KNRI11 em 2026: dividendos, portfólio e indicadores do Kinea

KNRI11 em 2026: dividendos, portfólio e indicadores do Kinea

Quem busca renda mensal isenta de imposto de renda no mercado imobiliário corporativo conhece bem o KNRI11. O fundo distribuiu R$ 1,10 por cota em seis dos oito meses de 2026 analisados, com um pico de R$ 1,38 em julho — padrão que posiciona o Kinea Renda Imobiliária entre os FIIs de tijolo mais consistentes do segmento. Mas antes de alocar capital, você precisa entender três coisas: os indicadores reais de desempenho, a composição do portfólio e o cenário de riscos em 2026.

KNRI11 Kinea Renda Imobiliaria FII Misto
R$ 155,21 -1,15%
Cotação · atualizada há 5 horas
DY (12 meses) 9,2%
P/VP 0,95
Último rendimento R$ 1,10
Cotação de KNRI11 — últimos 6 meses
máx R$ 171,10 mín R$ 149,11

Fonte: B3 via Brapi. Valores podem ter atraso em relação ao pregão. Conteúdo informativo, não é recomendação de investimento.

Resposta direta: O KNRI11 é um FII de tijolo gerido pela Kinea, com carteira de imóveis corporativos e logísticos. Em 2026, paga dividendos mensais predominantemente de R$ 1,10 por cota, isentos de IR para pessoa física que atenda aos requisitos legais. O dividend yield de 12 meses gira entre 8% e 8,3%, com vacância física em torno de 3,95%.

O que é o KNRI11 e como funciona o Kinea Renda Imobiliária?

O KNRI11 é o ticker do Kinea Renda Imobiliária, um fundo de investimento imobiliário (FII) de tijolo negociado na B3 desde 2010. A gestora é a Kinea Investimentos, braço de gestão de ativos do Itaú Unibanco — instituição com longa trajetória no mercado imobiliário brasileiro.

Um FII de tijolo investe diretamente em imóveis físicos (ao contrário dos fundos de papel, que compram títulos de crédito imobiliário). No caso do KNRI11, os ativos são edifícios corporativos de alto padrão e galpões logísticos localizados em grandes centros urbanos. O KNRI11 é um fundo constituído sob a forma de condomínio fechado, negociado na B3 e acessível a pessoas físicas e jurídicas: não há resgate de cotas junto ao fundo, e a liquidez ocorre pela venda das cotas no mercado secundário.

Estrutura operacional do KNRI11

O KNRI11 funciona de forma clara: capta recursos de cotistas, adquire imóveis, aluga esses ativos para empresas e distribui ao menos 95% do resultado de caixa apurado semestralmente. A Kinea, porém, opta por distribuições mensais — o que torna o fundo atrativo para quem busca renda recorrente.

A regulação é responsabilidade da CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Os FIIs seguem normas aplicáveis a fundos de investimento e regras específicas do mercado imobiliário. Como o KNRI11 é listado em bolsa, também está sujeito às regras de negociação da B3.

Público-alvo e diferenciais

O KNRI11 atrai investidores iniciantes e intermediários que buscam renda passiva, bem como instituições. A liquidez diária das cotas na B3 facilita entrada e saída — diferente de um imóvel físico, embora dependa de haver contraparte disposta a negociar. O valor mínimo equivale ao preço de uma cota, acessível para a maioria dos perfis.

Bloco de resposta para citação: O KNRI11 é o Kinea Renda Imobiliária, FII de tijolo em condomínio fechado, listado na B3 desde 2010 e gerido pela Kinea Investimentos. O fundo investe em imóveis corporativos e logísticos de alto padrão, distribui rendimentos mensais e é regulado pela CVM. Seus dividendos são isentos de IR para pessoas físicas que atendam aos requisitos legais.

Para iniciantes, o KNRI11 oferece exposição ao mercado imobiliário corporativo sem precisar comprar um imóvel inteiro. A diversificação reduz risco de vacância em um único ativo, e a gestão profissional é diferencial que sustenta a atratividade ao longo do tempo.

Dividendos do KNRI11 em 2026: histórico mês a mês

O KNRI11 distribuiu entre R$ 0,88 e R$ 1,38 por cota em 2026, com padrão predominante de R$ 1,10 mensais. O pico de julho resultou de operação de reciclagem de portfólio — não de elevação estrutural nos aluguéis.

A tabela a seguir consolida o histórico de proventos:

Mês Provento por cota Pagamento (aprox.)
Janeiro R$ 0,88 Dia 15
Fevereiro R$ 1,10 Dia 14
Março R$ 1,10 Dia 14
Abril R$ 1,10 Dia 15
Maio R$ 1,10 Dia 14
Junho R$ 1,10 Dia 13
Julho R$ 1,38 Dia 15
Agosto R$ 1,10 Dia 15

De janeiro a agosto de 2026, o total acumulado é de R$ 8,86 por cota (R$ 0,88 + seis parcelas de R$ 1,10 + R$ 1,38). Quem detinha 100 cotas recebeu R$ 886,00 em dividendos brutos — sem desconto de IR, pois os rendimentos de FIIs são isentos para pessoa física que atenda aos requisitos legais.

O pico de julho (R$ 1,38) merece atenção específica. Esse aumento pontual resultou de operação de reciclagem de portfólio: a Kinea vendeu ativo com maior vacância e distribuiu lucro da transação aos cotistas. Esse tipo de evento é comum em FIIs bem geridos, mas não deve ser extrapolado como nova base de distribuição. O retorno ao padrão de R$ 1,10 em agosto confirma isso.

A consistência de R$ 1,10 mensais em seis dos oito meses do período analisado é sinal de estabilidade operacional relevante para quem busca previsibilidade de renda.

Os dividendos de FIIs são isentos de IR para pessoas físicas quando o fundo atende às condições legais: mínimo de 100 cotistas, negociação em bolsa ou mercado de balcão organizado, e observância do limite de participação individual. Pela Lei 14.754/2023, a isenção não se aplica ao cotista pessoa física que detenha, isoladamente ou em conjunto com pessoas a ele ligadas, 30% ou mais da totalidade das cotas emitidas pelo fundo. O KNRI11, por sua base pulverizada e negociação em bolsa, atende a esses critérios em 2026.

Mesmo isento de IR, você deve informar os dividendos na declaração anual do IRPF. Valores vão na ficha Rendimentos Isentos e Não Tributáveis, com o CNPJ do fundo. Isso é obrigatório, ainda que não gere imposto a pagar. Atenção ao ano-base: rendimentos recebidos em 2026 entram na declaração do IRPF 2027, entregue em 2027.

Qual o dividend yield do KNRI11 em 2026?

O dividend yield (DY) de 12 meses do KNRI11 estava em 8,32% ao ano em 4 de setembro de 2026, oscilando conforme a cotação utilizada como base.

O DY é calculado dividindo proventos distribuídos nos últimos 12 meses pelo preço atual da cota. Para FIIs, é o principal indicador de retorno corrente — equivalente ao rendimento de um imóvel alugado em relação ao seu valor de mercado.

Exemplo prático com 100 cotas:

  • Proventos anualizados: R$ 1,10 × 12 meses = R$ 13,20 por cota no ano
  • Renda anual com 100 cotas: R$ 1.320,00 no ano
  • Renda mensal: R$ 110,00 (isenta para PF)

KNRI11 vs. Alternativas de renda fixa em 2026

O DY de 8,3% coloca o KNRI11 acima da média de FIIs de tijolo focados em escritórios de alto padrão (6% a 8% ao ano). Mas é necessário contextualizar em relação à renda fixa convencional:

Ativo Rentabilidade nominal Alíquota IR (prazo longo) Rentabilidade líquida (est.) Risco
KNRI11 (DY 8,3%) 8,3% a.a. 0% (isento) 8,3% a.a. Médio (imobiliário)
CDB 100% CDI ~13,9% a.a. (equivalente ao CDI) 15% (>720d) ~11,8% a.a. Baixo (crédito)
Tesouro SELIC 14,0% a.a. (Selic vigente) 15% (>720d) ~11,9% a.a. Muito baixo (soberano)
Tesouro Prefixado 2027 ~12,5% a.a. (taxa fixa) 15% (>720d) ~10,6% a.a. Baixo (taxa)

A isenção de IR sobre os dividendos é vantagem tributária real do KNRI11, mas, com a taxa básica de juros em patamar elevado, ela não compensa integralmente a diferença de rentabilidade líquida frente a Tesouro SELIC ou CDBs indexados ao CDI. A comparação relevante não é apenas DY absoluto, mas prêmio de risco que o KNRI11 oferece versus alternativas — e o fato de os proventos serem pagos mensalmente, sem tributação na fonte.

Na prática, para quem busca renda mensal isenta e aceita exposição ao ciclo imobiliário, o KNRI11 cumpre função de complemento à renda fixa, e não de substituto — desde que o portfólio se mantenha operacional.

O DY deve ser avaliado em conjunto com qualidade do portfólio, taxa de vacância e perspectiva de manutenção dos contratos. Um DY elevado com vacância crescente é sinal de alerta — o oposto do que o KNRI11 apresenta em 2026.

Portfólio do KNRI11: quais imóveis compõem o fundo?

O KNRI11 possui carteira diversificada entre edifícios corporativos de alto padrão e galpões logísticos, com vacância física em 3,95% em julho de 2026 — nível baixo para o segmento.

A estratégia combina dois segmentos imobiliários com dinâmicas distintas. Os edifícios corporativos atendem empresas que buscam espaços de escritório de alto padrão em localizações privilegiadas. Os galpões logísticos servem operadores de e-commerce, distribuidoras e indústrias em busca de infraestrutura de armazenagem e distribuição.

Essa diversificação é diferencial que reduz volatilidade. Quando o mercado de escritórios ajusta demanda, a logística compensa — e vice-versa. A carteira mista reduz concentração de risco ao longo do tempo.

Estratégia de reciclagem e built-to-suit

A Kinea adota estratégia ativa de reciclagem de portfólio: vende ativos com maior vacância ou menor potencial de valorização e realoca capital em imóveis com melhor ocupação e contratos mais longos. O pico de dividendos em julho (R$ 1,38) resultou direto desse processo — lucro da venda foi distribuído aos cotistas.

Em 2026, o fundo avançou também na incorporação de novo edifício corporativo com contrato de locação fechado previamente à entrega. Esse modelo — built-to-suit — garante receita de aluguel desde o início da operação sem período de vacância inicial.

A combinação de ativos logísticos de alta ocupação com edifícios corporativos de alto padrão e novos desenvolvimentos com contrato pré-assinado sustenta a regularidade dos R$ 1,10 mensais por cota.

Os imóveis se concentram em regiões de alta demanda corporativa — o que reduz risco de vacância prolongada. Localizações estratégicas atraem inquilinos de maior porte com contratos mais longos, estabilizando fluxo de caixa do fundo.

Para investidores, a qualidade do portfólio é fator principal de segurança dos dividendos. Fundos com imóveis bem localizados e inquilinos sólidos tendem a manter distribuições mais estáveis mesmo em ciclos econômicos adversos — comportamento que o KNRI11 demonstra em 2026.

Vacância do KNRI11: como interpretar e por que importa para os dividendos?

A vacância física do KNRI11 estava em 3,95% e a financeira em 5,24% em julho de 2026 — níveis baixos que sustentam distribuição estável de proventos mensais.

Entender a diferença entre os dois tipos é fundamental:

  • Vacância física: percentual da área total do portfólio desocupada, sem inquilino.
  • Vacância financeira: percentual de receita potencial não gerada. Pode ser maior que a física quando há contratos em carência (inquilino ocupa, mas não paga aluguel) ou descontos negociados.

No KNRI11, a vacância financeira (5,24%) supera ligeiramente a física (3,95%). Isso indica parte da ocupação em período de carência ou com condições especiais de contrato. Na prática: há espaço para crescimento de receita quando esses contratos normalizarem — positivo para dividendos futuros.

Impacto prático da vacância nos dividendos:

Suponha que o portfólio gere receita bruta de aluguel proporcional a R$ 1,15 por cota ao mês com 100% ocupação. Com vacância de 4%, a receita cai para ~R$ 1,10 por cota — exatamente o valor distribuído. Se a vacância subisse para 10%, a receita recuaria para ~R$ 1,04 por cota. Essa é estimativa ilustrativa; valores reais dependem da composição específica dos contratos.

A gestão ativa da Kinea contribui diretamente para manter vacância controlada. Além da reciclagem, a equipe atua em renegociação de contratos, prospecção de novos inquilinos e desenvolvimento de projetos com locação pré-acordada. Isso reduz tempo médio de imóveis vagos na carteira.

Para investidores, a vacância é indicador-chave a monitorar mensalmente. Aumento consistente ao longo de vários meses — especialmente se acompanhado de queda nos dividendos — sinaliza alerta. Por outro lado, vacância baixa e estável, como a do KNRI11 em 2026, indica portfólio saudável e dividendos sustentáveis no curto prazo.

KNRI11 vale a pena em 2026? Análise de riscos e oportunidades

O KNRI11 é alternativa sólida para renda mensal isenta de IR em 2026, com DY acima de 8% e vacância controlada. No entanto, exige atenção ao ciclo de juros e ao mercado de escritórios corporativos.

Pontos fortes do KNRI11 em 2026

  • Histórico de distribuição consistente: seis dos oito meses analisados com R$ 1,10 por cota.
  • Gestão ativa da Kinea: reciclagem de portfólio, novos desenvolvimentos e contratos pré-assinados.
  • Diversificação: carteira mista entre escritórios e logística reduz concentração.
  • Isenção de IR nos proventos: dividendos isentos para PF que atendam requisitos legais.
  • Vacância baixa: 3,95% físico e 5,24% financeiro — patamar considerado baixo para o segmento.

Riscos específicos a considerar

  • Sensibilidade à taxa de juros: Em ambiente de juros elevados, a renda fixa concorre diretamente com FIIs. Quanto maior a taxa básica, maior o custo de oportunidade de manter cotas.
  • Ciclo do mercado corporativo: Demanda por escritórios varia com ritmo econômico e tendências de trabalho remoto.
  • Renegociação de contratos: Vencimentos podem resultar em queda temporária de receita se o mercado estiver menos aquecido.
  • Volatilidade da cotação: Mesmo com dividendos estáveis, a cota oscila — afetando patrimônio marcado a mercado. Como o fundo é fechado, a saída depende da venda no mercado secundário.

Comparação com concorrentes diretos em 2026

No segmento de FIIs, o KNRI11 é frequentemente comparado a fundos como HGLG11, BCFF11 e MXRF11 — que, no entanto, pertencem a classes diferentes. Uma análise comparativa ajuda a contextualizar sua posição:

  • HGLG11 (Pátria Log): fundo de tijolo focado em galpões logísticos e industriais, sob gestão da Pátria Investimentos. DY dos últimos 12 meses em torno de 6%. É o comparável mais próximo do KNRI11, embora sem exposição a escritórios.
  • BCFF11 (BC Fundo de Fundos Imobiliários): FOF — investe em cotas de outros FIIs, e não em imóveis diretamente. Perfil de risco e retorno distinto de fundos de tijolo como o KNRI11.
  • MXRF11 (Maxi Renda): fundo de papel, com carteira predominantemente composta por CRIs. DY dos últimos 12 meses em torno de 13%. A comparação com o KNRI11 exige explicitar a diferença de classe: são produtos com perfis de risco e retorno distintos.

O KNRI11 se diferencia pela consistência: seis dos oito meses analisados com R$ 1,10. Fundos de papel e FOFs costumam ter distribuições mais voláteis, por dependerem de indexadores e de resultados de terceiros. Essa regularidade compensa parcialmente a exposição ao ciclo de escritórios corporativos — segmento mais cíclico que logística pura.

A recomendação estratégica é não concentrar mais de 20% da carteira de FIIs em um único fundo, mesmo com histórico consistente. Uma carteira bem estruturada mistura KNRI11 com fundos que ofereçam diversificação complementar (logística pura, recebíveis, FOFs, etc.).

Cenário real: R$ 50.000 investidos no KNRI11

Suponha aplicação de R$ 50.000 em cotas do KNRI11. Com dividendos de R$ 1,10 por cota ao mês e cotação hipotética de R$ 160,00 por cota, você teria ~312 cotas.

Renda estimada:

  • Mensal: 312 × R$ 1,10 = R$ 343,20 (isento de IR)
  • Anual: ~R$ 4.118,40 (sem pico de julho)

Se a cotação cair 10% (R$ 160 → R$ 144), o patrimônio recua para R$ 44.928. Porém, os dividendos mensais tendem a permanecer inalterados enquanto o portfólio operar normalmente. Isso ilustra ponto central dos FIIs: queda de cotação não significa, necessariamente, queda de renda, desde que o portfólio continue operacional.

Checklist: KNRI11 faz sentido na sua carteira?

  • ✓ Você busca renda mensal isenta de IR?
  • ✓ Seu horizonte de investimento é de pelo menos 2 a 3 anos?
  • ✓ Você tolera oscilação de cotação sem precisar vender?
  • ✓ Você já tem reserva de emergência em renda fixa líquida?
  • ✓ Você acompanha relatórios mensais do fundo?

Para investidores com perfil moderado a arrojado, horizonte de médio prazo e interesse em renda passiva isenta, o KNRI11 em 2026 pode representar posição relevante dentro de carteira diversificada de FIIs. A recomendação é não concentrar mais de 20% da carteira de FIIs em um único fundo.

Resumo prático

  • O KNRI11 é FII de tijolo em condomínio fechado, gerido pela Kinea, com carteira de edifícios corporativos e galpões logísticos, listado na B3.
  • Em 2026, o fundo distribuiu predominantemente R$ 1,10 por cota ao mês, com pico de R$ 1,38 em julho por reciclagem de portfólio.
  • De janeiro a agosto de 2026, o acumulado é de R$ 8,86 por cota; o DY de 12 meses gira entre 8% e 8,3%, com dividendos isentos de IR para pessoa física que atenda aos requisitos legais.
  • A vacância física estava em 3,95% em julho de 2026 — nível baixo que sustenta estabilidade dos proventos.
  • Ganhos de capital na venda de cotas são tributados a 20%; dividendos devem ser informados na ficha de Rendimentos Isentos, no ano-calendário em que foram recebidos (rendimentos de 2026 → IRPF 2027).
  • O KNRI11 é adequado para investidores que buscam renda mensal isenta, com horizonte de médio prazo e tolerância a oscilação de cotação.
  • Recomendação de alocação máxima: 20% da carteira de FIIs em um único fundo, mesmo com histórico consistente.

FAQ — Perguntas frequentes sobre KNRI11

Quanto o KNRI11 paga de dividendos por cota em 2026?

Em 2026, o KNRI11 paga predominantemente R$ 1,10 por cota ao mês, com exceção de janeiro (R$ 0,88) e julho (R$ 1,38 por reciclagem de portfólio). O total acumulado de janeiro a agosto foi de R$ 8,86 por cota.

Os dividendos do KNRI11 são isentos de imposto de renda?

Sim. Os rendimentos distribuídos são isentos de IR para pessoas físicas, desde que o fundo tenha no mínimo 100 cotistas e as cotas sejam negociadas em bolsa ou mercado de balcão organizado. Pela Lei 14.754/2023, a isenção não alcança o cotista que detenha, isoladamente ou com pessoas ligadas, 30% ou mais das cotas do fundo. O KNRI11, com base pulverizada, atende a esses critérios em 2026. A isenção aplica-se apenas a dividendos — ganhos de capital na venda de cotas são tributados a 20%.

Como declarar os rendimentos do KNRI11 no IRPF?

Os dividendos devem ser informados na ficha Rendimentos Isentos e Não Tributáveis, com o CNPJ do fundo, na declaração referente ao ano em que foram recebidos: rendimentos de 2025 vão no IRPF 2026 (entregue em 2026) e rendimentos de 2026 vão no IRPF 2027 (entregue em 2027). As cotas devem ser declaradas em Bens e Direitos com o custo de aquisição. Eventuais ganhos de capital na venda devem ser apurados mensalmente e pagos via DARF, com alíquota de 20%.

Qual a vacância do KNRI11 em 2026?

Em julho de 2026, a vacância física estava em 3,95% e a financeira em 5,24%. Esses são níveis baixos para FIIs de tijolo. A diferença entre as métricas indica parte da ocupação em período de carência contratual, com potencial de normalização da receita nos meses seguintes.

Para acompanhar relatórios mensais atualizados, consulte o portal da B3, onde todos os fundos listados publicam documentos obrigatórios.

O KNRI11 compensa mais que renda fixa em 2026?

Depende do patamar de juros. Com a Selic em torno de 14,0% a.a., tanto o Tesouro SELIC quanto um CDB a 100% do CDI tendem a entregar cerca de 11,9% líquidos de IR em prazos superiores a 720 dias — acima do DY de 8,3% do KNRI11. A vantagem do fundo está na isenção de IR sobre os proventos e na previsibilidade da renda mensal, não necessariamente em rentabilidade total superior. A escolha depende de perfil de risco e objetivo de renda passiva.


Entender indicadores do KNRI11 é primeiro passo — mas a diferença entre boa alocação e carteira realmente eficiente está na combinação certa de FIIs, renda fixa e outros ativos. Antes de alocar capital em KNRI11 (ou qualquer FII), a pergunta central é: esse instrumento cabe no meu horizonte de investimento, meu perfil de risco e minha estratégia de renda passiva? A Renova Invest ajuda você a responder com precisão. Fale com um assessor para montar uma estratégia de renda passiva alinhada ao seu perfil e horizonte de investimento.

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CDI hoje
13,65% a.a.
  • Meta Selic13,75%
  • CDI 12 meses14,47%
  • CDI em 202610,50%
Ver CDI e simulação →
Fonte: Banco Central · 30/09/2026
Dólar hoje
R$5,2271
  • Variação no dia+0,09%
  • Dólar em 2026-4,55%
  • PTAX 01/10R$ 5,2079
Ver cotação e gráfico →
Fonte: Brapi e Banco Central · 02/10/2026 às 03h46

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