A Carteira Recomendada ESG do BTG Pactual reúne 10 ações selecionadas pelo Research, com revisão mensal, combinando qualidade, governança e aderência a temas ambientais e sociais, sem abrir mão de potencial de retorno.
Objetivo da Carteira ESG
O portfólio contempla companhias alinhadas a temas macro ESG (baixo carbono, transição energética, economia circular, inovação, digitalização, NPS, diversidade e governança), filtradas por práticas e/ou modelos de negócio aderentes e recomendação de Compra.
Pontos principais
As novidades
A principal novidade deste mês foi a inclusão de quatro novas empresas na carteira ESG: Copel (CPLE6), Eletrobras (ELET3), Localiza (RENT3) e Smart Fit (SMFT3), substituindo Equatorial, Orizon, Motiva e Lojas Renner.
A revisão reforça a estratégia do BTG de focar em companhias de qualidade, com boa governança, forte posicionamento em seus setores e potencial de valorização em um cenário de juros mais baixos e valorização de ativos sustentáveis.
Quem entra e quem sai
Entram:
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Copel (CPLE6) – destaque pela privatização e 100% de geração de energia renovável.
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Eletrobras (ELET3) – beneficiada por preços mais altos de energia e potencial de forte geração de caixa.
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Localiza (RENT3) – sólida em locação e gestão de frotas, deve se beneficiar de juros menores.
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Smart Fit (SMFT3) – tese de crescimento no varejo latino-americano com expansão de margens.
Saem:
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Equatorial (EQTL3) – tese de carrego substituída por nomes com maior potencial de valorização no curto prazo.
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Orizon (ORVR3) – retirada para dar espaço a novos nomes com maior liquidez.
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Motiva (MOVI3) – substituída por Localiza, com melhor perfil operacional e de crescimento.
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Lojas Renner (LREN3) – excluída diante da preferência por setores mais defensivos e de maior geração de caixa.
Confira a Carteira completa de ESG| Out 2025
Composição recomendada (pesos somam 100%), com ADTV, potencial de alta, valor de mercado e P/L 2025E.
| Empresa | Código | Peso | ADTV (R$ milhões) | Potencial de Alta (%) | P/L 25 |
|---|---|---|---|---|---|
| Copel | CPLE6 | 10% | 159 | 12,3% | 16,0 |
| Cyrela | CYRE3 | 10% | 138 | 11,0% | 7,0 |
| Eletrobras | ELET3 | 10% | 331 | 17,7% | 18,7 |
| Energisa | ENGI11 | 10% | 122 | 43,6% | 14,0 |
| Itaú | ITUB4 | 10% | 791 | 22,8% | 7,8 |
| Localiza | RENT3 | 10% | 361 | 47,8% | 11,6 |
| Nubank | ROXO34 | 10% | 31 | 19,4% | 18,4 |
| Rede D’Or | RDOR3 | 10% | 173 | 19,4% | 20,0 |
| Smart Fit | SMFT3 | 10% | 90 | 17,6% | 19,9 |
| Vibra | VBBR3 | 10% | 214 | 14,8% | 12,7 |
Fonte: BTG Pactual
Comentários rápidos por empresa
- Copel (CPLE6)
Privatizada recentemente, segue entregando marcos consistentes e deve se beneficiar da migração ao Novo Mercado e da nova política de dividendos. - Cyrela (CYRE3)
Mantida pela execução sólida e potencial de valorização; ganha força com exposição ao programa Minha Casa, Minha Vida. - Eletrobras (ELET3)
Deve consolidar-se como forte geradora de caixa e grande pagadora de dividendos, com foco em eficiência e energia limpa. - Energisa (ENGI11)
Entrada nova na carteira; combina qualidade operacional e TIR real atrativa, com metas claras de neutralidade de carbono. - Equatorial (EQTL3)
Referência no setor, une solidez operacional e foco ESG com metas de descarbonização e impacto social positivo. - Itaú (ITUB4)
Mantido por sua eficiência crescente e foco em digitalização; deve sustentar múltiplos elevados com avanços em IA e redução de custos. - Localiza (RENT3)
Posicionada para crescer com juros menores; melhora em locação, gestão de frotas e venda de seminovos reforçam margens. - Nubank (ROXO34)
Mantido pela expansão no México e melhora nas receitas no Brasil; internacionalização é o principal motor da tese. - Rede D’Or (RDOR3)
Após alta expressiva, entra em fase estável de geração de caixa e expansão orgânica, com foco em eficiência e M&A. - Smart Fit (SMFT3)
Uma das principais histórias de crescimento no varejo latino-americano, com margens em expansão e alta liquidez. - Vibra (VBBR3)
Segue bem posicionada em cenário regulatório favorável, com geração de caixa robusta e foco em energia renovável.
Rentabilidade da Carteira
Nos últimos 30 dias, a Carteira ESG do BTG Pactual (-3,2%) apresentou desempenho inferior ao do Ibovespa (-0,4%), mas superou o índice de referência (S&P/B3, -5,1%).
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