Renova Invest Facebook

QETH11: Conheça o primeiro ETF de Ethereum da B3!

QETH11: Conheça o primeiro ETF de Ethereum da B3!
QETH11: Conheça o primeiro ETF de Ethereum da B3!

A alta volatilidade das criptomoedas chama a atenção de investidores e especuladores. Porém, a falta de regulamentação no Brasil acaba atrapalhando o investidor que procura essa alternativa. Por isso é importante conhecer o QETH11, o primeiro ETF de Ethereum da B3 (a bolsa brasileira).

Investir em ETFs permite que o cotista exponha seu capital à carteira teórica de um benchmark. No caso do QETH11, o índice de referência espelhado tem 100% de seu patrimônio alocado em Ethereum. Logo, é uma forma de investimento indireto no criptoativo.

Veja neste post como o QETH11 funciona e quais as vantagens, características e riscos envolvidos ao investir nele!

O que é um ETF?

ETF é a abreviação para exchange traded fund — ou fundo de índice. No mercado financeiro ele representa um veículo de investimento coletivo que busca replicar o desempenho de um índice de referência (chamado de benchmark).

Na B3, os ETFs integram a classificação dos investimentos de renda variável. Isso significa que o preço de suas cotas oscila de acordo com as variações de mercado. Logo, para investir neles é preciso ter um apetite maior aos riscos e estar aberto a enfrentar volatilidade.

Como funciona o ETF?

O funcionamento de um ETF se assemelha a outros fundos de investimento. Eles funcionam como um condomínio de investidores — em que se tem a figura do síndico (gestor) e a dos condôminos (cotistas).

Ao gestor cabe a administração do patrimônio do fundo. Ele fica responsável por escolher os investimentos que serão feitos. Já os cotistas se responsabilizam pela compra das cotas e pagamento das taxas cobradas.

No caso do ETF a gestão é passiva, pois o gestor não precisa superar o benchmark escolhido. Ele somente precisa entregar uma rentabilidade próxima ao mesmo. Então suas decisões serão nos mesmos ativos que compõe a carteira do índice de referência.

Isso significa que o capital do cotista estará exposto a um conjunto de ativos. Logo, em apenas um investimento, na compra da cota do ETF, é possível diversificar. Essa praticidade é uma das vantagens dos fundos de índice — cujo mercado tem se ampliado no Brasil.

Quais as principais características do QETH11?

Aproveitando a ascensão das criptomoedas como meio de investimento e especulação, a gestora QR Asset Management decidiu lançar no mercado brasileiro o ETF QR CME CF Ether Reference Rate (QETH11).

O ETF busca replicar o preço da criptomoeda Ethereum de acordo com o benchmark CME CF Ether Reference Rate. Esse índice é considerado um dos mais amplos e seguros do mercado — usado pela Chicago Mercantile Exchange Group (CME), a maior bolsa americana de derivativos no mundo.

Em 28 de junho de 2021, o ETF já havia recebido a aprovação inicial da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Já na data de 13 de julho de 2021 recebeu autorização para ser lançado na B3 — embora ainda não houvesse previsão acerca de sua listagem.


DESCUBRA COMO INVESTIR COMO UM PROFISSIONAL Investir como um profissional

DESCUBRA COMO INVESTIR COMO UM PROFISSIONAL Investir como um profissional

Saiba tudo sobre ETFS - a forma de sostificar os seus investimentos


Por meio do QETH11 os investidores brasileiros têm a possibilidade de se expor à segunda maior criptomoeda do mundo, de forma simples e com segurança institucional. Isso ainda não é possível quando se fala no investimento direto no criptoativo, pois ele não é regulamentado no país.

O novo ETF de Ethereum da bolsa brasileira também traz consigo o fato de ser um dos primeiros nesse segmento no mundo. Isso demonstra que o Brasil vem se tornando pioneiro em disponibilizar ETFs referendados em criptomoedas.


Quais as vantagens e riscos envolvidos no investimento direto e indireto às criptomoedas?

Ao chegar até aqui, você já reúne um bom conhecimento sobre ETFs e o QETH11. Mas ainda é importante saber as vantagens e riscos de investir em criptomoedas, seja direta ou indiretamente.

Confira!

Investimento direto

O investimento direto em criptomoedas consiste em comprar os ativos digitais em instituições conhecidas como exchanges. Mas elas não são regulamentadas no Brasil — o que traz insegurança e mais riscos.

Considerando a falta de regulamentação no nosso país, geralmente essas empresas são sediadas fora do Brasil. Assim, você se expõe às regras de outros países e não terá nenhuma instituição fiscalizadora ou governamental para resguardar as negociações.

Apesar de haver segurança na operação com criptomoedas, pela tecnologia blockchain, as negociações feitas sem regulamentação podem aumentar o risco de você cair em golpes, como pirâmides financeiras.

Ao investir diretamente também é preciso considerar que suas criptomoedas precisarão ficar armazenadas em uma carteira digital, normalmente da própria exchange. Isso traz o risco de ataques hackers, o que pode fazer você perder o todo o valor investido.

Investimento indireto

Como vimos, o investimento indireto em criptomoedas pode ser feito através de ETFs — dentre eles o QETH11. Ele apresenta vantagens relevantes para o investidor, especialmente relacionadas à segurança institucional.

Isso porque os ETFs são negociados na bolsa de valores brasileira. A B3 é responsável pela fiscalização de todas as negociações que são realizadas diariamente. Logo, você fica protegido contra a possibilidade de cair em golpes nesse ambiente.

Ademais, as gestoras dos ETFs são submetidas às regas e imposições da CVM. Essa é uma entidade fiscalizadora do mercado financeiro. Assim, ela pode multar, proibir negociações e aplicar outras formas de penalidades, caso identifique alguma irregularidade no fundo.

Também conta como vantagem a praticidade de investir por meio de ETFs. Afinal, você não precisará tirar dinheiro do país ou se vincular a uma instituição estrangeira. A aquisição de cotas do fundo é feita por intermédio de um banco de investimento devidamente regularizado no país.

No que se refere aos riscos, o principal está relacionado ao risco de mercado. Como você viu, o ETF integra a renda variável e seus preços contam com oscilação que é comum nessa classe de investimentos — principalmente diante das oscilações de criptomoedas.

Ao conhecer o QETH11 e as vantagens de investir indiretamente em criptoativos, você pode avaliar essa opção. Não deixe de considerar o seu perfil de investidor e objetivos financeiros para decidir se vale a pena. Se tiver dúvidas, você pode contar com uma assessoria de investimentos.

Ficou com alguma pergunta acerca do QETH11? Entre em contato com um de nossos assessores!

Veja também

botão de concordância

2 Comentários
Feedbacks
Visualizar todos os comentários

Utilizamos cookies que melhoram a sua experiência em nosso site. Todos seguem as regras da nossa Politica de Privacidade. Clicando em "OK" você concorda com a nossa política.