Um rendimento hipotético de 1,04% ao mês, isento de IR para a pessoa física, corresponde a 12,48% em 12 meses sem reinvestimento. Com reinvestimento integral mensal e manutenção do mesmo yield, a taxa equivalente seria de aproximadamente 13,22% ao ano. A semana de 10 a 14 de agosto de 2026 concentra diversos pagamentos de fundos imobiliários porque muitos fundos adotam datas-base no encerramento do mês anterior. A isenção tributária, quando presentes todos os requisitos legais, é uma característica distinta e deve ser analisada separadamente do calendário de pagamentos. Para quem busca renda passiva estruturada, entender quais FIIs estão pagando, quanto distribuem e como enquadrar esses valores na declaração de IR é fundamental para decisões mais precisas.
Resposta direta: Na semana de 10 a 14 de agosto de 2026, diversos FIIs realizam pagamentos de rendimentos. Entre os fundos com avisos divulgados aparecem MXRF11, KNCR11, KNIP11, GGRC11 e OUJP11. Valor por cota, data-base e data de pagamento devem ser conferidos nos avisos oficiais dos administradores e nos eventos registrados na B3. Os rendimentos podem ser isentos de IR para pessoa física quando as cotas forem admitidas à negociação exclusivamente em bolsa ou mercado de balcão organizado, o fundo observar o requisito legal de cotistas e o investidor não possuir 10% ou mais das cotas nem direito a 10% ou mais dos rendimentos, observados os prazos legais de enquadramento.
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Quais FIIs pagam dividendos entre 10 e 14 de agosto de 2026?
A semana de 10 a 14 de agosto costuma concentrar um volume relevante de pagamentos, resultado da adoção de datas-base no encerramento de julho por parte de muitos fundos. Não publicamos aqui um número total de fundos pagadores: a quantidade só pode ser afirmada com base em levantamento próprio dos avisos oficiais, e esse dado deve ser conferido diretamente na fonte.
Entre os fundos com pagamentos comunicados para o período aparecem GGRC11, KNUQ11, KNHF11, ICRI11, ITRI11, HABT11, KCRE11, KNCR11, KNIP11 e OUJP11. O grupo inclui fundos de papel, de tijolo e híbridos — indicativo da amplitude de ativos imobiliários em distribuição simultânea.
O MXRF11 (Maxi Renda) informou R$ 0,10 por cota. Considerando esse rendimento e a cotação de referência de R$ 9,44 utilizada no fechamento deste texto, o dividend yield mensal é de aproximadamente 1,06%. Trata-se de um fundo de papel — investe em CRIs — com histórico de distribuições mensais.
Dois casos exigem contextualização e não integram a semana de 10 a 14 de agosto, pois têm pagamento previsto para 24/08/2026:
- BINR11: R$ 457,90 por cota. A natureza do pagamento (rendimento, amortização ou outra rubrica) deve ser lida exatamente como classificada no aviso do administrador.
- OBAL11: R$ 86,41 por cota, também fora do padrão de distribuição recorrente e sujeito à mesma verificação documental.
Pagamentos desse porte não indicam superioridade dos fundos: decorrem de eventos específicos e não devem servir como referência de yield sustentável para novos investidores.
| Fundo | Pagamento/cota | Tipo |
|---|---|---|
| MXRF11 | R$ 0,10 | Papel (CRI) |
| KNCR11 | [valor R$/cota a confirmar na B3] | Papel (CRI) |
| KNIP11 | [valor R$/cota a confirmar na B3] | Papel (CRI/IPCA) |
| GGRC11 | [valor R$/cota a confirmar na B3] | Tijolo (logística) |
| OUJP11 | [valor R$/cota a confirmar na B3] | Papel (CRI) |
*Valores, datas-base e datas de pagamento devem ser confirmados nos avisos oficiais dos administradores antes de qualquer decisão.
Para a lista completa e atualizada, consulte o calendário oficial da B3, que registra os eventos corporativos dos fundos listados.
Quem já é cotista na data-base recebe os valores automaticamente. Quem deseja participar deve verificar a data-com — último dia para comprar cotas e ter direito ao pagamento anunciado.
Como funciona a distribuição de dividendos em FIIs?
Os FIIs devem distribuir aos cotistas, no mínimo, 95% dos lucros auferidos, apurados segundo o regime de caixa, com base em balanço ou balancete semestral encerrado em 30 de junho e 31 de dezembro. A maioria opta por pagamentos mensais, o que os torna um dos instrumentos mais usados para composição de renda na bolsa brasileira.
O mecanismo é direto: o fundo recebe receitas (aluguéis, juros de CRIs, rendimentos de cotas de outros fundos) e distribui proporcionalmente ao número de cotas detidas. O crédito ocorre na conta da corretora sem ação do investidor.
Existem dois grupos principais quanto à origem dos rendimentos:
Fundos de tijolo (GGRC11, HGLG11) geram receita via aluguéis de imóveis físicos — galpões, shoppings, lajes corporativas. A distribuição depende da ocupação, dos contratos vigentes e da inadimplência.
Fundos de papel (MXRF11, KNCR11) investem em CRIs — títulos de crédito imobiliário. Os rendimentos vêm dos juros desses instrumentos. Com a meta Selic em 14,25% ao ano, as receitas de ativos pós-fixados tendem a ficar mais altas, sem que isso garanta determinado nível de distribuição.
Dois prazos são críticos em cada distribuição:
- Data-com: último dia para comprar cotas e ter direito ao pagamento.
- Data de pagamento: quando o valor é creditado na conta.
Exemplo: se a data-com do MXRF11 for 31/07 e o pagamento em 14/08, quem comprou até 31/07 recebe. Quem comprou em 01/08 fica fora desse ciclo.
Rendimentos recorrentes vs. proventos extraordinários
Rendimentos recorrentes são pagamentos regulares, baseados na operação ordinária do fundo. Proventos extraordinários decorrem de eventos específicos, como venda de imóveis ou liquidação antecipada de ativos, e não representam a operação corrente.
O MXRF11 exemplifica recorrência: distribui mensalmente com base nos resultados da carteira de CRIs. Esse valor tende a ser mais previsível enquanto a composição da carteira se mantiver, sem que haja garantia de repetição.
Já o pagamento de R$ 457,90 do BINR11 tem caráter extraordinário. Esse pagamento não deve ser projetado automaticamente para os meses seguintes, pois decorre de evento não recorrente e pode não se repetir. Quem compra após a data-com não recebe aquele pagamento; na data ex, a cotação pode se ajustar para refletir o direito destacado, sem garantia de que a variação de mercado seja exatamente igual ao provento.
Para renda mais estável, o foco costuma estar nos rendimentos recorrentes. Eventos extraordinários são bem-vindos para quem já é cotista, mas não justificam compra apenas pelo anúncio.
A tributação depende da classificação oficial do pagamento. Rendimentos distribuídos podem ser isentos para a pessoa física que cumpra os requisitos legais; amortizações, resgates e outros eventos devem ser tratados conforme o informe do administrador e a legislação aplicável.
Quais são os FIIs com maior dividend yield em agosto de 2026?
Identificar os FIIs com maior yield exige separar distribuições recorrentes de eventos extraordinários e usar o mesmo preço de referência e a mesma data para todos os fundos comparados.
Entre os fundos com yields mensais recorrentes relevantes, os fundos de papel aparecem com frequência. Com a meta Selic em 14,25% ao ano e a Taxa DI em 14,15% ao ano, carteiras atreladas ao CDI ou a IPCA+ tendem a apresentar receitas maiores.
No MXRF11, o rendimento de R$ 0,10 sobre a cotação de referência de R$ 9,44 resulta em cerca de 1,06% no mês. Sem reinvestimento, isso equivale a aproximadamente 12,7% em 12 meses; com reinvestimento integral e manutenção do mesmo yield, a taxa equivalente seria de cerca de 13,5% ao ano — trata-se de simulação, não de projeção.
Para comparação, um CDB de 100% do CDI é pós-fixado: se o CDI permanecesse, por hipótese, em 14,15% ao ano, o rendimento bruto seria de cerca de 14,15% e, com IR de 15% (prazo acima de 720 dias), aproximadamente 12,03% líquidos. O retorno efetivo dependerá da trajetória futura do CDI.
| Fundo | Yield mensal (ago/26) | Tipo |
|---|---|---|
| MXRF11 | ≈ 1,06% (R$ 0,10 / R$ 9,44) | Papel |
| KNCR11 | [yield % ago/26 a confirmar] | Papel (CRI) |
| KNIP11 | [yield % ago/26 a confirmar] | Papel (IPCA+) |
Como calcular o dividend yield de um FII?
A fórmula é simples: DY mensal (%) = Dividendo por cota ÷ Preço da cota × 100
Exemplo com MXRF11: R$ 0,10 ÷ R$ 9,44 × 100 ≈ 1,06%
Para anualizar em juros compostos: (1,0106)^12 − 1 ≈ 13,5% ao ano, resultado que pressupõe reinvestimento integral dos rendimentos e manutenção do mesmo yield.
Fundos de papel atrelados ao CDI tendem a ter receita menor quando a Selic cai. Quem entra em fundos com yield elevado em cenário de juros altos deve considerar o risco de redução futura nas distribuições.
Uma série mais estável de rendimentos ajuda a avaliar a recorrência, mas não comprova, isoladamente, maior qualidade ou menor risco do fundo.
Como declarar rendimentos de FIIs recebidos em 2026 no Imposto de Renda de 2027?
Rendimentos distribuídos por FIIs podem ser isentos de IR para a pessoa física que cumpra os requisitos legais. A isenção, porém, não afasta a obrigação de informar os valores quando o contribuinte estiver obrigado a apresentar a declaração. Rendimentos recebidos em agosto de 2026 serão informados, em regra, na declaração do exercício de 2027 (ano-calendário 2026).
O procedimento, no ambiente vigente da declaração, é:
- Rendimentos isentos: informe os valores na categoria “Outros Rendimentos”, selecionando a natureza correspondente a rendimentos isentos gerados por FII e preenchendo os dados da fonte pagadora conforme o informe. Se usar o programa com códigos, confirme a descrição apresentada pelo próprio sistema do exercício.
- Bens e Direitos: informe a posição de cotas em 31 de dezembro pelo custo de aquisição, e não pela cotação de mercado, mantendo na discriminação a quantidade de cotas e os dados do fundo.
- Renda variável: nas vendas de cotas em bolsa, apure mensalmente o ganho ou prejuízo líquido na categoria FII/Fiagro. O saldo positivo, após as compensações permitidas, é tributado à alíquota de 20%.
Exemplo prático: se você recebeu R$ 1.200 em rendimentos isentos de FIIs no ano, informe-os na ficha de rendimentos isentos e não tributáveis do exercício correspondente. Não há imposto sobre esses rendimentos quando cumpridos os requisitos legais.
As condições de isenção previstas na legislação envolvem:
- Cotas admitidas à negociação exclusivamente em bolsa ou mercado de balcão organizado.
- Observância do requisito legal de número mínimo de 100 cotistas.
- Cotista pessoa física que não detenha 10% ou mais das cotas nem tenha direito a 10% ou mais dos rendimentos.
- Trava coletiva: conjunto de pessoas físicas ligadas não pode alcançar 30% ou mais das cotas ou dos rendimentos, observados os prazos legais de enquadramento e regularização.
Havendo imposto devido sobre o resultado líquido mensal, o DARF (código 6015) deve ser pago até o último dia útil do mês seguinte. Se o imposto apurado for inferior a R$ 10, o valor é acumulado para os períodos seguintes até alcançar o mínimo de recolhimento.
Vale a pena investir em FIIs pelos dividendos em agosto de 2026?
Para quem busca renda com potencial isenção de IR, os FIIs seguem entre as alternativas usadas na bolsa brasileira. A análise, porém, exige comparação com a renda fixa no cenário atual.
Com a meta Selic em 14,25% ao ano, a Taxa DI em 14,15% ao ano e o IPCA acumulado em 12 meses de 4,64% até junho de 2026, o custo de oportunidade está elevado.
Simulação: R$ 10.000 alocados em um FII com yield mensal de 1,06%
- Rendimento mensal estimado: R$ 10.000 × 1,06% ≈ R$ 106,00
- Rendimento em 12 meses, sem reinvestimento: ≈ R$ 1.272,00
- Rendimentos isentos de IR para a pessoa física que cumpra os requisitos legais
Se o CDI permanecesse, por hipótese, em 14,15% ao ano durante todo o período, um CDB de 100% do CDI teria rendimento bruto estimado de R$ 1.415 sobre R$ 10 mil. Mantido por 365 dias, o CDB estaria na faixa de 361 a 720 dias, com alíquota de 17,5%: o rendimento líquido seria de aproximadamente R$ 1.167,38, resultando em R$ 11.167,38. A tabela regressiva é de 22,5% até 180 dias, 20% de 181 a 360, 17,5% de 361 a 720 e 15% acima de 720 dias.
Aqui está o ponto crítico: FIIs têm variação de preço de cota e não há garantia do capital investido. Se a cota recuar 5%, o ganho com rendimentos pode ser neutralizado pela perda de valor de mercado.
O erro mais caro: entrar em um FII com 1,2% ao mês projetando 14,4% no ano — sem considerar que a cota pode cair no mesmo período. O rendimento isento é real, mas não elimina o risco de capital. A queda da Selic tende a reduzir a receita de ativos pós-fixados ao CDI, porém o impacto sobre a distribuição não é necessariamente proporcional: sua magnitude depende da carteira, dos spreads, dos demais indexadores, da inadimplência, das despesas, da alavancagem e da política de distribuição do fundo. Qualquer cenário numérico deve ser tratado expressamente como simulação, e não como previsão.
FIIs podem integrar estratégias de renda de investidores que compreendam a volatilidade, os riscos dos ativos e a ausência de garantia de capital. A adequação depende do perfil, dos objetivos, da necessidade de liquidez e da composição total da carteira. Para quem precisa de capital preservado no curto prazo, a renda fixa tende a ser mais adequada.
Quais são os riscos de investir em FIIs com altos dividendos?
FIIs com distribuições muito acima da média costumam carregar riscos específicos que ajudam a explicar esse prêmio.
1. Sustentabilidade do dividendo
Fundos que pagam valores extraordinários frequentemente retornam ao patamar recorrente após o evento. Investidores atraídos por um yield histórico distorcido podem se frustrar nos meses seguintes.
2. Vacância e inadimplência (fundos de tijolo)
Yields elevados podem coexistir com alta vacância — imóveis desocupados reduzem a receita de aluguel — ou com renegociações de contratos. Verifique se a distribuição foi coberta pelo resultado recorrente.
3. Concentração de ativos
Fundos com poucos imóveis ou devedores concentram risco: um inadimplente pode comprometer a distribuição. Avalie a concentração por ativo, devedor, setor, região e indexador, sem adotar uma quantidade fixa de ativos como garantia de diversificação.
4. Sensibilidade a juros nos fundos de papel
Carteiras atreladas ao CDI se beneficiam de juros altos. Se a Selic cair nos próximos ciclos, a receita desses ativos tende a diminuir. Quem entra apenas pelo yield elevado em cenário de Selic alta pode ser surpreendido por distribuições menores adiante.
5. Liquidez
Alguns FIIs têm volume diário baixo, o que dificulta saídas. Compare a liquidez média com o tamanho da sua posição e com o prazo em que poderia precisar vender.
Na prática, séries de rendimentos mais estáveis facilitam a avaliação da recorrência, mas a comparação entre fundos exige olhar resultado gerado, reservas, qualidade dos ativos, crédito, vacância, alavancagem, concentração, liquidez e preço da cota.
Checklist: Como escolher FIIs para receber dividendos em agosto de 2026?
Use os critérios abaixo como filtro antes de qualquer aporte:
- Rendimento recorrente: verifique o histórico dos últimos 12 a 24 meses e destaque os meses com eventos extraordinários. O resultado recorrente é o dado relevante.
- Liquidez diária: compare o volume médio negociado com o tamanho da sua posição e com o prazo de saída pretendido, em vez de adotar um valor fixo como regra.
- Diversificação: analise pesos, devedores, garantias, setores, regiões e indexadores — número de ativos, isoladamente, não mede diversificação.
- Histórico de pagamentos: observe se as distribuições foram cobertas pelo resultado recorrente e como a gestão reagiu a períodos adversos. Cortes devem ser investigados, mas não provam má gestão; a ausência de cortes não comprova conservadorismo.
- Qualidade da gestão: avalie histórico, transparência dos relatórios mensais e consistência das informações divulgadas. Leia os documentos antes de investir.
- Indicador P/VP: um P/VP abaixo de 1,0 pode indicar oportunidade ou refletir problemas. Compare com a série histórica do próprio fundo e com pares.
- Cenário macro: com a Selic em 14,25% ao ano, carteiras pós-fixadas tendem a apresentar receitas maiores; em queda de juros, contratos longos e indexados à inflação podem ganhar atratividade relativa.
Resumo prático
- Diversos FIIs pagam rendimentos na semana de 10 a 14 de agosto de 2026, com avisos divulgados por fundos como MXRF11, KNCR11, KNIP11, GGRC11 e OUJP11 — confirme valores e datas nos avisos oficiais e na B3.
- Rendimentos distribuídos podem ser isentos de IR para pessoa física quando cumpridos os requisitos legais, incluindo negociação exclusivamente em bolsa ou balcão organizado, número mínimo de cotistas e limites de participação individual e coletiva.
- Nas vendas de cotas em bolsa, apure o resultado líquido mensal na categoria FII/Fiagro; o saldo positivo é tributado a 20%, com DARF até o último dia útil do mês seguinte e mínimo de R$ 10 para recolhimento.
- Com a Selic em 14,25% ao ano, fundos de papel pós-fixados tendem a ter receitas maiores, mas ficam expostos à redução de juros, sem relação necessariamente proporcional com a distribuição.
- Antes de escolher um FII pelo yield, analise resultado recorrente, liquidez frente à sua posição, concentração da carteira e qualidade das informações divulgadas.
- Séries de rendimentos mais estáveis ajudam a avaliar recorrência, mas não comprovam, isoladamente, qualidade superior ou menor risco.
FAQ — Perguntas frequentes
Qual é a diferença entre dividendos recorrentes e extraordinários em FIIs?
Rendimentos recorrentes são pagamentos regulares baseados na operação ordinária do fundo — aluguéis ou juros de CRIs. Extraordinários decorrem de eventos específicos, como venda de imóvel ou liquidação antecipada de ativos. Um pagamento extraordinário não deve ser projetado automaticamente para os meses seguintes, pois pode não se repetir. A classificação oficial do pagamento, no aviso do administrador, também define o tratamento tributário aplicável.
Como não confundir yield com preço de cota em FIIs?
Yield é a relação entre o rendimento distribuído e o preço da cota em determinada data. O preço de cota é o valor de mercado e pode subir ou cair independentemente do rendimento. Um FII pode distribuir 1,0% no mês e a cota recuar 5% no período, neutralizando o ganho. Por isso, a análise exige olhar as duas dimensões: distribuição e variação de preço, sempre com data de referência.
Qual é o melhor FII de papel em 2026 com a Selic a 14%?
Não há “melhor” absoluto — depende do perfil, dos objetivos e do horizonte. MXRF11 e KNCR11 estão entre os fundos que podem ser analisados nesse segmento. Compare objetivamente volume médio negociado, composição da carteira, concentração por devedor, inadimplência, garantias, despesas, histórico de resultados e qualidade das informações divulgadas, sempre com data de referência. Use o checklist acima como apoio.
Preciso declarar os rendimentos de FIIs no Imposto de Renda?
Se você estiver obrigado a apresentar a declaração, deverá informar os rendimentos isentos de FIIs, hoje lançados na categoria “Outros Rendimentos” com a natureza correspondente. O simples recebimento desses valores não obriga, isoladamente e em qualquer montante, todos os investidores a entregar a declaração — verifique as hipóteses anuais de obrigatoriedade. A posição de cotas em 31/12 é informada em “Bens e Direitos” pelo custo de aquisição, e o resultado líquido mensal com vendas em bolsa é apurado em renda variável (FII/Fiagro), com alíquota de 20% sobre o saldo positivo.
A escolha de um FII vai além do yield de um único mês. A qualidade dos ativos, a consistência da gestão e o alinhamento com seu horizonte de investimento determinam o resultado da alocação. Fale com um assessor para estruturar sua estratégia de renda passiva em FIIs.
Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. Não constitui oferta, recomendação ou sugestão de investimento. Rentabilidade passada não garante rentabilidade futura. Antes de investir, avalie seu perfil de risco e consulte um profissional habilitado. A Renova Invest é escritório de assessoria de investimentos credenciado ao BTG Pactual, regulado pela CVM.
Renova Invest
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Abra sua conta e conte com assessoria especializada para investir com estratégia. Abertura gratuita, sem compromisso.
Renova Invest atua como preposto do Banco BTG Pactual S/A (Resolução CVM nº 178).