Regra dos 72: fórmula, exemplos com CDI e Selic em 2026

Regra dos 72: fórmula, exemplos com CDI e Selic em 2026

A regra dos 72 é um atalho matemático que revela em quantos anos um capital dobra: divida 72 pela taxa anual de retorno e obtenha a resposta. Com a Selic em 14,25% ao ano e o CDI acumulado em 14,15% ao ano, esse cálculo se torna especialmente útil para comparar investimentos de renda fixa no Brasil em 2026. Entender essa fórmula simples pode mudar a forma como você avalia prazos, escolhe produtos e enfrenta dívidas.

O que é a regra dos 72?

A regra dos 72 é uma fórmula de estimativa rápida para calcular em quantos anos um investimento dobra de valor. A lógica é direta: divida 72 pela taxa anual de retorno e obtenha o número aproximado de anos para duplicar o capital.

A fórmula básica é:

Anos para dobrar = 72 ÷ Taxa anual (%)

Por exemplo, com uma taxa de 10% ao ano, o capital dobra em aproximadamente 7,2 anos. Com 12% ao ano, o prazo cai para 6 anos. A simplicidade é o maior valor dessa ferramenta: nenhuma calculadora é necessária.

Origem histórica e evolução

A origem do número 72 remonta ao matemático italiano Luca Pacioli, que mencionou a regra em seu livro Summa de Arithmetica, publicado em 1494. O número 72 foi escolhido por ser divisível por muitos inteiros (1, 2, 3, 4, 6, 8, 9, 12), facilitando cálculos mentais em diversas faixas de taxa.

A regra funciona como aproximação dos juros compostos. No sistema de capitalização composta, o capital cresce de forma exponencial — a cada período, os juros incidem sobre o montante acumulado, não apenas sobre o principal. Esse efeito "bola de neve" é o que a regra dos 72 captura de forma simplificada.

Ela foi popularizada no século XX como ferramenta de educação financeira, especialmente em cursos de finanças pessoais nos Estados Unidos. No Brasil, ganhou espaço com o crescimento do interesse por investimentos e planejamento financeiro.

Precisão e limites da fórmula

A regra dos 72 é mais precisa para taxas entre 6% e 20% ao ano. Abaixo de 6%, alguns especialistas sugerem usar 71 como numerador. Acima de 20%, a precisão cai e é melhor usar 73 ou 74.

Na prática, a regra é uma ferramenta de educação financeira. Ela não substitui simulações precisas, mas oferece uma referência imediata para comparar oportunidades. Para o investidor iniciante, ela traduz taxas abstratas em algo concreto: tempo. Isso transforma a análise de investimentos em uma decisão mais intuitiva e consciente.

Como funciona a fórmula da regra dos 72?

A regra dos 72 é uma aproximação da expressão matemática exata para o tempo de duplicação em juros compostos. Entender os dois lados — o atalho e a fórmula precisa — ajuda a usar a regra com segurança.

A fórmula exata, derivada do logaritmo natural, é:

Anos exatos = ln(2) ÷ ln(1 + r)

Onde r é a taxa anual expressa em decimal (ex.: 10% = 0,10) e ln é o logaritmo natural. Como ln(2) ≈ 0,6931, a expressão pode ser reescrita como aproximadamente 69,3 ÷ taxa (%). O número 72 foi adotado por ser mais fácil de dividir mentalmente e por compensar, de forma empírica, pequenas imprecisões em taxas moderadas.

A tabela abaixo compara os anos estimados pela regra dos 72 com os anos exatos calculados pela fórmula logarítmica:

Taxa anual Anos (regra dos 72) Anos (fórmula exata)
4% 18,0 17,7
6% 12,0 11,9
8% 9,0 9,0
10% 7,2 7,3
12% 6,0 6,1
15% 4,8 4,96
20% 3,6 3,8

A diferença entre os dois métodos é pequena para taxas entre 6% e 15% ao ano — exatamente a faixa mais comum em investimentos de renda fixa no Brasil. Portanto, a regra dos 72 é confiável para esse intervalo.

Regra dos 72 vs. Regra dos 70: qual usar?

Existe também a regra dos 70, usada em economia para calcular o tempo de duplicação do PIB ou da inflação. A diferença é apenas no numerador: 70 em vez de 72.

Para investimentos com taxas muito baixas (abaixo de 6% ao ano), a regra dos 70 tende a ser ligeiramente mais precisa. Para investimentos com taxas acima de 8% ao ano — como Selic, CDI e CDB — a regra dos 72 é preferível. A diferença prática entre os dois métodos é menor que 0,5 ano na maioria dos cenários brasileiros.

Invertendo a fórmula: qual taxa você precisa?

Na prática, o investidor pode usar a fórmula de duas formas: descobrir quanto tempo leva para dobrar o capital a uma taxa conhecida, ou descobrir qual taxa é necessária para dobrar em um prazo desejado.

Basta inverter a equação: Taxa necessária = 72 ÷ Anos desejados. Quer dobrar em 6 anos? Precisa de uma taxa de 12% ao ano. Quer dobrar em 4 anos? Precisa de 18% ao ano.

Como o IR regressivo afeta o prazo de duplicação

A regra dos 72 calcula o prazo de duplicação em termos brutos. No Brasil, produtos de renda fixa são tributados pelo Imposto de Renda (IR) regressivo, que reduz o retorno líquido e estende o prazo real.

O IR regressivo incide sobre o rendimento de acordo com o prazo da aplicação:

  • Até 180 dias: 22,5% sobre o rendimento
  • 181 a 360 dias: 20% sobre o rendimento
  • 361 a 720 dias: 17,5% sobre o rendimento
  • Acima de 720 dias: 15% sobre o rendimento

Para converter a taxa bruta em taxa líquida, use a fórmula:

Taxa líquida = Taxa bruta × (1 − Alíquota de IR)

Exemplo: um investimento com taxa bruta de 14% ao ano e alíquota de 15% (acima de 720 dias) resulta em taxa líquida de:

14% × (1 − 0,15) = 14% × 0,85 = 11,9% ao ano

Aplicando a regra dos 72 à taxa líquida: 72 ÷ 11,9 ≈ 6,05 anos para duplicar o capital após descontar o IR.

Observe que o prazo aumenta de ~5,14 anos (bruto, 72÷14) para ~6,05 anos (líquido) — uma diferença de quase 1 ano. Esse impacto é decisivo no planejamento de longo prazo.

Ao comparar investimentos de renda fixa, sempre use a taxa líquida (após IR) na regra dos 72, não a taxa bruta.

Regra dos 72 aplicada à Selic, ao CDI e aos produtos de renda fixa

Tesouro Selic e a Selic de 14,25% ao ano

Com a Selic em 14,25% ao ano, a regra dos 72 indica que um capital investido a essa taxa dobraria em aproximadamente 5,05 anos (72 ÷ 14,25 ≈ 5,05) em termos brutos.

A Selic é a taxa básica de juros definida pelo Banco Central do Brasil (BCB) a cada reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Ela serve como referência para o Tesouro Selic, o título público mais acessível do Tesouro Direto.

Considere um exemplo prático: um investidor aplica R$ 10.000 no Tesouro Selic. Pela regra dos 72, o capital dobraria para R$ 20.000 em cerca de 5 anos — assumindo a Selic constante.

No entanto, o Tesouro Selic é tributado pelo IR regressivo. Resgates acima de 720 dias pagam 15% sobre o rendimento. Para calcular o prazo líquido, use a taxa efetiva após o IR:

14,25% × (1 − 0,15) = 12,11% ao ano

Aplicando a regra dos 72: 72 ÷ 12,11 ≈ 5,95 anos para duplicar o capital líquido.

Além do IR, o Tesouro Direto possui taxa de custódia da B3 de 0,20% ao ano sobre o estoque investido. O Tesouro Selic é isento de custódia até R$ 10.000 por CPF; acima desse valor, a custódia incide sobre o excedente e reduz ainda mais o retorno líquido efetivo.

CDB 100% CDI e CDI de 14,15% ao ano

O CDI acumulado nos últimos 12 meses é de 14,15% ao ano. Aplicando a regra dos 72: 72 ÷ 14,15 ≈ 5,09 anos para dobrar o capital bruto em um CDB 100% CDI.

O CDI (Certificado de Depósito Interbancário) é o índice de referência da renda fixa privada brasileira. Ele é geralmente muito próximo à Selic e serve como base para a remuneração de CDBs, LCIs e LCAs.

Usando a taxa líquida aproximada — 14,15% × (1 − 0,15) = 12,03% ao ano — a regra dos 72 indica: 72 ÷ 12,03 ≈ 5,99 anos para dobrar o capital líquido após 720 dias.

Compare com CDBs que pagam percentuais diferentes do CDI:

CDB Taxa efetiva a.a. (bruta) Taxa líquida aprox. (>720d) Anos para dobrar (líquido)
100% CDI 14,15% 12,03% ~5,99 anos
110% CDI 15,67% 13,32% ~5,40 anos
120% CDI 17,21% 14,63% ~4,92 anos

A diferença entre 100% e 120% do CDI é de quase 1 ano no prazo de duplicação líquido. Em termos práticos, um CDB 120% CDI entrega o dobro do capital cerca de 11 meses antes de um CDB 100% CDI — um ganho expressivo para metas de longo prazo.

Vale lembrar que CDBs com percentuais mais altos do CDI geralmente são emitidos por bancos menores, com maior risco de crédito. O FGC cobre até R$ 250.000 por CPF por instituição, com teto global de R$ 1.000.000 a cada 4 anos. Portanto, avaliar o emissor é tão importante quanto a taxa oferecida.

LCI/LCA isenta de IR: a exceção que muda tudo

LCIs (Letra de Crédito Imobiliário) e LCAs (Letra de Crédito do Agronegócio) são isentas de IR para pessoa física — um diferencial decisivo na hora de aplicar a regra dos 72.

Uma LCI/LCA a 90% do CDI paga aproximadamente 12,74% ao ano (sem desconto de IR). Aplicando a regra dos 72 diretamente: 72 ÷ 12,74 ≈ 5,65 anos para duplicar o capital.

Agora compare com o CDB 100% CDI tributado:

  • LCI 90% CDI (isenta): 12,74% a.a. → duplica em 5,65 anos
  • CDB 100% CDI (15% IR): 12,03% a.a. líquido → duplica em 5,99 anos

Uma LCI que paga 90% do CDI supera o CDB 100% CDI no prazo de duplicação — porque a isenção de IR vale mais do que o spread bruto.

Para o investidor que busca duplicar o capital mais rapidamente sem aumentar o risco, a comparação entre CDB e LCI/LCA é estratégica. A isenção de IR transforma produtos que parecem "piores" em termos de taxa bruta em soluções mais eficientes em termos de prazo de duplicação líquido.

Tabela consolidada: tempo para dobrar em diferentes investimentos

A regra dos 72 aplicada a diferentes produtos de renda fixa revela diferenças expressivas no prazo de duplicação — especialmente quando se considera o impacto do IR.

A tabela abaixo usa as taxas efetivas anuais dos produtos com base nos dados macroeconômicos vigentes em 2026:

Investimento Taxa anual de referência Taxa líquida estimada Anos para dobrar (líquido)
Poupança ~6,17% a.a. ~6,17% (isenta) ~11,7 anos
CDB 100% CDI 14,15% a.a. ~12,03% (após IR 15%) ~5,99 anos
CDB 110% CDI 15,67% a.a. ~13,32% (após IR 15%) ~5,40 anos
LCI/LCA 90% CDI 12,74% a.a. 12,74% (isenta) ~5,65 anos
Tesouro Selic 14,25% a.a. ~12,11% (após IR 15%) ~5,95 anos
Tesouro IPCA+ 2035 ~8,18% + inflação Depende da inflação futura ~8,8 anos (estimado)

Para o Tesouro IPCA+, o prazo de duplicação em termos de poder de compra depende da inflação futura, tornando a estimativa condicional.

O dado mais impactante: a poupança leva quase o dobro do tempo para duplicar o capital em comparação ao CDB 100% CDI. Enquanto o CDB dobra o dinheiro em cerca de 6 anos (líquido), a poupança levaria quase 12 anos — assumindo as taxas atuais constantes.

Para o Tesouro IPCA+, a aplicação da regra dos 72 exige cuidado adicional. A taxa real do papel soma a inflação futura (incerta) à taxa prefixada contratada. Não é possível aplicar a regra com precisão sem fixar uma premissa de IPCA futuro. Qualitativamente: com juro real de 8,18% ao ano, o prazo de duplicação do poder de compra seria de aproximadamente 8,8 anos — mas esse número depende de premissas sobre a inflação futura.

Comparar investimentos apenas pela taxa bruta é um erro comum. A regra dos 72 aplicada à taxa líquida real revela o verdadeiro prazo de duplicação e muda a hierarquia dos produtos.

A regra dos 72 também funciona para dívidas — e isso assusta

A regra dos 72 não discrimina: ela funciona igualmente para investimentos e para dívidas. Uma dívida com juros compostos dobra no mesmo prazo calculado pela fórmula — e as taxas do crédito brasileiro tornam esse cenário alarmante.

Considere uma dívida de R$ 5.000 no rotativo do cartão de crédito. A taxa média do rotativo é historicamente uma das mais altas do mundo — frequentemente acima de 15% ao mês em termos nominais. Mesmo usando uma taxa mensal conservadora de 10%, a taxa anual equivalente ultrapassa 200% ao ano.

Aplicando a regra dos 72 com 200% ao ano: 72 ÷ 200 = 0,36 anos, ou seja, menos de 5 meses para a dívida dobrar. Uma dívida de R$ 5.000 no rotativo se tornaria R$ 10.000 em menos de meio ano.

O cheque especial e o crédito pessoal também apresentam taxas elevadas, embora menores que as do rotativo. Em todos os casos, a regra dos 72 revela com clareza brutal a velocidade com que dívidas crescem quando não são quitadas.

Uma dívida no rotativo do cartão pode dobrar em menos de 5 meses — enquanto um investimento de renda fixa leva quase 6 anos para fazer o mesmo com o seu capital.

Esse contraste é a lição mais poderosa da regra dos 72 para as finanças pessoais. O mesmo mecanismo que faz o patrimônio crescer de forma exponencial nos investimentos atua contra o devedor com força ainda maior — porque as taxas de crédito são muito superiores às taxas de retorno dos investimentos.

A implicação prática é direta: antes de investir, quitar dívidas caras é sempre a melhor aplicação do dinheiro disponível. Nenhum investimento de renda fixa remunera a taxas próximas às cobradas pelo crédito rotativo. Portanto, eliminar dívidas de alto custo equivale a um "investimento" com retorno garantido e superior a qualquer produto do mercado.

Para quem já está livre de dívidas, a regra dos 72 serve como motivação: com disciplina e consistência, o efeito dos juros compostos trabalha a favor do investidor — e o tempo é o maior aliado nessa jornada.


Resumo prático

  • Fórmula básica: Anos para dobrar = 72 ÷ taxa anual (%). Funciona melhor entre 6% e 20% ao ano.
  • Regra dos 72 vs. 70: use 72 para taxas acima de 8%; use 70 para taxas muito baixas. A diferença prática é menor que 0,5 ano.
  • Com a Selic (14,25% a.a.): capital bruto dobra em ~5 anos; líquido (após IR de 15%), em ~6 anos.
  • Com o CDI (14,15% a.a.): CDB 100% CDI dobra em ~6 anos (líquido); CDB 120% CDI, em ~4,9 anos (líquido).
  • LCI/LCA isenta: 90% CDI isento supera CDB 100% CDI tributado no prazo de duplicação líquido — a isenção de IR vale mais.
  • Poupança vs. CDB: a poupança leva quase o dobro do tempo para duplicar o capital em relação ao CDB 100% CDI.
  • Dívidas caras: a regra dos 72 mostra que dívidas no rotativo podem dobrar em meses — quitá-las é o melhor "investimento" disponível.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre a regra dos 72 e a regra dos 70?

A regra dos 70 usa 70 como numerador em vez de 72. Para taxas muito baixas (abaixo de 6% ao ano), a regra dos 70 é ligeiramente mais precisa. Para investimentos com taxas acima de 8% ao ano — como Selic, CDI e CDB — a regra dos 72 é preferível. A diferença prática entre os dois métodos é menor que 0,5 ano na maioria dos cenários brasileiros. Na dúvida, use a regra dos 72 para produtos de renda fixa.

Quanto rende R$ 1.000 no Tesouro Direto hoje?

Depende do título escolhido. No Tesouro Selic, R$ 1.000 renderiam aproximadamente R$ 116,74 brutos em 1 ano — chegando a R$ 1.116,74 após IR de 17,5% (prazo entre 361 e 720 dias), conforme simulações baseadas no CDI de 14,15% ao ano. O rendimento exato varia conforme o prazo, o título e a taxa de custódia da B3 (0,20% ao ano, com isenção para o Tesouro Selic até R$ 10.000 por CPF).

Quanto rende R$ 20 mil no Tesouro Direto por mês?

Com R$ 20.000 investidos no Tesouro Selic (taxa próxima ao CDI de 14,15% ao ano), o rendimento bruto mensal seria de aproximadamente R$ 221,79 no primeiro mês — calculado com base na taxa mensal equivalente de 1,109%. O valor líquido mensal é menor, pois o IR incide no resgate, não mensalmente. O Tesouro Direto não distribui rendimentos mensais como renda; o crescimento é acumulado até o resgate.

Como funciona o Tesouro Direto?

O Tesouro Direto é um programa do Tesouro Nacional que permite a pessoas físicas comprar títulos públicos federais pela internet, a partir de R$ 30. Existem três tipos principais: Tesouro Selic (pós-fixado, com liquidez diária), Tesouro Prefixado (taxa fixa contratada) e Tesouro IPCA+ (inflação mais taxa real). Todos são tributados pelo IR regressivo e têm taxa de custódia da B3 de 0,20% ao ano. Mais informações em tesourodireto.com.br e bcb.gov.br.

Quanto rende R$ 100.000 hoje no Tesouro Direto?

Com R$ 100.000 em CDB 100% CDI (referência próxima ao Tesouro Selic), o valor líquido estimado após 1 ano é de R$ 111.673,75 — rendimento líquido de R$ 11.673,75. Em 2 anos, o saldo líquido sobe para R$ 125.756,89. Em 5 anos, para R$ 179.739,79. Esses valores assumem o CDI atual de 14,15% ao ano constante e IR regressivo de 15% acima de 720 dias.


Planejar com clareza é mais valioso do que calcular com precisão. A regra dos 72 entrega exatamente isso: uma referência rápida que transforma taxas em tempo. Com a Selic e o CDI no patamar atual, o prazo para dobrar o capital é concreto e alcançável — mas apenas para quem escolhe os produtos certos e considera o impacto real do IR.

A diferença entre investir na poupança e em um CDB ou LCI pode representar anos a mais de espera pela duplicação do patrimônio. Escolher bem desde o início multiplica seu dinheiro mais rápido — e quanto mais cedo você começa, mais tempo o efeito dos juros compostos trabalha a seu favor. Se está em dúvida sobre qual produto faz mais sentido para seu objetivo de longo prazo, a Renova Invest pode ajudar você a montar uma estratégia de renda fixa alinhada ao seu prazo e perfil. Fale com um assessor.

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CDI hoje
13,90% a.a.
  • Meta Selic14,00%
  • CDI 12 meses14,71%
  • CDI em 20268,81%
Ver CDI e simulação →
Fonte: Banco Central · 18/08/2026

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