AURO11: o que é, como paga proventos e quais os riscos

O AURO11 combina exposição ao ouro com venda de opções para buscar proventos mensais. Entenda os custos, os impostos e por que essa renda não é garantida.
AURO11: o ETF de ouro que paga renda mensal na B3

O AURO11 é um ETF de ouro negociado na B3 que busca pagar proventos mensais. Gerido pela Buena Vista Gestora de Recursos, combina exposição ao metal com venda de opções de compra, estratégia conhecida como covered call. A proposta é transformar parte do potencial de valorização do ouro em renda recorrente, sem garantir pagamentos ou preservar o capital investido.

AURO11 Buena Vista Neos Gold High Income ETF ETF
R$ 92,11 0,38%
Cotação · atualizada há 6 horas
Variação (6 meses) -8,3%
Máxima (6 meses) R$ 104,51
Mínima (6 meses) R$ 84,64
Cotação de AURO11 — últimos 6 meses
máx R$ 104,51 mín R$ 84,64

Fonte: B3 via Brapi. Valores podem ter atraso em relação ao pregão. Conteúdo informativo, não é recomendação de investimento.

Lançado na B3 em 28 de agosto de 2025, o AURO11 tem Taxa Global de 0,98% ao ano. Vale registrar desde já: ele não garante proteção contra inflação nem contra desvalorização cambial, e pode apresentar perdas.

Para entender o produto antes de investir, estes são os pontos principais:

  • Renda mensal: a distribuição depende da existência de lucros. O objetivo declarado pela gestora é de cerca de 1% a 1,2% ao mês, sem garantia.
  • Imposto sobre proventos: há 15% de IRRF retido na fonte.
  • Imposto na venda: o ganho líquido é tributado a 15% em operações comuns e 20% em day trade, sem isenção para vendas de até R$ 20.000 mensais.
  • Principal contrapartida: as opções vendidas limitam parte do ganho quando o ouro sobe fortemente. Em quedas, os prêmios podem amortecer perdas, mas não eliminá-las.

Se você busca diversificação com ouro e possibilidade de renda sem vender cotas, vale conhecer a estrutura. Se quer capturar 100% de uma alta forte do metal, essa não é a proposta do AURO11. Para conhecer outros tipos de proventos, leia também: JCP do Banco BMG (BMGB4) e dividendos da Vale (VALE3).

O que é o AURO11?

O AURO11 é um ETF de commodities listado na B3. Ele é gerido pela Buena Vista Gestora de Recursos e administrado pela Hedge Investments DTVM, e busca refletir o índice NEOS Gold High Income BR (NEOSBRGI), desenvolvido pela NEOS Investment Management LLC. O índice combina exposição ao ouro com venda sistemática de opções de compra.

Diferentemente da compra de ouro físico, não é necessário cuidar da custódia do metal. O fundo investe em cotas do fundo de índice estrangeiro que integra o benchmark, além de investimentos permitidos e caixa, dentro dos limites de composição de carteira previstos para fundos de índice. O investidor compra cotas no home broker, como faria com uma ação.

Como comprar AURO11 e qual é a aplicação mínima?

No mercado secundário, basta comprar uma única cota pelo código AURO11. A cotação atualiza em tempo real durante o pregão, a liquidação ocorre em D+2 e o UBS atua como formador de mercado.

Já no mercado primário — usado por agentes autorizados — a movimentação exige lotes mínimos de 30.000 cotas, com taxas de ingresso e de saída que repassam ao solicitante os custos de câmbio e negociação dos ativos no exterior.

Ficha técnica do AURO11

Código de negociação AURO11
CNPJ 62.211.601/0001-09
ISIN BRAUROCTF001
Início de negociação 28/08/2025
Gestor Buena Vista Gestora de Recursos
Administrador Hedge Investments DTVM
Índice de referência NEOSBRGI (NEOS Gold High Income BR)
Provedor do índice NEOS Investment Management LLC
Auditoria Grant Thornton
Taxa Global 0,98% ao ano
Liquidez D+2
Formador de mercado UBS
Distribuição de resultados Mensal, no 6º dia útil do mês subsequente, quando houver lucros

Para fins tributários, o AURO11 é classificado como ETF de renda variável. Pode interessar a quem quer exposição ao ouro e ao dólar com a possibilidade de renda recorrente, ciente de que não há garantia de proteção inflacionária ou cambial e de que existe risco de perdas.

Como funciona a estratégia de covered call do AURO11?

A estratégia de covered call consiste em vender a alguém o direito de comprar um ativo que a carteira já possui. Quem compra esse direito paga um prêmio. É essa estrutura que sustenta os resultados distribuíveis do AURO11.

Dentro da metodologia do índice, o mecanismo funciona assim:

  • O índice acompanha o NEOS Gold High Income ETF, produto americano com exposição ao ouro.
  • Sobre essa exposição são vendidas opções de compra (calls) escalonadas, todas “fora do dinheiro” no momento em que são escritas.
  • O comprador da opção paga um prêmio pelo direito de comprar ao preço de exercício definido.
  • A carteira de opções é reequilibrada mensalmente: as calls do mês anterior são encerradas na entrada das novas.
  • Os lucros apurados podem ser distribuídos como provento. A parcela não distribuída pode ser reinvestida ou provisionada para despesas, a critério da gestora.

Para ilustrar: imagine uma cota valendo R$ 100 e uma distribuição de R$ 1,00 por cota. Esse valor integra o retorno total e deve ser analisado junto com a variação da cota, as taxas e os impostos. Não é rendimento adicional gratuito — o pagamento sai do patrimônio e tende a se refletir no valor da cota na data ex.

Quais são os riscos e os limites do AURO11?

A estratégia tende a funcionar melhor em mercados laterais, com o ouro oscilando sem rumo definido, e em mercados moderadamente altistas, com o metal subindo de forma gradual.

A contrapartida aparece quando o ouro dispara acima do preço de exercício das opções vendidas: o fundo deixa de capturar parte dessa alta. Por outro lado, em quedas, o prêmio recebido pode amortecer a perda — não a elimina, apenas reduz o impacto.

Na prática, o AURO11 troca potencial de valorização por possibilidade de renda recorrente. De forma hipotética: caso o ouro suba fortemente em dólar, uma exposição direta capturaria mais do que uma estratégia com calls cobertas, que recebe prêmios mas tem parte da valorização limitada pelas opções.

Por isso, receber proventos não significa ter retorno total positivo. É preciso observar também a variação da cota, os custos, os impostos e a exposição ao câmbio.

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Quanto o AURO11 paga de proventos por mês?

A gestora declara o objetivo de distribuir aproximadamente 1% a 1,2% do valor da cota por mês. Atenção: esse target não é meta nem garantia prevista em regulamento. A classe poderá distribuir lucros se e quando houver.

A regra formal está no regulamento: a distribuição ocorre mensalmente, no 6º dia útil do mês subsequente, sobre os lucros apurados pelo regime de caixa com base em balancete encerrado no último dia útil do mês anterior. Ou seja, o pagamento de julho reflete o resultado de junho.

Histórico de proventos: referência de julho de 2026

O histórico oficial desde o lançamento até meados de julho de 2026 traz as seguintes referências:

  • Provento pago em 08/07/2026: R$ 0,9503 por cota.
  • Acumulado em 2026 até meados de julho: cerca de R$ 6,60 por cota.
  • Usando como referência uma cota na faixa de R$ 90, o pagamento de julho equivale a algo próximo de 1% — dentro do objetivo declarado, mas sem qualquer garantia de repetição.

Os proventos não são fixos nem garantidos, e nem mesmo a frequência ou a continuidade estão asseguradas. Eles dependem da volatilidade implícita do ouro e das condições do mercado de derivativos. Em períodos de baixa volatilidade, os prêmios das opções caem — e os proventos também.

Se você pensa em usar o AURO11 como fonte de renda, considere uma margem ampla de variação mensal. Não trate o maior valor já pago como regra permanente. Qualquer yield anualizado é apenas uma estimativa baseada no histórico e não é promessa de rentabilidade futura.

Como é a tributação do AURO11?

Há dois eventos tributários distintos: a venda das cotas com lucro e o recebimento dos proventos. O AURO11 não é um investimento isento de Imposto de Renda.

Ganho na venda de cotas

Como ETF de renda variável, o AURO11 tem o ganho líquido tributado a 15% em operações comuns e 20% em day trade. A apuração e o recolhimento são de responsabilidade do investidor, via DARF código 6015, até o último dia útil do mês seguinte à venda.

Existe uma retenção antecipada, o chamado “dedo-duro”: 0,005% sobre o valor da alienação em operações comuns e 1% sobre o resultado líquido no day trade. Essa retenção é dispensada quando o valor a reter for igual ou inferior a R$ 1,00, e pode ser compensada com o imposto apurado no mês.

Uma particularidade importante em relação às ações: o AURO11 não tem a isenção de R$ 20.000 mensais. A Solução de Consulta COSIT nº 145/2021 é explícita ao restringir esse limite às operações com ações, excluindo as cotas de ETF. Todo ganho líquido na venda é tributado, independentemente do volume negociado no mês.

Proventos recebidos

A distribuição de proventos do AURO11 sofre retenção de 15% de IRRF na fonte, recolhida pelo administrador do fundo, com tributação definitiva para a pessoa física. Ou seja, diferente dos dividendos de ações e dos rendimentos de fundos imobiliários, o provento do AURO11 chega líquido à sua conta — o valor anunciado pela gestora é bruto. Na declaração anual, ele entra em “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”.

Não há come-cotas

O AURO11 não está sujeito à antecipação semestral de imposto conhecida como come-cotas, desde que enquadrado como entidade de investimento nos termos da Lei nº 14.754/2023. Isso preserva o efeito de juros compostos sobre a parcela não distribuída do patrimônio — uma vantagem relevante frente a fundos multimercado tradicionais. Se quiser se aprofundar, veja nosso guia sobre tributação de ETF.

Comparativo tributário

Instrumento Ganho de capital Isenção mensal
AURO11 (ETF de commodity) 15% comum / 20% day trade Não há
ETF de ações (ex: BOVA11) 15% comum / 20% day trade Não há
Ações individuais 15% comum / 20% day trade Vendas até R$ 20.000/mês
Ouro ativo financeiro (bolsa) 15% (renda variável) Até R$ 20.000/mês, exceto day trade

Para calcular o ganho na venda de cotas, subtraia o preço médio de compra, incluindo corretagem, do preço de venda. Em operações comuns, o resultado positivo é a base do imposto de 15%.

Na prática: se você apenas mantém as cotas e recebe proventos, a tributação desses pagamentos se concentra no IRRF retido na fonte, sem necessidade de emitir DARF por eles. Se vende cotas, precisa controlar o preço médio e apurar o ganho líquido mês a mês.

AURO11, GOLD11 ou GLDX11: quais são as diferenças?

Diferentemente do GOLD11 e do GLDX11, o AURO11 adota a estratégia de calls cobertas com potencial de proventos. Isso não significa que seja melhor para todos. A escolha depende do seu objetivo: renda ou valorização?

Fator AURO11 GOLD11 GLDX11
Estratégia Ouro + covered call Espelha o iShares Gold Trust (IAU) Espelha o VanEck Merk Gold Trust (OUNZ)
Proventos mensais Possíveis, se houver lucros Não Não
Captura de alta do ouro Limitada, as calls travam parte do ganho Busca acompanhar, sujeito a tracking error Busca acompanhar, sujeito a tracking error
Exposição cambial Sim, carteira dolarizada Sim Sim
Taxa 0,98% a.a. (Taxa Global) Consultar documentos do fundo Consultar documentos do fundo
Perfil Renda + diversificação Valorização do metal Valorização do metal

Nenhum ETF garante captura de 100% do índice, por causa de taxas, despesas e erro de aderência. Os três apresentam exposição cambial, salvo hedge expressamente previsto nos documentos do fundo. Se quiser comparar com outras estruturas disponíveis na bolsa, veja também nossas análises do OURO11 e do GOLB11, ou o panorama geral de como investir em ouro.

Quando escolher AURO11 ou Tesouro Direto?

AURO11 e Tesouro Selic cumprem funções diferentes. O primeiro é renda variável com exposição ao ouro e ao dólar; o segundo é um título público pós-fixado.

O Tesouro Selic tem remuneração vinculada à Selic, é emitido e garantido pelo Tesouro Nacional. Tem marcação a mercado, pode oscilar se vendido antecipadamente, segue tributação regressiva e, em geral, não paga renda mensal automática — o resgate ocorre no vencimento ou na venda.

O AURO11 oferece possibilidade de renda variável mês a mês, com risco de perdas. Enquanto o Tesouro Selic serve para reserva e previsibilidade, o ETF tem foco em diversificação e potencial de renda. A Renova Invest avalia com frequência estruturas que combinam as duas coisas, conforme cada perfil.

Para quem o AURO11 pode fazer sentido?

O AURO11 atende a um objetivo específico: exposição ao ouro com possibilidade de renda recorrente. Pode fazer sentido para quem aceita oscilações patrimoniais, entende o funcionamento das opções e não depende de um pagamento mensal fixo.

Além da Taxa Global de 0,98% ao ano, é preciso considerar corretagem, emolumentos da B3 e eventual taxa de custódia da corretora, cobrados à parte, assim como os custos do fundo investido no exterior.

A contrapartida é clara: em altas expressivas do ouro, as opções vendidas limitam parte do ganho. Em mercados laterais ou de queda, o prêmio pode amortecer a perda. É potencial de renda em troca de valorização limitada, sem garantias.

Quanto ao imposto, não há isenção de R$ 20.000 por mês. O ganho líquido na venda é tributado a 15%, ou 20% em day trade, com apuração e DARF por conta do investidor. Os proventos sofrem 15% de IRRF retido na fonte pelo administrador. E não há come-cotas, desde que atendido o enquadramento legal como entidade de investimento.

A aplicação mínima no mercado secundário é uma cota. Essa acessibilidade, porém, não substitui a avaliação de perfil, objetivos, horizonte e capacidade de suportar perdas.

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Perguntas frequentes sobre o AURO11

Quais ETFs de ouro pagam dividendos?

Entre os ETFs comparados aqui, o AURO11 busca distribuir proventos mensais quando há lucros. GOLD11 e GLDX11 não têm essa proposta de distribuição mensal. No AURO11, a renda está associada à estratégia de venda de opções, e os pagamentos não são fixos nem garantidos.

Qual é a taxa de administração do AURO11?

O AURO11 cobra Taxa Global de 0,98% ao ano, que remunera administração e gestão. Corretagem, emolumentos da B3 e eventual taxa de custódia da corretora são cobrados à parte, assim como os custos do fundo investido no exterior. É um custo mais elevado que a média de ETFs passivos simples, refletindo a estrutura com opções do produto.

Como funciona o rebalanceamento mensal das opções do AURO11?

A metodologia do índice NEOSBRGI prevê rebalanceamento mensal da carteira de calls cobertas: as opções são vendidas fora do dinheiro e as do mês anterior são encerradas na entrada das novas. A gestora acompanha o índice, deduzidas taxas e despesas, sem buscar superá-lo. Não há ação necessária do investidor.

Como é a tributação dos proventos do AURO11?

A distribuição de proventos do AURO11 tem 15% de Imposto de Renda retido na fonte pelo administrador do fundo, com tributação definitiva para pessoa física. O investidor recebe o valor líquido. Já o ganho na venda das cotas é tributado a 15% em operações comuns e 20% em day trade, sem a isenção de R$ 20.000 mensais, que vale apenas para ações conforme a Solução de Consulta COSIT nº 145/2021.

O AURO11 paga come-cotas?

Não. ETFs não estão sujeitos à antecipação semestral de imposto conhecida como come-cotas, desde que enquadrados como entidade de investimento nos termos da Lei nº 14.754/2023. A tributação ocorre na distribuição de proventos, com 15% de IRRF, e na venda das cotas com lucro.

O AURO11 é adequado para aposentados que vivem de renda?

Não é possível afirmar de forma genérica. O AURO11 é renda variável, pode perder patrimônio e não garante proventos. A adequação depende do perfil, objetivos, horizonte, liquidez necessária, capacidade de suportar perdas e concentração da carteira, devendo ser avaliada individualmente. Para quem precisa de renda estável, títulos públicos pós-fixados tendem a apresentar menor oscilação.

AURO11 paga mais que o Tesouro Direto em termos de yield?

Pode, mas sem garantia. O AURO11 pode distribuir proventos que resultem em yield competitivo, enquanto o Tesouro Selic acompanha a taxa Selic. A diferença está na natureza: o Tesouro é pós-fixado e garantido pelo Tesouro Nacional, enquanto o AURO11 varia com a volatilidade do ouro e o mercado de opções, com risco de perdas. Ambos exigem considerar imposto de renda e momento de entrada e saída.

Posso usar o AURO11 como proteção contra a inflação?

Não há garantia. O AURO11 pode contribuir para diversificação e oferece exposição ao ouro e ao dólar, mas não garante proteção contra inflação ou desvalorização cambial e pode apresentar perdas. Ouro, câmbio e inflação podem se mover de formas distintas, especialmente em horizontes curtos e médios, e as calls vendidas limitam parte da alta. Para objetivos atrelados à inflação, o Tesouro IPCA+ tem indexação explícita ao índice.

Como escolher entre AURO11 e um fundo de renda fixa tradicional?

Um fundo de renda fixa tende a oferecer maior previsibilidade. O AURO11 oferece diversificação em commodities, com risco de perdas. A proporção adequada entre eles depende do seu perfil, objetivos, horizonte e tolerância a perdas — não existe percentual único recomendável para todos.

O que avaliar antes de investir no AURO11?

Evite escolher o AURO11 esperando um yield específico, sem considerar que ele depende da volatilidade do ouro e da existência de lucros. Se você compra num momento de proventos baixos e vende quando o ouro cai, pode perder tanto em capital quanto em rendimento.

A decisão deve considerar o retorno total, não apenas o dinheiro distribuído. Avalie se a exposição ao ouro e ao dólar faz sentido na carteira e se você aceita abrir mão de parte da valorização em troca da possibilidade de renda.

Quer saber se vale colocar o AURO11 na sua carteira, quanto alocar e como combinar com Tesouro Direto, renda fixa e ações para buscar renda sem sacrificar a diversificação? A Renova Invest faz essa análise completa: fale com um assessor e monte uma estrutura de renda adaptada ao seu perfil e horizonte.

Este conteúdo tem caráter informativo e educacional e não constitui recomendação de investimento. Rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros. Consulte os documentos oficiais do fundo antes de investir. A Renova Invest atua como preposto do Banco BTG Pactual S/A, nos termos da Resolução CVM nº 178.

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CDI hoje
13,65% a.a.
  • Meta Selic13,75%
  • CDI 12 meses14,47%
  • CDI em 202611,57%
Ver CDI e simulação →
Fonte: Banco Central · 28/10/2026
Dólar hoje
R$5,3738
  • Variação no dia+0,61%
  • Dólar em 2026-1,87%
  • PTAX 29/10R$ 5,3744
Ver cotação e gráfico →
Fonte: Brapi e Banco Central · 29/10/2026 às 13h11

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