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Diretoria do Banco Central: quem é Gabriel Galípolo, indicado por Haddad para o cargo

Nesta última semana, na segunda-feira (8), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, indicou o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Gabriel Galípolo para o BC. Galípolo vai compor a diretoria de Política Monetária do Banco Central. Ele disse que a sugestão contudo veio do atual presidente da autoridade monetária, Roberto Campos Neto.

Mas quem é Gabriel Galípolo? Aos 39 anos, é formado em Ciências Econômicas e também é mestre em Economia Política. Em 2009 foi fundada a Galípolo Consultoria, da qual foi sócio-diretor até 2022.
Além disso, entre 2017 e 2021 foi presidente do Banco Fator. Em seu currículo também consta que foi professor do MBA de PPPs e Concessões da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESP-SP) em parceria com a London School of Economics and Political Science.
E de 2006 a 2012, atuou como professor da graduação da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) em disciplinas como Economia Brasileira Contemporânea; Macroeconomia; Economia para Relações Internacionais; Introdução à Ciência Política, História do Pensamento Econômico e Economia Política.
Ele também é membro dos conselhos Superior de Economia e de Infraestrutura, ambos da FIESP. Um ponto comum na indicação, é que o economista trabalhou na Secretaria Estadual de Economia e Planejamento de São Paulo, quando José Serra era governador. Com isso, se tornou próximo também de Luiz Gonzaga Beluzzo, um dos economistas mais afinados ao PT.

Galípolo e sua presença no governo Lula

O secretário-executivo é crítico da PEC do Estouro. Ele defendeu internamente uma PEC reduzida, em torno de R$ 130 bilhões, com valores definidos sobre quanto seria destinado para cada área.

Também foi entusiasta de um modelo que pretende controlar o gasto limitado ao crescimento do PIB para não aumentar o tamanho do estado na economia, isso levando em conta a evolução além da inflação.

Galípolo e Lula se aproximaram depois dele ter participado com o então ex-presidente. Nessa ocasião, outros nomes do mercado financeiro estavam presentes uma vez que Lula gostou de ouvir dele que nem todo o mercado era contra ele e a favor ideologicamente ao presidente regente na época, Jair Bolsonaro.

Segundo fontes do PT, na ocasião, foi um sinal verde o fato que ele defendeu em live uma vez que os profissionais que atuam nesse meio querem fazer negócios, não se importando muito com a linha política de quem rege o Planalto.

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E assim Galípolo passou a ter papel como conselheiro informal de Lula, Gleisi e Haddad, até assumir ao cargo no Ministério da Fazenda neste ano.

 

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