DI Futuro: o que é, como funciona e como operar na B3

DI Futuro: o que é, como funciona e como operar na B3

O DI futuro é um contrato derivativo negociado na B3 que representa a expectativa do mercado para a Taxa DI acumulada até uma data futura. Com valor nocional de R$ 100.000 por contrato no vencimento, ele é um dos instrumentos mais líquidos do mercado financeiro brasileiro. Bancos, gestoras e investidores qualificados o utilizam para proteger carteiras ou especular sobre o rumo dos juros. Entender como ele funciona é essencial para quem quer compreender a formação da curva de juros no Brasil.

Resposta direta: O DI futuro (código DI1 na B3) é um contrato que negocia a taxa de juros acumulada da Taxa DI entre hoje e o vencimento. Ele permite ao investidor apostar na alta ou na queda dos juros, ou proteger posições referenciadas ao CDI. O valor nocional é R$ 100.000, mas a margem exigida para operar é significativamente menor.

O que é DI futuro? Resposta direta antes de tudo

O DI futuro é um contrato derivativo de taxa de juros, negociado na B3 sob o código DI1. Seu ativo subjacente é a Taxa DI diária acumulada entre a data de negociação, inclusive, e a data de vencimento, exclusive. Na prática, o contrato representa quanto os juros de curto prazo vão acumular até determinada data futura.

Diferentemente de uma aplicação em CDB ou fundo DI, o DI futuro não envolve aporte direto de capital no valor nocional. O investidor não “empresta” R$ 100.000 ao mercado. Ele assume uma posição que gera ganhos ou perdas conforme a taxa de juros se move. Essa distinção é fundamental para iniciantes.

O contrato tem liquidação financeira — não há entrega física de nenhum ativo. O resultado é liquidado em dinheiro por meio dos ajustes diários, com liquidação final no vencimento. Para uma posição mantida até essa data, a soma dos ajustes corresponde à diferença entre a taxa negociada e a Taxa DI efetivamente acumulada; não há um segundo pagamento integral desse resultado no vencimento. Isso simplifica a operação, mas não elimina o risco.

DI futuro, CDI e aplicações referenciadas ao CDI: qual a diferença?

A confusão entre esses três conceitos é frequente. Veja a distinção objetiva:

  • Taxa DI: taxa diária apurada a partir de operações de Depósito Interfinanceiro entre bancos, com prazo de um dia. É calculada e divulgada pela B3. O CDI acompanha de perto a Selic.
  • CDI acumulado: resultado da composição diária da Taxa DI ao longo de um período. Serve de referência para fundos, CDBs e LCIs.
  • DI futuro: contrato que negocia a expectativa de quanto o CDI vai acumular até o vencimento. É um derivativo, não uma aplicação de renda fixa.

Na prática, quem investe em um CDB a 100% do CDI está emprestando dinheiro a um banco. Quem opera DI futuro está assumindo uma posição sobre o nível futuro dos juros. O risco, o mecanismo e o perfil de investidor são completamente distintos.

O DI futuro é utilizado principalmente por três perfis: hedgers (empresas ou fundos que precisam travar o custo de captação ou proteger ativos referenciados ao CDI), especuladores (que apostam na direção dos juros) e arbitradores (que exploram distorções entre contratos). Para o investidor de varejo, o acesso existe, mas exige conta em corretora habilitada para derivativos e aprovação de perfil de risco.

Entender a estrutura de negociação da bolsa brasileira ajuda a contextualizar onde o DI1 se encaixa no ecossistema de derivativos.

Em 1º de outubro de 2026, a taxa CDI anualizada era de 13,65% ao ano, segundo a série SGS 4389 do Banco Central. Esse número é o termômetro que o mercado usa para precificar os contratos DI1 de curto prazo.

Como funciona a cotação do DI futuro: taxa versus PU

A cotação do DI futuro é expressa em taxa efetiva anual, mas o contrato é negociado e liquidado em Preço Unitário (PU). Compreender essa dualidade é indispensável para operar com segurança.

A fórmula do PU

A B3 define o PU do contrato DI1 pela seguinte fórmula:

PU = 100.000 / (1 + i/100)^(n/252)

Onde i é a taxa efetiva anual negociada (em percentual) e n é o número de dias úteis restantes até o vencimento. A base de anualização é 252 dias úteis, padrão do mercado brasileiro.

Exemplo prático: suponha que a taxa negociada seja 13% ao ano e restem 126 dias úteis até o vencimento.

  • Expoente: 126 / 252 = 0,5
  • (1 + 13/100)^0,5 = (1,13)^0,5 = 1,0630 (aproximado)
  • PU = 100.000 / 1,0630146 ≈ R$ 94.072,09

Se a taxa subir para 14% ao ano, mantendo os mesmos 126 dias úteis:

  • (1,14)^0,5 = 1,0677 (aproximado)
  • PU = 100.000 / 1,0677078 ≈ R$ 93.658,58

A relação é inversa: quando a taxa sobe, o PU cai. Quando a taxa cai, o PU sobe. Esse princípio é idêntico ao comportamento de um título de renda fixa prefixado.

Tabela comparativa: taxa versus PU (126 dias úteis)

Taxa (% a.a.) PU aproximado (R$) Variação vs. 13%
11% 94.915,80 + R$ 843,71
12% 94.491,12 + R$ 419,03
13% 94.072,09 —
14% 93.658,58 − R$ 413,51
15% 93.250,48 − R$ 821,61

Cada ponto de variação no PU equivale a R$ 1,00 por contrato. Portanto, uma variação de 413,51 pontos no PU (de 13% para 14% a.a.) com 10 contratos representa R$ 4.135,10 de resultado financeiro. Isso ilustra o efeito de alavancagem do instrumento.

Na prática, o investidor precisa acompanhar tanto a taxa quanto o PU. Corretoras exibem os dois valores na plataforma de negociação. A taxa é intuitiva para analisar o cenário macroeconômico; o PU é o que determina o resultado financeiro efetivo da posição.

Comprado ou vendido em DI futuro: o que significa cada posição?

Comprar DI futuro em taxa equivale a vender em PU. Vender DI futuro em taxa equivale a comprar em PU. Essa inversão é a maior fonte de confusão para quem começa a operar derivativos de juros.

Por que a lógica é invertida?

No mercado de ações, comprar significa pagar o preço atual e torcer para que ele suba. No DI futuro, a “moeda” de negociação é a taxa, não o preço. Portanto, “comprar taxa” significa querer que a taxa suba — o que, pela fórmula do PU, faz o preço cair. O comprador de taxa lucra quando os juros sobem.

Quem acredita que a Selic vai subir deve vender DI futuro em PU — ou, equivalentemente, comprar em taxa.

Veja o raciocínio passo a passo:

  • Juros vão subir: o PU vai cair. Quem vendeu PU (= comprou taxa) lucra com a queda do PU.
  • Juros vão cair: o PU vai subir. Quem comprou PU (= vendeu taxa) lucra com a alta do PU.

Checklist de decisão para o operador

Esse é o framework mental mais importante para não inverter posições. Use-o antes de qualquer operação:

Sua visão Posição correta Quando você ganha
Juros vão subir Compro taxa (vendo PU) Taxa sobe acima da negociada
Juros vão cair Vendo taxa (compro PU) Taxa cai abaixo da negociada
Proteger passivo CDI Compro taxa Travo custo máximo de captação
Proteger ativo CDI Vendo taxa Travo receita mínima esperada

Contratos de swap de taxa de juros têm lógica semelhante, mas são negociados no mercado de balcão — ao contrário do DI futuro, que é padronizado e negociado em bolsa.

Um erro comum é confundir “comprar DI futuro” com “investir em renda fixa”. São operações com perfis de risco muito diferentes: a renda fixa define uma regra de remuneração, mas não garante ganho e está sujeita a riscos de mercado, liquidez e crédito; o DI futuro pode gerar perda de capital a qualquer dia.

Para o investidor que está começando, a recomendação é clara: antes de operar, simule cenários com valores pequenos e entenda o impacto do ajuste diário. Investidores sem experiência em derivativos devem iniciar pela teoria antes de qualquer operação real.

Como funcionam os ajustes diários no DI futuro?

Os ajustes diários são o mecanismo pelo qual ganhos e perdas são apurados todo dia útil, com liquidação financeira na sessão seguinte. Diferentemente de ações, onde o lucro só é realizado na venda, no DI futuro o resultado financeiro é creditado ou debitado na conta do investidor diariamente.

Como o ajuste é calculado

Para uma posição iniciada no dia anterior, o ajuste incorpora dois fatores: a variação do PU e a atualização pelo carregamento da Taxa DI do dia. Não basta comparar a taxa de ontem com a de hoje — o PU de referência do dia anterior já é atualizado pela Taxa DI diária antes do cálculo da variação.

Exemplo prático com 10 contratos comprados em PU:

  • PU de ajuste de ontem: R$ 95.000
  • Taxa DI do dia: [(1 + 0,01079)^(1/21) − 1] × 100 ≈ 0,05112% no dia (fator diário ≈ 1,0005112)
  • PU de ontem atualizado: 95.000 × 1,0005112 ≈ R$ 95.048,56
  • PU de ajuste de hoje: R$ 94.800
  • Diferença por contrato: 94.800 − 95.048,56 = − R$ 248,56
  • Ajuste total (10 contratos): − R$ 2.485,60

Nesse cenário, o investidor comprado em PU (vendido em taxa) teria um débito de R$ 2.485,60 na conta. Esse valor precisa estar disponível em recursos financeiros para o pagamento do ajuste. Ativos depositados como garantia não substituem automaticamente o dinheiro necessário para liquidar o débito.

O ajuste também funciona nos dois sentidos

A mesma posição de 10 contratos pode ter ajuste positivo no dia seguinte. Suponha que o PU suba para R$ 95.300:

  • PU de ajuste do dia seguinte: R$ 95.300 (a referência passa a ser o PU de ajuste anterior, R$ 94.800, corrigido pela Taxa DI do novo dia)
  • Diferença por contrato: 95.300 − (94.800 × fator de correção pela Taxa DI do novo dia)
  • Ajuste total (10 contratos): [95.300 − (94.800 × fator de correção do novo dia)] × 10, com valor positivo cujo montante exato depende da Taxa DI do novo dia

Esse crédito é depositado na conta do investidor e pode ser sacado ou reinvestido em novos contratos. O mecanismo é simétrico: ganha-se e perde-se conforme o mercado se move.

Ajuste negativo não é opcional: a B3 debita automaticamente. Se não houver saldo, a posição pode ser encerrada compulsoriamente pela corretora.

Como funciona a tributação dos ajustes diários

Para pessoa física residente no Brasil, a tributação de futuros (Lei 11.033/2004) considera o resultado acumulado dos ajustes na liquidação ou no encerramento da posição — total ou parcial. O ajuste recebido em determinado dia não é tratado isoladamente como lucro tributável definitivo.

Alíquota e mecânica: a alíquota aplicável às operações comuns é de 15% sobre o resultado líquido positivo apurado no mês. Nas operações day trade, a alíquota é de 20%, e prejuízos de day trade só compensam ganhos dessa mesma modalidade. Perdas de operações encerradas ou liquidadas compensam ganhos, reduzindo a base tributável. O recolhimento é feito via DARF pelo próprio investidor, conforme a IN RFB 1.585/2015, especialmente os arts. 56 e 61.

Cenário prático com impacto fiscal: se as operações comuns encerradas ou liquidadas no mês somarem resultado positivo de R$ 3.000 e negativo de R$ 1.200, o resultado líquido tributável do mês é R$ 1.800. O IR será 15% × R$ 1.800 = R$ 270, antes da dedução do IRRF retido e de outras compensações admissíveis. Ajustes de posições ainda abertas não são automaticamente lucro tributável daquele mês. Você recolhe esse valor via DARF até o último dia útil do mês seguinte.

Na prática, você é responsável pelo cálculo e pelo recolhimento mensal do imposto. Há, porém, IRRF antecipatório. Nas operações comuns em futuros, a retenção é de 0,005% sobre a soma algébrica positiva dos ajustes, apurada no encerramento da posição ou no vencimento; ela é dispensada quando igual ou inferior a R$ 1, observada a agregação mensal. No day trade, a retenção é de 1% sobre o resultado líquido positivo. O IRRF retido é descontado do imposto devido. Muitos iniciantes ignoram essa obrigação e se colocam em risco perante a Receita Federal.

O que poucos explicam: ajuste diário versus renda fixa tradicional

A confusão entre renda fixa e DI futuro é tão comum porque ambos dependem de juros. Mas o mecanismo é radicalmente diferente.

Em um CDB que rende 100% do CDI, você não tem ajuste diário — seu saldo cresce pela capitalização do CDI, mas você vê resultado apenas na data acordada. Se os juros caírem, a remuneração do seu CDB pós-fixado também cai, pois o que permanece contratado é o percentual de 100% do CDI, não uma taxa nominal fixa. Isso não significa ganho garantido: a aplicação segue sujeita a riscos de crédito, liquidez e mercado, inclusive em caso de negociação antes do vencimento.

Em um DI futuro, você vê resultado hoje. Se você comprou taxa a 13% e hoje a taxa do mercado caiu para 12,5%, sua posição sofreu uma perda — e o débito financeiro ocorre na sessão de negociação subsequente, conforme o ajuste diário do contrato DI1, não necessariamente no mesmo dia. Essa perda pode crescer amanhã se a taxa cair mais. Não há garantia de retorno.

Esse é o “erro mais caro”: operadores iniciam uma posição pequena em DI futuro esperando que seja como investir em um fundo DI — e se surpreendem quando veem o primeiro ajuste negativo e descobrem que precisam de capital disponível agora, não no vencimento.

Margem de garantia: quanto capital você precisa para operar?

A margem de garantia não é o valor nocional do contrato. O valor nocional de R$ 100.000 representa o contrato no vencimento — não o capital que o investidor precisa desembolsar para negociar.

Como a margem funciona na prática

A B3 exige um depósito de garantia como proteção contra inadimplência. O valor da margem varia conforme a volatilidade do mercado e o número de contratos. Em períodos de alta volatilidade, a B3 pode elevar a exigência de margem.

A margem pode ser depositada em ativos elegíveis, não necessariamente em dinheiro. Os principais aceitos pela B3 incluem:

  • Títulos do Tesouro Direto (Tesouro Selic, Tesouro IPCA+, Tesouro Prefixado)
  • CDB de emissores aprovados pela B3
  • Ações de alta liquidez (com deságio aplicado pela B3)
  • Dinheiro em conta na corretora

Cenário hipotético de alavancagem: suponha que um investidor tenha R$ 20.000 em Tesouro Selic e use esse valor como garantia para operar contratos DI1. Se, hipoteticamente, a margem exigida fosse R$ 2.000 por contrato, a conta indicaria até 10 contratos, com exposição nocional de R$ 1.000.000. Isso representa uma alavancagem aritmética de 50 vezes o capital depositado. Na prática, a B3 calcula a margem pelo risco do portfólio (posições e garantias), e o valor de mercado dos títulos não assegura, por si, capacidade operacional para dez contratos.

Alavancagem amplifica tanto ganhos quanto perdas. Com 10 contratos, uma variação de 100 pontos no PU representa R$ 1.000 de resultado — positivo ou negativo (cada ponto de PU vale R$ 1,00).

O conceito de alavancagem financeira é central para entender o risco real de uma posição em DI futuro.

Para o investidor iniciante, a implicação prática é direta: nunca calcule o risco pelo valor nocional — calcule pelo impacto do ajuste diário sobre o capital disponível. Uma posição de 5 contratos pode gerar ajustes diários de R$ 500 a R$ 2.000, dependendo da volatilidade da curva de juros.

DI futuro e a curva de juros: o que o mercado está precificando?

O conjunto de contratos DI1 com diferentes vencimentos forma a curva de juros brasileira — o principal termômetro das expectativas do mercado para a trajetória da Selic.

Como ler a curva de juros pelo DI futuro

Cada vencimento do DI1 (todos os meses do ano, na primeira sessão de negociação do respectivo mês) representa a expectativa do mercado para a Taxa DI acumulada até aquela data. A diferença entre o contrato curto e o contrato longo revela duas informações:

  • Expectativa de política monetária: se o contrato de 2 anos está acima do contrato de 6 meses, o mercado espera que os juros subam ou permaneçam altos.
  • Prêmio de risco: parte da diferença reflete incerteza fiscal, inflação esperada e risco-país — não apenas a trajetória da Selic.

Com a Selic e o CDI nos níveis mais recentes disponíveis nas fontes oficiais (BCB e B3), os contratos curtos do DI1 tendem a negociar próximos a esse nível. Contratos mais longos podem precificar taxas diferentes, dependendo das expectativas do Copom.

Copom, BCB e o impacto em tempo real

Comunicados do Banco Central do Brasil e reuniões do Copom movem a curva de juros em tempo real. Um comunicado mais hawkish (indicando alta de juros) faz os contratos DI1 subirem em taxa — e caírem em PU. Um comunicado dovish produz o efeito contrário.

A Anbima publica diariamente a Estrutura a Termo de Taxas de Juros (ETTJ), estimada a partir dos preços indicativos de títulos públicos federais pelo modelo de Svensson. Esse indicador é amplamente usado por gestoras para precificar fundos de renda fixa e avaliar o custo de captação de empresas.

O Tesouro Direto IPCA+ também tem seu preço influenciado pela curva de juros formada pelos contratos DI1 — uma alta nas taxas dos futuros tende a pressionar os preços dos títulos públicos para baixo.

Na prática, acompanhar a curva de juros pelo DI1 é uma das formas mais eficientes de monitorar o humor do mercado sobre a política monetária brasileira. Investidores que operam renda fixa longa, fundos multimercado ou ações de setores sensíveis a juros se beneficiam desse monitoramento.

Resumo prático: o que você precisa saber antes de operar

  • DI futuro (DI1) é um derivativo que negocia a Taxa DI acumulada até o vencimento — não é uma aplicação de renda fixa.
  • A cotação é em taxa, mas o resultado financeiro é calculado em PU: taxa sobe = PU cai; taxa cai = PU sobe.
  • Quem acredita em alta de juros compra taxa (vende PU); quem acredita em queda de juros vende taxa (compra PU).
  • Ajustes diários são obrigatórios e debitados ou creditados automaticamente — mantenha caixa disponível.
  • A margem exigida é menor que o nocional de R$ 100.000, mas a alavancagem amplifica perdas e ganhos.
  • A curva de juros formada pelos contratos DI1 é o principal indicador das expectativas do mercado para a Selic.
  • Tributação: 15% sobre ganhos líquidos de operações comuns apurados no mês e 20% no day trade. Perdas compensam ganhos, mas prejuízos de day trade só compensam ganhos de day trade. Recolhimento via DARF é responsabilidade do investidor, descontado o IRRF antecipatório retido.

FAQ — Perguntas frequentes sobre DI futuro

O que é o DI futuro?

Para iniciantes, pense em DI futuro como uma aposta sobre juros, não um investimento. É um contrato derivativo negociado na B3 (código DI1) cujo ativo subjacente é a Taxa DI acumulada entre a data de negociação e o vencimento. O valor nocional é R$ 100.000 por contrato, mas o capital necessário para operar é determinado pela margem de garantia exigida pela B3, não pelo nocional. Veja a seção “O que é DI futuro? Resposta direta antes de tudo” para detalhes completos.

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  • Meta Selic13,75%
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Fonte: Banco Central · 03/11/2026
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Fonte: Brapi e Banco Central · 04/11/2026 às 13h05

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