CDBs acima do CDI em 2026: onde encontrar e como escolher

CDBs acima do CDI em 2026: onde encontrar e como escolher

Sobre R$ 10.000 aplicados por um ano, a diferença estimada entre um CDB de 100% e outro de 110% do CDI é de cerca de R$ 142 em termos brutos — aproximadamente R$ 117 líquidos, considerando CDI constante de 14,15% ao ano e IR de 17,5%. Com a Taxa DI corrente próxima de 14,15% a.a., encontrar os melhores CDBs acima do CDI ficou mais acessível: bancos médios, digitais e plataformas abertas divulgam taxas acima de 100% do CDI em 2026. Lembre-se de que essas ofertas são condições contratuais dinâmicas e podem mudar sem aviso.

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Resposta direta: há CDBs acima do CDI em bancos médios e digitais como BMG, Sofisa Direto, Daycoval e InfinitePay, com opções de liquidez diária em torno de 100% a 106% do CDI. Para prazos mais longos, sem liquidez antecipada, algumas ofertas superam 111% do CDI, sempre verificáveis por emissor. CDBs elegíveis contam com garantia do FGC de R$ 250.000 por CPF, por instituição ou conglomerado financeiro.

O que é um CDB acima do CDI e por que isso importa?

Um CDB acima do CDI é aquele cujo percentual de remuneração supera 100% da Taxa DI — o referencial interbancário. Na prática, o banco emissor paga ao investidor mais do que esse benchmark. Vale distinguir dois números: a Taxa DI corrente (annualizada, base 252 dias úteis) está em torno de 14,15% a.a., enquanto o CDI acumulado nos últimos 12 meses ficou próximo de 14,70% a.a., por incluir meses com Selic mais alta antes dos cortes recentes. Nas projeções a seguir usamos 14,15% a.a. como taxa corrente, não como acumulado passado.

A diferença entre 100% e 110% do CDI parece pequena no papel, mas representa ganhos concretos. Veja o comparativo com R$ 10.000 aplicados por um ano (365 dias, IR de 17,5%), assumindo CDI constante de 14,15% a.a. e método de percentual linear do CDI:

Taxa do CDB Taxa bruta (a.a.) Valor líquido em 1 ano
100% CDI 14,15% R$ 11.167,38
110% CDI 15,57% R$ 11.284,53

A 110% do CDI, a taxa bruta equivale a cerca de 15,57% a.a. (110% × 14,15%). Após IR de 17,5% (faixa de 361 a 720 dias), o ganho líquido supera o de um CDB a 100% do CDI, no mesmo prazo, em aproximadamente R$ 117.

A diferença pode parecer pequena em um ano, mas em prazos mais longos e sobre valores maiores tende a se acumular de forma relevante. Esse acúmulo é o motivo pelo qual escolher ativamente taxas acima do CDI pode ser uma estratégia de otimização em renda fixa, mas sua adequação depende do perfil do investidor.

Entendendo os tipos de CDB

Antes de buscar ofertas, entenda os três tipos de remuneração de CDB:

  • CDB pós-fixado (tema do artigo): rentabilidade vinculada ao CDI. É a opção mais comum para quem busca acima de 100% do CDI.
  • CDB prefixado: taxa fixa definida na contratação. Protege em cenários de queda de juros.
  • CDB híbrido (IPCA+ juros): combina taxa real fixa com correção pela inflação. Adequado para prazos longos com proteção contra inflação.

Não é possível dizer, como regra geral, que o prefixado “paga menos” que o pós-fixado: o prefixado fixa a taxa na contratação e o pós-fixado acompanha o CDI. A alternativa mais rentável dependerá da taxa oferecida, do prazo e da trajetória futura dos juros. Em qualquer caso, escalonar prazos costuma ser uma estratégia prudente.

Onde encontrar CDBs acima do CDI em 2026

As ofertas de CDBs acima do CDI se concentram em três canais: bancos digitais e médios com plataforma própria, plataformas abertas de investimento e campanhas promocionais sazonais. As taxas variam por emissor, prazo, aplicação mínima e público elegível — por isso, confirme sempre em fonte oficial do emissor, com data da consulta. Comparadores e reportagens servem para descoberta, não como comprovação final.

Bancos digitais e médios com plataforma própria

  • BMG: CDB com rendimento regular em torno de 100% do CDI e campanhas específicas que podem chegar a 105% — verifique a oferta vigente no app.
  • Sofisa Direto: plataforma digital do Banco Sofisa, com CDB de liquidez diária a percentuais próximos de 100% do CDI (confirmar taxa e aplicação mínima no app).
  • Daycoval: banco médio com CDBs de liquidez diária cujos percentuais dependem do valor aplicado (por exemplo, faixas a partir de R$ 1.000, R$ 50.000 e R$ 150.000, conforme campanha).
  • InfinitePay: oferta que varia com o prazo — em torno de 101% do CDI na liquidez diária, 106% em seis meses e cerca de 111% a partir de um ano com resgate agendado.
  • C6 Bank e Banco Inter: bancos digitais com CDBs em torno de 100% a 103% do CDI e abertura de conta digital.
  • BTG Pactual: oferece CDBs em diferentes prazos e percentuais em sua plataforma.

O acesso costuma ser digital: abra conta no aplicativo ou site do emissor. Sempre valide a taxa atual, o prazo e a aplicação mínima antes de aplicar.

Plataformas abertas de investimento

  • Rico: agrega CDBs de diversos emissores, incluindo campanhas para novos clientes.
  • XP Investimentos: amplo cardápio de CDBs de bancos médios, com filtros por prazo e liquidez.
  • Genial Investimentos: CDBs de emissores variados com taxas competitivas.

Nas plataformas abertas, o investidor compara emissores lado a lado. A desvantagem é que nem sempre as taxas são as mais altas disponíveis — parte do spread fica com a plataforma distribuidora.

Comparadores independentes

Ferramentas como Yubb e Investidor10 ajudam a mapear o mercado por emissor, prazo, liquidez e taxa. Use-as para descoberta e, em seguida, confirme a condição na fonte oficial do emissor antes de aplicar.

Uma estratégia eficiente é diversificar entre dois ou três emissores. Assim, você distribui o risco e permanece dentro do limite de proteção do FGC (R$ 250.000 por CPF, por instituição ou conglomerado financeiro).

CDBs com liquidez diária: uma boa opção para reserva de emergência

Para reserva de emergência e capital de curto prazo, CDBs com liquidez diária próximos ou acima de 100% do CDI podem combinar rentabilidade e disponibilidade, conforme o perfil. Confirme as condições no emissor, pois variam e mudam com frequência.

Emissor Referência (liquidez diária) Observação
InfinitePay ~101% CDI (diária) 106% em 6 meses; ~111% em 1 ano sem liquidez
BMG ~100% CDI (105% em campanha) Verificar no app
Sofisa Direto ~100% CDI Confirmar taxa e mínimo
Daycoval Faixas por valor aplicado Depende do aporte e da campanha
C6 Bank / Inter / BTG ~100%–103% CDI Revalidar em fonte oficial

CDBs elegíveis contam com garantia do FGC de R$ 250.000 por CPF, por instituição ou conglomerado financeiro, somando principal e rendimentos, com teto global de R$ 1.000.000 por CPF a cada quatro anos. Bancos do mesmo grupo econômico compartilham o teto de R$ 250.000 — verifique o conglomerado do emissor antes de dividir aportes. Essa cobertura reduz, mas não elimina, riscos de crédito, liquidez e prazo de pagamento.

Simulação prática: reserva de emergência de R$ 20.000

Um investidor com R$ 20.000 para reserva tem duas opções representativas. Opção A: CDB de banco grande a 100% do CDI. Opção B: CDB a 105% do CDI. Ambos com liquidez diária.

A 105% do CDI, a taxa bruta equivale a cerca de 14,86% a.a. (105% × 14,15%). Em 365 dias, a diferença estimada sobre R$ 20.000 é de aproximadamente R$ 142 brutos e cerca de R$ 117 líquidos, considerando IR de 17,5%. Parece pouco, mas em prazos maiores tende a se acumular.

Para reserva de emergência, CDBs de liquidez diária de emissores sólidos podem ser adequados. Já travar recursos de emergência em CDBs de prazo longo pode não ser adequado, pois você pode precisar do dinheiro antes do vencimento.

CDBs travados: onde estão as maiores taxas

CDBs sem liquidez antecipada, de prazos mais longos, costumam oferecer os percentuais mais altos — em troca da imobilização do capital até o vencimento. As faixas variam por emissor e devem ser verificadas caso a caso: exemplos públicos recentes incluem ofertas em torno de 111% a 115% do CDI para prazos de um a dois anos, sempre condicionadas a emissor, prazo, liquidez e aplicação mínima.

Atenção: novas regras do FGC em vigor desde junho de 2026 tornaram mais restrita a captação de instituições de maior risco a taxas muito acima da média de mercado. Percentuais elevados (por exemplo, muito acima de 120% do CDI) devem ser verificados em emissores específicos, e a oferta pode ser mais limitada do que no passado recente.

O mecanismo é simples: com prazo definido, o banco reduz seu risco de liquidez e pode pagar mais. Para o investidor, o trade-off é não ter acesso antes da data combinada — exceto via mercado secundário, com possível ágio ou deságio.

Qual é a melhor opção: resgate antecipado ou mercado secundário?

Se você trava R$ 30.000 em um CDB de 2 anos e precisar do dinheiro antes, há duas alternativas:

  • Resgate antecipado (se previsto em contrato): alguns CDBs permitem resgate antecipado com taxa reduzida em relação à contratada ou com cobrança de spread de desmontagem — você recebe o principal mais os rendimentos apurados, mas possivelmente abaixo da taxa original. Leia o contrato antes de aplicar.
  • Venda no mercado secundário: você vende o CDB a outro investidor via corretora. O preço depende das taxas de mercado e da existência de comprador, podendo ocorrer com ágio ou deságio. A venda é uma tentativa, não uma garantia.

O mercado secundário de CDB é menos líquido que o de Tesouro Direto. Use-o como válvula de escape, nunca como estratégia principal de liquidez. Mantenha sempre a reserva de emergência em CDB com liquidez diária.

Simulação comparativa: R$ 30.000 por 2 anos

Cenário: investidor com R$ 30.000 que não precisará do dinheiro por 2 anos. Comparando CDB a 100% do CDI versus CDB a 120% do CDI, ambos com vencimento em 2 anos. IR aplicável: 15% (acima de 720 dias). Premissa: CDI constante de 14,15% — o valor futuro é desconhecido.

Para o CDB a 100% do CDI: R$ 10.000 em 2 anos rendem cerca de R$ 12.575,69 líquido, então R$ 30.000 rendem aproximadamente R$ 37.727,07 líquido.

A diferença líquida entre 120% e 100% do CDI em 2 anos sobre R$ 30.000 pode superar R$ 1.700 — apenas por escolher um emissor diferente. É uma decisão que pode ser relevante, mas deve ser avaliada conforme o perfil.

O risco adicional é o de crédito do emissor. Porte ou tempo de existência não determinam, isoladamente, a solvência de um banco: analise indicadores atuais (capital, liquidez, resultado, rating) e o conglomerado a que pertence. O FGC reduz, mas não substitui, essa análise. Uma taxa maior normalmente reflete condições específicas de prazo, captação e risco.

Vale também o escalonamento de vencimentos: distribuir R$ 30.000 em três CDBs de R$ 10.000 com vencimentos em 1, 2 e 3 anos deixa parte do capital disponível periodicamente sem abrir mão das taxas mais altas dos prazos longos.

Campanhas promocionais: CDB a 230% do CDI vale a pena?

Campanhas de CDB a 150% ou até 230% do CDI existem, mas são pontuais, limitadas a valores pequenos e prazos curtos (45 a 60 dias), voltadas a atrair novos clientes.

Por que os bancos oferecem taxas tão altas?

A plataforma ou banco subsidia parte do custo da captação como investimento em aquisição de clientes. O objetivo não é lucrar com aquela aplicação — é que o investidor abra conta e mantenha recursos em produtos de taxa menor depois. É um custo de marketing.

Exemplo numérico: um CDB promocional a 230% do CDI por 45 dias, limitado a R$ 1.000. Considerando a Taxa DI de 14,15% a.a. (equivalente a cerca de 1,11% ao mês e a um fator diário próximo de 0,053%), o ganho líquido sobre R$ 1.000 em cerca de 32 dias úteis, após IR de 22,5%, fica em torno de R$ 30. Não compensa como investimento — compensa apenas como teste da plataforma.

Já campanhas de 110% a 120% do CDI para prazos de 6 a 12 meses, em volumes maiores, podem ser mais interessantes e representar ganho real sobre o benchmark.

Checklist para avaliar uma oferta promocional

  • Valor máximo aplicável: campanhas de 150%+ CDI costumam limitar a R$ 1.000 ou R$ 5.000.
  • Prazo: geralmente 45 a 90 dias — IR de 22,5%, reduzindo o ganho real.
  • Exigência de conta nova: muitas valem só para quem ainda não tem conta.
  • Cobertura FGC: confirme que o emissor é banco regulado pelo BCB.
  • Ganho líquido real: calcule o valor após IR antes de decidir.

Recomendação: use campanhas de 150%+ CDI para testar plataformas com valores pequenos. Para a carteira principal, foque em CDBs de percentuais competitivos com emissores sólidos e prazos compatíveis com seus objetivos.

Como o Imposto de Renda reduz o ganho do CDB

O CDB é tributado pelo IRRF regressivo. A alíquota começa em 22,5% para resgates até 180 dias e cai a 15% acima de 720 dias. O imposto incide sobre o rendimento bruto — e pode inverter a vantagem de um CDB acima do CDI frente a títulos isentos como LCI e LCA.

Prazo do CDB Alíquota de IR Impacto no ganho
Até 180 dias 22,5% Maior desconto
181 a 360 dias 20% Desconto alto
361 a 720 dias 17,5% Desconto moderado
Acima de 720 dias 15% Menor desconto

CDB vs LCI/LCA: qual é realmente melhor?

LCI e LCA são isentas de IR para pessoa física. Isso cria uma comparação que depende do prazo. Veja com R$ 10.000 por um ano (365 dias, IR de 17,5% no CDB, método linear):

Produto Taxa bruta Impostos Valor líquido em 1 ano (R$ 10.000)
LCA 90% CDI 12,74% a.a. Isenta R$ 11.273,50
CDB 100% CDI 14,15% a.a. 17,5% (IR) R$ 11.167,38
CDB 110% CDI 15,57% a.a. 17,5% (IR) R$ 11.284,53

O break-even depende do prazo: até 360 dias (IR de 20%), o CDB precisa pagar cerca de 112,5% do CDI para empatar com uma LCA a 90%; entre 361 e 720 dias (IR de 17,5%), cerca de 109,1%; acima de 720 dias (IR de 15%), cerca de 105,9%. Por isso, no prazo de 365 dias, o CDB a 110% do CDI supera a LCA a 90% por margem pequena.

Na prática, um CDB a 110% do CDI não é automaticamente melhor que uma LCA a 95% do CDI em prazos de 1 a 2 anos. É preciso calcular o valor líquido de cada opção, no mesmo prazo, antes de decidir.

Implicação prática: antes de escolher um CDB acima do CDI, compare com LCI/LCA disponíveis no mesmo prazo. Se a diferença de taxa for pequena, o título isento pode ser superior. Se for grande — como 120% CDI no CDB versus 90% CDI na LCA — o CDB pode compensar mesmo com IR.

Resumo prático

  • Há CDBs acima do CDI em bancos médios, digitais e plataformas abertas — sempre confirme a taxa em fonte oficial do emissor, com data.
  • Para reserva de emergência, CDBs de liquidez diária próximos ou acima de 100% do CDI, de emissores com cobertura do FGC, podem ser adequados conforme o perfil.
  • Para capital travado, prazos mais longos oferecem percentuais maiores — mas atenção às novas regras do FGC (junho/2026), que restringiram taxas muito acima da média.
  • Campanhas de 150%+ CDI são reais, mas limitadas a valores pequenos e prazos curtos — úteis para testar plataformas, não para carteira principal.
  • Sempre compare o CDB com LCI/LCA no mesmo prazo: o break-even varia (~112,5% até 360 dias; ~109,1% de 361 a 720 dias; ~105,9% acima de 720 dias).
  • Distribua entre emissores para respeitar o limite de R$ 250.000 por CPF, por instituição ou conglomerado, no FGC.
  • Se precisar de liquidez antes do vencimento de um CDB travado, avalie resgate antecipado (com taxa reduzida) ou mercado secundário (com ágio ou deságio).

Dúvidas frequentes

Quanto rende R$ 1.000 em CDB vs Tesouro Selic vs LCA em 1 ano?

CDB a 110% do CDI (110% × 14,15% ≈ 15,57% a.a. bruto): em 365 dias, com IR de 17,5%, rende cerca de R$ 1.128,45 líquido — ganho de aproximadamente R$ 128.

Tesouro Selic: como aproximação, R$ 1.000 rendendo em torno de 14,25% ao ano por 365 dias, com IR de 17,5% e sem custódia (isenta até R$ 10.000), resultam em cerca de R$ 1.117,56 líquido. O retorno efetivo depende do título e das taxas de compra e venda — use o simulador oficial do Tesouro Direto.

LCA a 90% do CDI (isenta): rende cerca de R$ 1.127,35 líquido — ganho de aproximadamente R$ 127.

Conclusão: nesse prazo de 365 dias, o CDB a 110% do CDI supera a LCA a 90% por margem pequena. Em prazos de até 360 dias (IR de 20%), a LCA tende a levar vantagem, pois o break-even sobe para cerca de 112,5% do CDI.

O Tesouro Selic tem isenção de custódia B3?

Sim. O Tesouro Selic é isento da taxa de custódia B3 (0,20% a.a.) para valores de até R$ 10.000 por CPF. Acima disso, a custódia incide sobre o excedente.

Lançado em 11 de maio de 2026, o Tesouro Reserva opera praticamente 24/7 via instituição parceira (atualmente o Banco do Brasil) e usa a infraestrutura da B3. A custódia é de 0,20% a.a., com isenção para valores de até R$ 10.000 por CPF — mesma regra do Tesouro Selic. Outras instituições devem ser habilitadas ao longo de 2026.

Como funciona o resgate antecipado de um CDB travado?

Depende do contrato e da disponibilidade de contraparte. O resgate ou a venda antecipada pode ocorrer sem remuneração, com perda parcial dos juros, com ágio ou com deságio. Em CDBs com cláusula de resgate antecipado, você costuma receber o principal mais os rendimentos apurados, possivelmente com taxa reduzida em relação à contratada.

Verifique sempre a cláusula de liquidez antes de aplicar em CDBs de prazo longo. Se não houver liquidez adequada, mantenha parte da carteira em CDBs com liquidez diária para emergências.

Vale a pena aplicar em CDB de banco regional pequeno com taxa muito alta?

Depende do risco que você aceita. CDBs elegíveis contam com garantia do FGC de R$ 250.000 por CPF, por instituição ou conglomerado, somando principal e rendimentos, com teto global de R$ 1 milhão em quatro anos. A cobertura reduz, mas não elimina, riscos de crédito, liquidez e prazo de pagamento — pode haver demora ou saldo descoberto.

O ponto de atenção principal é a liquidez: se o banco entrar em dificuldades, o mercado secundário pode fechar ou oferecer deságio elevado. Avalie o emissor por seus indicadores atuais, e não apenas pelo tempo de mercado.

Recomendação: se optar por bancos médios, analise dados atuais de solvência e diversifique. A diferença entre 105% e 130% do CDI sobre R$ 30.000 pode chegar a alguns milhares de reais em prazos mais longos, mas o CDI futuro é desconhecido — avalie o trade-off com risco de iliquidez.


A diferença entre escolher um CDB a 100% do CDI e outro a 120% do CDI pode representar mais de R$ 1.700 em 2 anos sobre R$ 30.000, mas é importante avaliar o trade-off entre rentabilidade, prazo e risco de crédito conforme seu perfil.

Se você quer identificar o CDB mais adequado para seu perfil e prazo sem perder tempo comparando dezenas de emissores, a Renova Invest pode ajudar. Temos assessores especializados em montar carteiras de renda fixa que balanceiam CDB, LCI/LCA e Tesouro — maximizando rendimento líquido conforme sua situação tributária e horizonte de investimento. Fale com um assessor e descubra quanto você poderia ganhar otimizando sua carteira.

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CDI hoje
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Fonte: Banco Central · 20/08/2026

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