Saber quanto rende 100 mil no CDB em 2026 depende de três variáveis simples: o percentual do CDI contratado, o prazo de aplicação e a alíquota de Imposto de Renda regressivo que incide sobre o rendimento. O CDI corrente está em torno de 14,40% ao ano (série do Banco Central, jun/2026), acompanhando a meta Selic de 14,50% a.a. Tomando 14,40% como base, R$ 100 mil aplicados em um CDB de 100% do CDI geram cerca de R$ 14.400 brutos em 12 meses. Após o IR, o líquido fica próximo de R$ 11.880. Neste guia, você verá simulações por prazo, por percentual do CDI e a comparação direta com LCI, LCA e Tesouro Selic.
O cálculo, porém, muda conforme o tempo de aplicação. Quanto maior o prazo, menor a alíquota de IR. Portanto, o líquido final pode variar bastante.
Neste artigo
- Resposta direta: quanto rende R$ 100 mil no CDB hoje
- O que é CDB e como funciona a remuneração?
- Como o Imposto de Renda afeta o rendimento do CDB?
- Quanto rende R$ 100 mil no CDB por mês e em 1 ano?
- Simulação por prazo: 1 mês, 6 meses, 1 ano e 2 anos
- CDB a 90%, 100%, 110% e 120% do CDI: qual a diferença real?
- CDB vale a pena em 2026 comparado a LCI, LCA e Tesouro Selic?
- Resumo prático
- Perguntas frequentes
Resposta direta: quanto rende R$ 100 mil no CDB hoje
R$ 100 mil em um CDB pós-fixado de 100% do CDI rendem aproximadamente R$ 14.400 brutos em 12 meses, considerando o CDI de referência de 14,40% ao ano (série do Banco Central, jun/2026). Após o desconto do Imposto de Renda regressivo de 17,5% (faixa entre 361 e 720 dias), o rendimento líquido fica em torno de R$ 11.880 no período.
Esse valor é uma estimativa, não uma promessa. O CDI oscila ao longo do ano conforme as decisões do Copom sobre a taxa básica de juros. Por isso, o rendimento real só é conhecido no resgate.
Na prática, o rendimento mensal médio de R$ 100 mil em um CDB de 100% do CDI fica próximo de R$ 990 líquidos por mês em 2026, considerando o cenário atual. Já em um CDB de 110% do CDI, o líquido sobe para cerca de R$ 1.090 mensais. Em um produto de 120% do CDI, o valor chega a cerca de R$ 1.188 mensais líquidos.
Para entender de onde vêm esses números, é preciso distinguir três conceitos:
- Rendimento bruto: o valor total que o CDB paga antes de qualquer desconto.
- Imposto de Renda: incide apenas sobre o rendimento, nunca sobre o capital investido.
- Rendimento líquido: o que efetivamente cai na conta após o IR.
Outro ponto fundamental: o CDI é um indexador que acompanha de perto a Selic, a taxa básica de juros. Quando o Copom altera a Selic, o CDI se ajusta em poucos dias. Logo, qualquer simulação para 2026 inteiro depende de projeções de mercado.
Por exemplo, se o CDI subir ao longo do ano, o CDB pós-fixado renderá mais. Se cair, o oposto acontece. O risco do CDB pós-fixado não está no crédito do banco — está na variação do indexador.
Para investidores com perfil conservador, o CDB pós-fixado segue como a porta de entrada mais usada em 2026. Já quem busca travar uma taxa pode optar pelo CDB prefixado, com lógica diferente. A escolha entre os dois muda o cálculo de rendimento por completo, como veremos adiante.
O que é CDB e como funciona a remuneração?
CDB é a sigla para Certificado de Depósito Bancário. Funciona assim: o investidor empresta dinheiro a um banco, que devolve com juros em uma data futura. Aplica-se quando o objetivo é renda fixa com proteção do FGC até R$ 250 mil por CPF por instituição, conforme regras do Banco Central do Brasil.
Existem três tipos principais de remuneração no CDB. Cada um responde a um cenário diferente de juros e inflação.
CDB pós-fixado (% do CDI)
É o formato mais comum no Brasil. O rendimento acompanha o CDI, que por sua vez segue a Selic. Quando você contrata um CDB de 100% do CDI, recebe exatamente o que o CDI render no período. Em 105%, recebe 5% a mais. Em 90%, recebe 10% a menos.
Por exemplo, com CDI mensal equivalente a cerca de 1,13% (correspondente a 14,40% ao ano, dado BCB), um CDB de 100% do CDI rende cerca de 1,13% no mês. Já um CDB de 110% do CDI rende aproximadamente 1,24% no mesmo período.
CDB prefixado
A taxa é definida no momento da aplicação. Você sabe exatamente quanto vai receber no vencimento. Por exemplo, um CDB prefixado a 13,5% ao ano paga essa taxa independentemente do que o CDI fizer.
Esse formato é vantajoso quando o investidor acredita em queda dos juros. Por outro lado, se a Selic subir, o CDB prefixado renderá menos que um pós-fixado equivalente.
CDB híbrido (IPCA + taxa)
Combina inflação medida pelo IBGE com uma taxa real fixa. Por exemplo, IPCA + 6,5% ao ano. Esse tipo protege o poder de compra no longo prazo.
O indexador CDI é o mais usado porque reflete o custo do dinheiro entre bancos no Brasil. Em geral, ele fica muito próximo da Selic — geralmente alguns décimos abaixo. Por isso, dizer “CDB de 100% do CDI” equivale, na prática, a dizer “CDB que rende quase a Selic”.
Na prática, escolher entre os três formatos exige clareza sobre o objetivo. Quem busca liquidez e segurança costuma ficar no pós-fixado. Quem aposta em queda de juros prefere o prefixado. Quem pensa em aposentadoria escolhe o híbrido.
Como o Imposto de Renda afeta o rendimento do CDB?
O IR sobre CDB incide apenas sobre o rendimento, nunca sobre o valor principal investido. A tributação segue a tabela regressiva, conforme a Lei nº 11.033/2004. Quanto mais tempo o dinheiro permanece aplicado, menor a alíquota e maior o líquido final.
A tabela regressiva tem quatro faixas, todas retidas na fonte automaticamente no resgate:
| Prazo da aplicação | Alíquota de IR | Sobre o quê incide |
|---|---|---|
| Até 180 dias | 22,5% | Apenas rendimento |
| 181 a 360 dias | 20,0% | Apenas rendimento |
| 361 a 720 dias | 17,5% | Apenas rendimento |
| Acima de 720 dias | 15,0% | Apenas rendimento |
Por exemplo, em R$ 14.400 de rendimento bruto sobre R$ 100 mil em 12 meses, o IR de 17,5% retira R$ 2.520. O líquido fica em R$ 11.880. Se o mesmo valor ficar aplicado por mais de 720 dias, a alíquota cai para 15% e o IR seria de R$ 2.160 — uma economia de R$ 360 sobre o mesmo rendimento bruto anual.
Além do IR, existe o IOF, mas apenas nos primeiros 30 dias da aplicação. A alíquota começa em 96% no primeiro dia e zera no 30º dia. Por isso, resgatar um CDB antes de 30 dias quase nunca compensa.
Outro ponto relevante: o IR do CDB é retido pelo próprio banco. O investidor não precisa recolher DARF nem calcular nada por conta própria. Apenas declara no IRPF do ano seguinte com base no informe de rendimentos.
Na prática, planejar o resgate é tão importante quanto escolher o produto. Resgatar dias antes de mudar de faixa pode custar caro. Esperar 21 dias a mais para sair da faixa de 20% para 17,5% pode significar centenas de reais a mais no bolso.
O planejamento tributário deve começar na escolha do prazo do CDB, não no momento do resgate.
Quanto rende R$ 100 mil no CDB por mês e em 1 ano?
R$ 100 mil aplicados em um CDB de 100% do CDI rendem cerca de R$ 990 líquidos por mês em 2026, considerando o CDI atual de 14,40% ao ano. Em 12 meses, o líquido total fica próximo de R$ 11.880, já descontados os 17,5% de IR aplicáveis ao prazo entre 361 e 720 dias.
A tabela a seguir mostra o rendimento bruto e líquido anual para diferentes percentuais do CDI, considerando aplicação de 12 meses:
| CDB | Bruto anual | Líquido anual |
|---|---|---|
| 90% do CDI | R$ 12.960 | R$ 10.692 |
| 100% do CDI | R$ 14.400 | R$ 11.880 |
| 110% do CDI | R$ 15.840 | R$ 13.068 |
| 120% do CDI | R$ 17.280 | R$ 14.256 |
O cálculo do rendimento bruto segue a fórmula: R$ 100.000 × 14,40% = R$ 14.400. Para um CDB de 110% do CDI, multiplica-se por 1,10: R$ 14.400 × 1,10 = R$ 15.840. O líquido é obtido aplicando o IR sobre o rendimento bruto.
Por exemplo, no CDB de 100% do CDI:
- Rendimento bruto: R$ 14.400
- IR de 17,5%: R$ 14.400 × 0,175 = R$ 2.520
- Rendimento líquido: R$ 14.400 − R$ 2.520 = R$ 11.880
No mês, o líquido fica próximo de R$ 990 — ou seja, quase R$ 33 por dia útil. Para o CDB de 120% do CDI, o mensal sobe para aproximadamente R$ 1.188 líquidos.
É importante notar que esses valores são estimativas. O CDI oscila a cada mudança da Selic. Se o Copom reduzir a taxa básica, o CDI cai e o rendimento do CDB pós-fixado também. Se elevar, o oposto acontece.
Por isso, ao planejar uma aplicação de R$ 100 mil para 2026, vale considerar projeções do mercado para os próximos meses. Travar uma taxa em CDB prefixado pode ser estratégico em momentos de expectativa de queda dos juros.
Na prática, o investidor que aplica R$ 100 mil hoje e mantém por 12 meses sabe estimar o líquido com boa precisão, mas precisa aceitar a variação do indexador.
Simulação por prazo: 1 mês, 6 meses, 1 ano e 2 anos
O prazo de aplicação muda completamente o líquido final, mesmo com o mesmo CDB. Isso acontece porque a alíquota de IR cai conforme o tempo aumenta. Confira a simulação para R$ 100 mil em CDB de 100% do CDI, com CDI a 14,40% ao ano:
| Prazo | Bruto | Líquido |
|---|---|---|
| 1 mês | R$ 1.130 | R$ 876 |
| 6 meses | R$ 6.967 | R$ 5.574 |
| 12 meses | R$ 14.400 | R$ 11.880 |
| 24 meses | R$ 30.873 | R$ 26.242 |
Os cálculos usam juros compostos. Para 24 meses, a fórmula é: VF = 100.000 × (1 + 0,144)² = 100.000 × 1,30873 = R$ 130.873. O rendimento bruto é R$ 30.873. O IR de 15% sobre esse valor resulta em R$ 4.631. O líquido fica em R$ 26.242.
Veja o cenário de João: ele aplica R$ 100 mil em CDB de 100% do CDI por 24 meses. Ao final do prazo, paga apenas 15% de IR. Se tivesse resgatado em 12 meses, pagaria 17,5%. A diferença de alíquota, somada aos juros compostos do segundo ano, mais que dobra o líquido em relação ao primeiro ano.
O efeito do prazo é ainda mais nítido na comparação com 1 mês. Quem resgata cedo paga 22,5% de IR sobre um rendimento pequeno. O IR aplicado em curto prazo come quase um quarto do ganho.
Por outro lado, manter o capital por mais de 720 dias garante a menor alíquota possível (15%). Por isso, CDBs com vencimento entre 24 e 36 meses costumam ser mais eficientes do ponto de vista tributário.
Existe também o efeito do come-cotas? Não. CDB não tem come-cotas — esse mecanismo só atinge fundos de investimento. No CDB, o IR só incide no resgate ou no vencimento.
Na prática, quem investe R$ 100 mil e tem horizonte definido deve casar o vencimento do CDB com o objetivo. Resgatar antes implica perder eficiência tributária e, em alguns produtos, enfrentar deságio na negociação no mercado secundário.
Para situar o CDB dentro de uma carteira mais ampla, vale comparar com os melhores investimentos de renda fixa em 2026 e definir a proporção ideal por objetivo.
CDB a 90%, 100%, 110% e 120% do CDI: qual a diferença real?
A diferença entre um CDB de 90% e outro de 120% do CDI pode passar de R$ 3.500 líquidos em 12 meses sobre R$ 100 mil. Bancos menores e fintechs oferecem taxas acima de 100% do CDI como forma de atrair capital. Grandes bancos, por terem captação fácil, costumam pagar abaixo disso.
A tabela compara o líquido em 12 meses (IR de 17,5%):
| CDB | Líquido 12 meses | Diferença vs. 100% |
|---|---|---|
| 90% do CDI | R$ 10.692 | −R$ 1.188 |
| 100% do CDI | R$ 11.880 | Referência |
| 110% do CDI | R$ 13.068 | +R$ 1.188 |
| 120% do CDI | R$ 14.256 | +R$ 2.376 |
Maria compara dois CDBs: um de grande banco a 100% do CDI e outro de fintech a 120% do CDI. Na mesma aplicação de R$ 100 mil por 12 meses, a fintech entrega R$ 2.376 a mais líquidos. Em 24 meses, com juros compostos, essa diferença ultrapassa R$ 5.000.
Por que bancos menores pagam mais? Eles precisam atrair capital sem ter a marca dos grandes. Por isso, oferecem prêmio sobre o CDI. Para o investidor, esse prêmio só faz sentido se o banco for sólido e estiver dentro da cobertura do FGC.
O FGC (Fundo Garantidor de Créditos) protege até R$ 250 mil por CPF por instituição, com teto global de R$ 1 milhão a cada quatro anos. Para R$ 100 mil em um único CDB, o valor está totalmente coberto. Portanto, o risco de crédito é praticamente nulo dentro desse limite.
Por outro lado, taxas muito acima do mercado merecem cautela. Bancos que oferecem 130% ou 140% do CDI normalmente precisam de capital com urgência. Vale verificar o rating da instituição e diversificar entre emissores.
Em 2026, com o CDI em 14,40% ao ano, um CDB de 120% do CDI entrega rendimento bruto efetivo de 17,28% ao ano. Esse patamar supera a maioria dos fundos DI e fica próximo de boas debêntures incentivadas isentas de IR.
Para quem busca isenção de IR com rendimento competitivo, as debêntures incentivadas isentas de IR são uma alternativa que merece comparação direta com o CDB.
Na prática, vale buscar percentuais acima de 100% do CDI sempre que o banco emissor for confiável e o prazo casar com seu objetivo. A diferença líquida em 24 meses pode pagar uma viagem internacional.
CDB vale a pena em 2026 comparado a LCI, LCA e Tesouro Selic?
O CDB pode render mais que LCI, LCA e Tesouro Selic em termos nominais, mas o líquido depende do IR. LCI e LCA são isentos de IR para pessoa física. Por isso, uma LCI a 90% do CDI pode ser equivalente a um CDB de aproximadamente 109% do CDI para quem está na faixa de 17,5%.
Veja a comparação líquida de R$ 100 mil em 12 meses, com CDI a 14,40% ao ano:
| Produto | Taxa nominal | Líquido 12 meses |
|---|---|---|
| CDB 100% CDI | 14,40% a.a. | R$ 11.880 |
| CDB 110% CDI | 15,84% a.a. | R$ 13.068 |
| LCI 90% CDI | 12,96% a.a. | R$ 12.960 |
| LCA 95% CDI | 13,68% a.a. | R$ 13.680 |
| Tesouro Selic | ≈ CDI | ≈ R$ 11.700 |
A LCI e LCA ganham em eficiência tributária. Por outro lado, têm carência mínima. Conforme a Resolução CMN nº 5.119/2024, LCI e LCA não atualizadas por índice de preços — sejam pós-fixadas (CDI) ou prefixadas — exigem prazo mínimo de 6 meses (a CMN reduziu de 9 para 6 meses em maio/2025). Já as atreladas à inflação têm carência maior: 36 meses para a LCI e 12 meses para a LCA. Não há resgate antecipado — apenas negociação no mercado secundário com possível deságio.
Já o Tesouro Selic tem liquidez diária e é o mais seguro do mercado (risco soberano). Porém, paga taxa de custódia B3 de 0,20% ao ano sobre o estoque acima de R$ 10 mil. Para R$ 100 mil, isso significa R$ 180 anuais de custódia (sobre os R$ 90 mil excedentes).
Se o foco for reserva com liquidez diária, vale entender Tesouro Selic x CDB de liquidez: qual rende mais em 2026 antes de escolher onde deixar o colchão de segurança.
Como decidir? Use estes critérios:
- Reserva de emergência: CDB com liquidez diária ou Tesouro Selic.
- Médio prazo (1 a 2 anos): LCI/LCA isentas costumam vencer.
- Buscar rentabilidade máxima: CDB de 110% ou 120% do CDI de bancos sólidos.
Para investidores com mais de R$ 100 mil, a recomendação técnica é diversificar entre os três produtos. Parte em CDB com liquidez, parte em LCI/LCA para médio prazo, parte em Tesouro Selic como colchão de segurança soberana.
Na prática, o CDB segue competitivo em 2026, especialmente em bancos menores. Mas LCI/LCA isentas de IR fazem o líquido virar — basta calcular o equivalente em CDI bruto antes de decidir.
Resumo prático
- R$ 100 mil em CDB de 100% do CDI rendem cerca de R$ 11.880 líquidos em 12 meses (CDI a 14,40% a.a.).
- O IR é regressivo: 22,5% até 180 dias e cai para 15% acima de 720 dias.
- CDB de 120% do CDI entrega cerca de R$ 14.256 líquidos em 12 meses — diferença de R$ 2.376 sobre 100% do CDI.
- LCI e LCA isentas de IR podem superar CDBs comuns: uma LCI a 90% do CDI equivale a um CDB de ~109% do CDI.
- O FGC cobre até R$ 250 mil por CPF por instituição. Nunca ultrapasse esse limite por banco.
- Para máxima eficiência tributária, mantenha CDBs por mais de 720 dias e pague apenas 15% de IR.
Perguntas frequentes
Quanto rende 100 mil no CDB por mês?
R$ 100 mil em um CDB de 100% do CDI rendem cerca de R$ 1.130 brutos por mês, com CDI mensal equivalente a aproximadamente 1,13% (14,40% ao ano de referência). Após o IR (17,5% na faixa de 361 a 720 dias), o líquido mensal fica próximo de R$ 990. Em um CDB de 50 mil a 100% do CDI, o bruto mensal cai para cerca de R$ 565, e não R$ 600 — o número correto usa o CDI mensal de 1,13%, não 1,20%.
CDB tem garantia do FGC?
Sim. O FGC (Fundo Garantidor de Créditos) cobre CDBs até R$ 250 mil por CPF por instituição, com teto global de R$ 1 milhão a cada quatro anos. Para R$ 100 mil em um único banco, o valor está totalmente protegido. Para aplicar mais que R$ 250 mil com cobertura integral, distribua entre instituições diferentes.
Qual o melhor percentual do CDI no CDB?
Quanto maior o percentual do CDI, maior o rendimento — mas o que importa é a combinação entre taxa, solidez do emissor e prazo. CDBs de bancos menores e fintechs costumam pagar de 110% a 120% do CDI para atrair capital, enquanto grandes bancos pagam abaixo de 100%. Acima de 100% do CDI vale a pena sempre que o emissor for confiável e estiver dentro da cobertura do FGC. Desconfie de taxas muito acima do mercado (130%–140%), que podem sinalizar necessidade urgente de captação.
CDB paga rendimento todo mês ou só no vencimento?
Na maioria dos CDBs, o rendimento é creditado no resgate ou no vencimento, não mensalmente. O valor rende diariamente e é incorporado ao saldo, mas o investidor só recebe (e paga o IR retido na fonte) ao sacar. Existem CDBs com pagamento periódico de juros, porém são menos comuns. Importante: o CDB não tem come-cotas — o IR só incide quando você resgata.
Se você tem R$ 100 mil parados e está em dúvida entre CDB, LCI/LCA ou Tesouro — a escolha errada pode custar mais de R$ 2.000 por ano em rentabilidade líquida. Um assessor da Renova Invest analisa seu perfil, prazo e objetivo para montar a alocação certa. Fale com um especialista e transforme rendimento em resultado.