Como e onde investir 1 milhão de reais?

Como e onde investir 1 milhão de reais?

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Saber como investir 1 milhão de reais ou qualquer outra quantia financeira de maneira inteligente é essencial para evitar arrependimentos e prejuízos por falta de conhecimento.

Se você é um investidor que tem essa quantidade de dinheiro ou pretende descobrir como investir esse valor, saiba que existem diversas alternativas no mercado – para todos os perfis e objetivos. Mas você precisa entender como escolher os investimentos que mais se adequam às suas necessidades.

Deseja obter bons rendimentos no mercado, mas não tem ideia de como investir 1 milhão de reais com eficiência? Então acompanhe a leitura desse artigo e confira como fazer investimentos com inteligência!

Antes de investir R$1 milhão: entenda a importância da diversificação

No momento de investir, seja qual for a quantia disponível, é normal que as pessoas tenham dúvidas sobre como e onde alocar o dinheiro que elas têm. Afinal, há diversas alternativas no mercado financeiro, que podem servir para os mais diversos objetivos.

Por esse motivo, é essencial compreender alguns princípios básicos para investir. Um deles é a importância de diversificar a carteira. Colocar todo o seu dinheiro em uma única aplicação financeira pode aumentar os riscos e até prejudicar seus ganhos – e a conquista dos seus objetivos.

A diversificação da carteira, portanto, é essencial para diluir os riscos e ajudar a fazer seu dinheiro trabalhar melhor por você – considerando seus prazos, objetivo e perfil. Então, na hora de investir R$ 1 milhão no mercado financeiro, avalie as alternativas disponíveis no mercado e componha um portfólio diverso.

Como investir R$ 1 milhão?

Além de entender a importância da distribuição da sua carteira de investimentos – isto é, diversificando seus aportes, é fundamental saber como investir R$ 1 milhão na prática, fazendo escolhas eficientes.

Existem duas questões que precisam ser consideradas na hora da sua escolha: seu perfil e objetivos. Lembre-se que existem objetivos de curto, médio e longo prazo, e que há três perfis de investidores. Você pode ser conservador, moderado e arrojado.

Assim, vale a pena avaliar estes dois fatores para encontrar as melhores alternativas para você e para sua carteira.

Se você tem R$ 1 milhão para investir, pode ser interessante alocar essa quantia repartindo-a em investimentos de curto, médio e longo prazo. E, claro, com riscos diferentes – caso possua tolerância a eles.

Onde investir 1 milhão de reais? Confira 6 opções!

Agora que você entendeu a importância da diversificação e sabe como investir 1 milhão de reais, confira agora 6 alternativas de investimento que você pode considerar para investir seu dinheiro!

1.Tesouro IPCA+

O Tesouro IPCA+ é um título do Tesouro Nacional que pode ser encontrado na plataforma do Tesouro Direto. Trata-se de um investimento de renda fixa. Ou seja, pode ser indicado para investidores conservadores, mas também pode agradar aqueles de perfil moderado e arrojado.

O Tesouro IPCA+ tem sua rentabilidade atrelada ao IPCA. Isso significa que o rendimento dele é a inflação do período do título com um acréscimo de uma taxa pré-definida no momento do aporte.

Dentre todos os títulos do Tesouro, o Tesouro IPCA+ costuma ser o mais indicado para investimentos de longo prazo. Inclusive, pode ser uma alternativa para quem deseja montar uma aposentadoria e investir R$ 1 milhão com esse objetivo.

2. Tesouro SELIC

O Tesouro Selic é outro título de renda fixa disponibilizado pelo Tesouro Nacional. Ao contrário do título anterior, o Tesouro SELIC costuma ser uma alternativa para investimentos de curto ou curtíssimo prazo, sendo indicado para formar uma reserva de emergência.

Também costuma atrair todo tipo de investidor, mas principalmente os conservadores, por ser considerado um investimento de baixo risco.

O Tesouro SELIC pode, inclusive, ser uma alternativa melhor que a poupança para alocar sua reserva emergencial. Além de ser considerado tão seguro quanto, tem liquidez e rendimento diários – diferente da caderneta que, apesar de ter alta liquidez, rende uma vez por mês.

O investidor pode resgatar o dinheiro alocado neste título no momento que precisar, sem ter prejuízos por isso. A rentabilidade é atrelada à taxa SELIC e os aportes podem começar com valores baixos.

3. LCI e LCA

As letras de crédito imobiliário (LCI) e as letras de crédito do agronegócio (LCA) são também produtos de renda fixa considerados de baixo risco, podendo agradar principalmente os investidores iniciantes e conservadores, mas os moderados e arrojados também.

Instituições financeiras privadas com objetivo de financiar setores e atividades da economia emitem as letras de crédito. No caso da LCI, o objetivo é arrecadar recursos para o setor imobiliário e a LCA, para o agronegócio.

São investimentos que podem ser interessantes para o médio prazo. Ambas são atreladas ao CDI e podem ser pré-fixadas ou pós-fixadas. Nas pré-fixadas, o investidor consegue saber o quanto receberá de rendimento. Nos papéis pós-fixados, o investidor saberá o rendimento apenas na data do vencimento da carta.

Há uma terceira alternativa: as híbridas. Neste caso, a remuneração depende de uma taxa fixa com o acréscimo de um indicador. Essas são mais difíceis de encontrar no mercado.

Os investimentos feitos em LCI e LCA são protegidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) até o limite de R$250 mil por instituição e por CPF até o limite global de R$1 milhão a cada 4 anos.

Os títulos LCI e LCA podem, portanto, ser alternativas para quem tem 1 milhão de reais para investir e deseja saber como e onde alocar este dinheiro.

4. Fundos de investimento imobiliário

Saindo da esfera dos investimentos de renda fixa, os fundos de investimento imobiliário podem atrair investidores de perfil mais moderados ou arrojado Essa modalidade, inclusive, vem atraindo a atenção de inúmeros investidores.

Os fundos são veículos de investimentos a partir dos quais diversos investidores se juntam e aplicam recursos com um mesmo objetivo. No caso dos FIIs, o intuito é investir no setor imobiliário.

Há FIIs com diversos propósitos diferentes, como aqueles que investem em empreendimentos visando obter renda de aluguéis, fundos que compram cotas de outros FIIs, e aqueles que adquirem títulos relacionados ao setor imobiliário.

Os fundos imobiliários mais comuns no mercado são aqueles que tem como objetivo gerar renda passiva aos cotistas, geralmente advinda de aluguéis. E eles adequam-se para quem busca por diversificação e deseja investir para o médio e longo prazo.

Vale destacar, contudo, que essa modalidade não conta com a garantia do FGC.

5. Fundos multimercado

Os fundos multimercado são outra modalidade de fundo que podem agradar investidores que desejam investir na renda variável. Contudo, podem apresentar certos graus de risco. Portanto, os investidores que possuem maior tolerância a riscos são os que as procuram.

Essa categoria de fundo tem uma maior liberdade de composição de portfólio e permite o investimento em diferentes tipos de ativos e produtos – seja da renda fixa ou variável. Como são mais flexíveis, o gestor tem a possibilidade de escolher estratégias diferentes para conseguir bons resultados.

O funcionamento desse fundo é semelhante à de outros fundos de investimento. Ele também não tem a garantia do FGC.

6. Ações

Investir em ações na bolsa de valores costuma gerar medo em alguns investidores, principalmente pelos mitos que existem em relação ao tema. E, como faz parte da renda variável, muitos investidores conservadores e até moderados costumam evitar esse tipo de investimento.

No entanto, quem está buscando saber como e onde investir R$ 1 milhão e tem certa tolerância aos riscos da renda variável pode se interessar por esta alternativa. É possível, por exemplo, ter uma pequena parte da carteira alocada em ações, caso você deseje.

Você também pode optar por perder o medo aos poucos, isto é, aprender melhor a dinâmica dessa modalidade. É possível escolher as ações individualmente para sua carteira ou investir por meio de ETFs, que são os fundos de índice.

Essa alternativa pode ser interessante para aqueles que objetivam o longo prazo – por exemplo, com intenção de formar uma aposentadoria. Afinal, quem investe em ações, na verdade, está comprando uma pequena parte de uma empresa. E existe um prazo de maturação para o investimento trazer lucros.

Além disso, é possível ganhar dinheiro a partir recebendo dividendos – as companhias compartilham parte dos lucros com os acionistas.

Contudo, como todo investimento na renda variável, os aportes em ações estão sujeitos às variações do mercado. Por isso, é preciso avaliar os riscos antes de investir.

Quero investir 1 milhão de reais: o que devo fazer?

Ao longo do texto você entendeu a importância da diversificação da carteira e verificou 6 alternativas de investimento para quem deseja investir 1 milhão de reais no mercado. Lembre-se, no entanto, que existem muitas outras opções para os investidores.

Para saber qual das alternativas é a mais indicada para você, é essencial conhecer seu perfil de investidor bem como saber seus objetivos financeiros, escolhendo os investimentos mais adequados para cada um deles.

Seja para obter independência financeira, viver de renda mensal, ter uma reserva para emergências, manter o poder de compra ou adquirir o que você tanto deseja, saber como e onde investir seu dinheiro é sempre o primeiro passo para fazer boas escolhas de investimento. Não importa o quanto você tenha disponível para investir.

Se você gostou do artigo e deseja entender melhor sobre as alternativas de investimento disponível no mercado para investir 1 milhão de reais ou outra quantia, você pode conferir mais artigos em nosso blog ou entrar em contato conosco!

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