional, exposição a um mercado fragmentado com espaço para consolidação e o crescimento de plataformas adjacentes como o TotalPass. O BTG projeta CAGR de LPA de 30% entre 2026 e 2029 e reitera Compra, com a ação a 11,6x P/L 2026. ESG: estratégia alinhada à democratização do acesso a serviços de bem-estar, com foco em eficiência energética, fontes limpas e renováveis e uso mais eficiente da água.

Motiva (MOTV3) Tese: para o BTG, representa hoje uma alternativa defensiva dentro do setor de concessões. Os resultados seguem resilientes, sustentados pela demanda sólida, por contratos protegidos pela inflação e pelo avanço da agenda de eficiência. A conclusão da venda dos aeroportos deve ocorrer ainda neste ano, fortalecendo o balanço e ajudando a financiar o plano de investimentos em rodovias, e o banco vê um pipeline relevante de mais de R$ 20 bilhões em oportunidades brownfield nos próximos meses, concentrado em revisões contratuais. A recente saída da Mover do bloco de controle melhora a governança. Com valuation descontado, negocia a uma TIR real de 11%. ESG: cinco pilares — gestão de risco climático e da exposição ambiental, gestão sustentável da cadeia de valor, impacto social positivo, valorização de pessoas e cultura de integridade e segurança.

Os 8 macro temas ESG por trás da metodologia

A metodologia do BTG parte da identificação de oito macro temas ESG considerados materiais para a América Latina:

Economia de baixo carbono — limitação, compensação e redução de emissões alinhadas ao Acordo de Paris. Transição para energia limpa — expansão da participação de renováveis, conforme projeções da AIE para 2030. Net Promoter Score (NPS) — métrica central de satisfação do cliente no capitalismo de stakeholders. Inovação — favorecida por força de trabalho diversificada, foco de longo prazo e relação próxima com stakeholders. Digitalização — disrupção e oportunidade simultâneas em diversos setores. Diversidade — ambientes diversos atraem talentos e estimulam criatividade. Boas práticas de governança corporativa — base de qualquer agenda ESG sustentável. Gestão de resíduos e economia circular — políticas “sem resíduos” e oportunidades em reciclagem e materiais compostáveis.

A partir desses temas, o Research identifica empresas que se beneficiam das tendências ou que apresentam práticas robustas, reduz o universo às companhias com boas práticas ESG e seleciona as 10 ações com recomendação de Compra e momentum positivo. O portfólio é revisado mensalmente.

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Informações importantes

Este relatório foi elaborado pelo Banco BTG Pactual S.A. Os números apresentados referem-se ao passado; desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros. Este material é meramente informativo, não constitui oferta, recomendação personalizada ou solicitação de compra ou venda de quaisquer valores mobiliários e não considera os objetivos de investimento, a situação financeira ou as necessidades particulares de qualquer investidor.

Nos termos do Artigo 21º da Resolução CVM nº 20, de 25 de fevereiro de 2021, o analista responsável certifica que as opiniões expressas refletem com precisão suas opiniões pessoais e foram elaboradas de forma independente. Antes de investir, o investidor deve realizar sua própria análise e, quando aplicável, buscar aconselhamento profissional adequado ao seu perfil. A Renova Invest é um escritório de agentes autônomos de investimento vinculado ao BTG Pactual.

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Fonte: Banco Central · 30/09/2026
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Fonte: Brapi e Banco Central · 01/10/2026 às 17h46

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