Quanto rende R$ 10 mil no CDB? Simulação com IR e comparativos

Descubra quanto rendem R$ 10 mil no CDB, como o IR impacta seu lucro e qual prazo vale mais a pena. Simule agora e invista melhor em 2025.
Quanto rende R$ 10 mil no CDB? Simulação com IR e comparativos

Imagine aplicar R$ 10.000 hoje e resgatar, dali a seis meses, R$ 10.521,13. Parece bom? Pois esse é o rendimento líquido de um CDB a 100% do CDI — considerando o CDI acumulado em 13,90% ao ano. Mas atenção: o resultado final depende de três fatores cruciais: o percentual do CDI contratado, o prazo de aplicação e a alíquota de Imposto de Renda. Dominar essas variáveis faz toda a diferença entre uma aplicação eficiente e outra que perde para alternativas isentas de IR.

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Resposta direta: R$ 10.000 aplicados em um CDB a 100% do CDI rendem cerca de R$ 109 brutos no primeiro mês. Em um ano, o ganho líquido de IR chega a aproximadamente R$ 1.112. Em três anos, o valor sobe para cerca de R$ 4.060 líquidos. Esses números variam conforme o percentual do CDI e o prazo, que define a alíquota de IR entre 22,5% e 15%.

Resposta direta: quanto rende R$ 10 mil no CDB?

Para responder essa pergunta de forma precisa, precisamos considerar três variáveis essenciais: o percentual do CDI contratado, o prazo da aplicação e a alíquota de IR correspondente. Com o CDI acumulado em 13,90% ao ano, um CDB a 100% do CDI gera aproximadamente R$ 109,05 brutos no primeiro mês — e cerca de R$ 1.112,00 líquidos em doze meses.

Nos prazos mais curtos, o Imposto de Renda é mais pesado. Até 180 dias, a alíquota é de 22,5% sobre o rendimento. Portanto, em seis meses, o valor líquido final ficaria em torno de R$ 10.521,13 — ou seja, um ganho de aproximadamente R$ 521,13. Já em dois anos (cerca de 730 dias corridos), o IR cai para 15%, elevando o montante final para algo próximo de R$ 12.527,23. Em três anos, também com 15%, o total acumulado chega perto de R$ 14.060,02.

Veja um resumo por prazo, considerando o CDI constante em 13,90% ao ano:

Prazo Valor Final Líquido Rendimento Líquido Alíquota de IR
6 meses R$ 10.521,13 R$ 521,13 22,5%
1 ano R$ 11.112,00 R$ 1.112,00 20%
2 anos R$ 12.527,23 R$ 2.527,23 15%
3 anos R$ 14.060,02 R$ 4.060,02 15%
5 anos R$ 17.793,02 R$ 7.793,02 15%

Vale destacar: esses números consideram o CDI constante — algo improvável na prática. Portanto, use-os como referência de ordem de grandeza, não como projeção garantida. Na prática, o rendimento mensal oscila conforme o CDI se move ao longo do tempo. Observe também que o prazo de dois anos calendário (aproximadamente 730 dias corridos) já ultrapassa a faixa de 720 dias, motivo pelo qual a alíquota aplicável é de 15%, e não 17,5%.

Para quem busca uma reserva de emergência, o CDB com liquidez diária é uma opção interessante. No entanto, bancos digitais costumam oferecer taxas entre 100% e 110% do CDI nesses produtos. Nesse caso, negociar o percentual do CDI pode ser tão decisivo quanto escolher o prazo certo.

O que é CDB e como funciona o rendimento?

CDB significa Certificado de Depósito Bancário — um título emitido por bancos para captar recursos. Na prática, funciona como um empréstimo que você faz para a instituição financeira, recebendo juros em troca. É uma alternativa segura e com retorno previsível, especialmente para quem busca proteção do FGC.

O banco usa o dinheiro captado para financiar sua carteira de crédito. Em troca, paga uma remuneração que varia conforme o prazo e o tipo de indexação contratado. Por isso, bancos menores ou com maior necessidade de captação tendem a oferecer taxas mais altas — frequentemente 110% ou até 120% do CDI.

Tipos de CDB

Existem três tipos principais de CDB, cada um adequado a um objetivo específico:

  • Pós-fixado ao CDI: acompanha a variação diária do CDI. Ideal para reserva de emergência e objetivos de curto prazo.
  • Prefixado: oferece uma taxa fixa contratada no momento da aplicação. Você sabe exatamente quanto receberá no vencimento, independentemente das oscilações do CDI.
  • Híbrido IPCA+: combina a inflação medida pelo IPCA com uma taxa real fixa. Protege o poder de compra ao longo do tempo.

No CDB pós-fixado, os juros são calculados diariamente sobre o saldo acumulado. Isso significa que o rendimento de um dia é incorporado ao saldo do dia seguinte — o famoso efeito dos juros compostos, que potencializa o ganho no longo prazo. Por exemplo, R$ 10.000 a 100% do CDI rendem cerca de R$ 109,05 no primeiro mês. No segundo mês, os juros incidem sobre R$ 10.109,05, gerando um rendimento ligeiramente maior.

Portanto, quando a Selic sobe, o rendimento do CDB pós-fixado tende a aumentar. Quando cai, o retorno diminui proporcionalmente. O CDI, atualmente em 13,90% ao ano, acompanha de perto a Selic, que está em 14,00% ao ano — historicamente, o CDI fica apenas alguns centésimos de ponto percentual abaixo da meta Selic.

Outro ponto importante: o FGC cobre CDBs até R$ 250.000 por CPF por instituição financeira, com um teto global de R$ 1.000.000 a cada quatro anos. Para uma aplicação de R$ 10.000, essa proteção é mais que suficiente, limitando o risco de crédito mesmo em bancos menores que oferecem taxas mais altas.

Simulação: quanto rende R$ 10 mil no CDB por percentual do CDI

Abaixo, uma simulação detalhada mostra como diferentes percentuais do CDI e prazos impactam o rendimento. Todos os cálculos consideram o CDI em 13,90% ao ano, mantido constante (cenário ilustrativo, apenas para fins de comparação).

Prazo Bruto (100% CDI) Líquido (100% CDI) Alíquota IR
6 meses R$ 672,43 R$ 521,13 22,5%
1 ano R$ 1.390,00 R$ 1.112,00 20%
2 anos R$ 2.973,21 R$ 2.527,23 15%
3 anos R$ 4.776,49 R$ 4.060,02 15%

Exemplo prático: supondo que você investiu R$ 10.000 em janeiro de 2026 em um CDB pós-fixado a 100% do CDI com vencimento em seis meses. No resgate, o rendimento bruto acumulado foi de cerca de R$ 672,43. O IR de 22,5% incide sobre esse valor — não sobre o principal. O banco desconta automaticamente cerca de R$ 151,30 de imposto e credita aproximadamente R$ 521,13 líquidos. O saldo final, portanto, ficaria em torno de R$ 10.521,13.

Esse mecanismo é conhecido como tributação exclusiva na fonte. O banco recolhe o IR diretamente à Receita Federal no momento do resgate ou vencimento. Ou seja: você não precisa emitir DARF nem calcular o imposto — apenas declarar os valores no IRPF anual.

CDB com liquidez diária: a escolha para quem precisa de flexibilidade

Para quem precisa de liquidez imediata, o CDB com liquidez diária é uma opção comum. No entanto, bancos digitais costumam pagar entre 100% e 102% do CDI nesses casos. O ponto de atenção aqui é que o IR de 22,5% incide sempre que o resgate ocorre antes de 181 dias, o que é frequente nesse tipo de aplicação. Portanto, a rentabilidade líquida efetiva acaba sendo menor do que em CDBs com prazos mais longos.

A lógica das faixas de IR é simples: para um CDB a 100% do CDI, resgatar antes dos 181 dias significa pagar a alíquota máxima de 22,5%. Se conseguir segurar por mais de 720 dias, a alíquota cai para 15% — uma economia de 7,5 pontos percentuais que, sobre um rendimento bruto de cerca de R$ 2.973 em dois anos, representa mais de R$ 200 a mais no seu bolso.

Impacto de diferentes percentuais do CDI

Nem todo CDB paga 100% do CDI. Bancos menores ou com taxas competitivas podem oferecer 105%, 110% ou até 120%. Veja como isso impacta em três anos, considerando o CDI em 13,90% ao ano e IR de 15%:

  • CDB a 95% do CDI: aproximadamente R$ 13.831 líquidos
  • CDB a 100% do CDI: aproximadamente R$ 14.060 líquidos
  • CDB a 110% do CDI: aproximadamente R$ 14.525 líquidos

A diferença entre 95% e 110% é de cerca de R$ 700 em três anos sobre o mesmo capital inicial — algo em torno de 18% do rendimento líquido obtido a 95% do CDI. Por outro lado, isso demonstra por que negociar a taxa é tão importante quanto escolher o prazo certo.

Como o Imposto de Renda reduz o rendimento do CDB?

O IR sobre o CDB incide exclusivamente sobre o rendimento, nunca sobre o principal. A alíquota segue uma tabela regressiva: quanto maior o prazo, menor o imposto. Essa regra foi instituída pela Lei nº 11.033/2004, com vigência para aplicações a partir de 1º de janeiro de 2005, e permanece válida.

Tabela regressiva de IR

As quatro faixas principais, contadas em dias corridos, são:

  • Até 180 dias: 22,5% sobre o rendimento
  • De 181 a 360 dias: 20% sobre o rendimento
  • De 361 a 720 dias: 17,5% sobre o rendimento
  • Acima de 720 dias: 15% sobre o rendimento

Para cada R$ 100 de rendimento bruto, veja quanto o investidor recebe de fato:

Prazo IR descontado Valor líquido por R$ 100 bruto
Até 180 dias R$ 22,50 R$ 77,50
181 a 360 dias R$ 20,00 R$ 80,00
361 a 720 dias R$ 17,50 R$ 82,50
Acima de 720 dias R$ 15,00 R$ 85,00

Além do IR, existe o IOF para resgates nos primeiros 30 dias. O IOF de renda fixa é regressivo e pode chegar a 96% do rendimento no primeiro dia, zerando progressivamente até o 30º dia. Por isso, resgatar um CDB antes de 30 dias é financeiramente ineficiente em qualquer cenário, inclusive com R$ 10.000.

O processo é simples: o banco calcula o rendimento acumulado no momento do resgate, aplica a alíquota correspondente e credita o valor líquido diretamente na sua conta. Não há necessidade de ação adicional da sua parte.

No entanto, mesmo com a tributação exclusiva na fonte, você deve declarar o CDB no IRPF anual. O saldo em 31 de dezembro vai na ficha “Bens e Direitos”. Os rendimentos recebidos durante o ano devem ser informados em “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”. O banco fornece o informe de rendimentos com todos os dados necessários. Omitir o CDB na declaração pode gerar malha fina, mesmo que o imposto já tenha sido retido.

Portanto, se você tem R$ 10.000 para investir e sabe que não precisará do dinheiro por mais de dois anos, optar por um CDB com vencimento acima de 720 dias reduz o IR de 22,5% para 15%. Essa diferença, aplicada sobre o rendimento acumulado, representa um ganho real significativo.

CDB pós-fixado, prefixado ou IPCA+: qual rende mais para R$ 10 mil?

A escolha entre esses tipos de CDB depende do cenário de juros futuro e do seu objetivo. Cada um tem vantagens em contextos específicos — e escolher errado pode custar caro em termos de rendimento real.

CDB Pós-fixado (CDI)

  • Indexador: CDI (acompanha a Selic)
  • Prazo ideal: curto e médio prazo
  • Vantagem: protege em ciclos de alta de juros
  • Desvantagem: rendimento cai se a Selic recuar
  • Perfil: conservador, reserva de emergência

CDB Prefixado

  • Indexador: taxa fixa contratada
  • Prazo ideal: médio prazo, com expectativa de queda de juros
  • Vantagem: garante rentabilidade mesmo com queda do CDI
  • Desvantagem: perde valor relativo se os juros subirem
  • Perfil: investidor com objetivo definido e prazo fixo

CDB Híbrido (IPCA+)

  • Indexador: IPCA + taxa real fixa
  • Prazo ideal: longo prazo (3 anos ou mais)
  • Vantagem: preserva o poder de compra contra a inflação
  • Desvantagem: rendimento nominal imprevisível no curto prazo
  • Perfil: investidor de longo prazo, planejamento de aposentadoria

Cenário ilustrativo: imagine um investidor com R$ 10.000 e horizonte de dois anos. Com o CDI em 13,90% ao ano, o CDB pós-fixado a 100% do CDI entrega cerca de R$ 12.527,23 líquidos. Um CDB prefixado a 13,50% ao ano entregaria valor próximo — mas com a vantagem da previsibilidade desde o início. Já um CDB IPCA+ a 6,5% ao ano real, supondo inflação de 4,22% (número apenas hipotético), geraria um rendimento nominal de aproximadamente 11,00% ao ano. Menor nesse cenário, mas mais eficiente se a inflação acelerar.

Em um cenário de juros elevados como o atual, o CDB pós-fixado a 100% do CDI tende a ser a escolha mais eficiente para um horizonte de dois anos. No entanto, se houver expectativa clara de corte significativo da Selic, travar uma taxa prefixada alta antes da queda pode ser vantajoso.

Em resumo: antes de escolher o tipo de CDB, defina o prazo e avalie o cenário de juros. Para quem não tem clareza sobre o futuro da Selic, o pós-fixado oferece a menor incerteza e maior liquidez.

R$ 10 mil no CDB vs poupança, Tesouro Selic e LCI/LCA: quem ganha?

Comparar produtos de renda fixa exige olhar para o rendimento líquido — não para o bruto. A poupança e as LCI/LCA são isentas de IR para pessoa física, o que muda completamente a equação.

Produto Rendimento líquido em 1 ano Cobertura FGC
Poupança R$ 10.616,78 Sim
CDB 100% CDI R$ 11.112,00 Sim
LCI/LCA 90% CDI (isenta) R$ 11.251,00 Sim
Tesouro Selic (até R$ 10k) R$ 11.120,00 Ilimitado*

*Tesouro Direto não tem limite de cobertura — é garantido pelo governo federal.

O resultado é contraintuitivo: uma LCI a 90% do CDI, isenta de IR, supera um CDB a 100% do CDI tributado em todos os prazos considerados aqui. Isso ocorre porque a isenção fiscal compensa a taxa menor. O ponto de equilíbrio entre LCI/LCA e CDB varia por prazo: acima de 720 dias, qualquer LCI acima de 85% do CDI já supera o CDB a 100% do CDI líquido.

O Tesouro Selic também é competitivo. Ele paga a taxa Selic cheia — ligeiramente acima do CDI —, com IR regressivo igual ao do CDB. No entanto, incide a taxa de custódia B3 de 0,20% ao ano — exceto para estoques de até R$ 10.000 por CPF, que são isentos de taxa de custódia. Portanto, para exatamente R$ 10.000, o Tesouro Selic não cobra custódia e compete diretamente com o CDB pós-fixado.

A poupança, por outro lado, perde para todas as alternativas no cenário atual. Com a Selic em 14,00% ao ano, a poupança rende 0,5% ao mês mais TR — equivalente a cerca de 6,17% ao ano se a TR for nula. Isso representa menos da metade do CDI. Em dois anos, a diferença entre poupança e CDB a 100% do CDI chega a cerca de R$ 1.255,63 para R$ 10.000 investidos.

Para quem busca liquidez diária, o CDB pós-fixado de banco digital costuma ser superior à poupança e competitivo com o Tesouro Selic. Para quem pode travar o capital por pelo menos seis meses, a LCI ou LCA isenta de IR tende a ser a melhor escolha líquida — desde que a taxa contratada supere o break-even correspondente ao prazo: 77,5% do CDI até 180 dias, 80% do CDI entre 181 e 360 dias, 82,5% entre 361 e 720 dias e 85% acima de 720 dias. As LCI e LCA permanecem isentas de IR para pessoa física.

Em resumo: não compare produtos apenas pela taxa bruta. Calcule sempre o rendimento líquido de IR e custódia para o prazo específico do seu objetivo.

Perguntas Frequentes

Qual é a diferença entre CDB e Tesouro Selic?

Ambos são investimentos pós-fixados que acompanham a Selic de perto, mas diferem em risco, cobertura e custos. O CDB é emitido por bancos, o que significa que você está exposto ao risco de crédito da instituição — embora o FGC cubra até R$ 250.000 por CPF por banco. Já o Tesouro Selic é emitido pelo governo federal, ou seja, tem risco soberano e não possui limite de cobertura.

Quanto aos custos: o CDB não cobra taxa de custódia. O Tesouro Selic, por outro lado, tem uma taxa de 0,20% ao ano cobrada pela B3, exceto para estoques de até R$ 10.000 por CPF, que são isentos de taxa de custódia. Como o CDI costuma ficar um pouco abaixo da meta Selic, um CDB a 100% do CDI e o Tesouro Selic tendem a entregar resultados muito próximos quando ambos estão dentro do limite de R$ 10.000 sem custódia. Portanto, se você busca segurança máxima, o Tesouro Selic é a escolha. Se aceita um risco moderado de crédito em troca de uma taxa potencialmente maior, um CDB de banco digital pode ser mais vantajoso.

Qual a melhor opção entre CDB, LCI/LCA e Tesouro Selic para R$ 10.000?

A melhor opção depende do seu prazo e objetivo. Para liquidez imediata, o CDB com liquidez diária de um banco digital costuma ser competitivo com o Tesouro Selic, especialmente por não ter taxa de custódia. Para prazos a partir de seis meses, a LCI ou LCA isenta de IR pode ser mais vantajosa, desde que a taxa supere o break-even da faixa de IR correspondente — 80% do CDI para resgates entre 181 e 360 dias, 82,5% entre 361 e 720 dias e 85% acima de 720 dias.

O Tesouro Selic é ideal para quem busca segurança máxima sem preocupação com cobertura de risco de crédito. Já o CDB oferece flexibilidade e potencial de taxas mais altas, especialmente em bancos menores. Lembre-se: a isenção de IR nas LCI/LCA para pessoa física continua valendo, o que reforça sua atratividade.

Resumo final

R$ 10.000 aplicados em um CDB a 100% do CDI rendem aproximadamente R$ 1.112,00 líquidos em um ano (considerando o CDI em 13,90% ao ano, constante). O IR regressivo varia de 22,5% (até 180 dias) a 15% (acima de 720 dias), incidindo sempre sobre o rendimento — nunca sobre o principal.

Uma LCI ou LCA a 90% do CDI supera o CDB a 100% do CDI líquido nos prazos analisados, graças à isenção de IR para pessoa física.

A poupança rende cerca de 6,17% ao ano com a Selic no patamar atual — menos da metade do CDI. O FGC cobre CDBs até R$ 250.000 por CPF por instituição, com um teto global de R$ 1.000.000 a cada quatro anos. Não se esqueça de declarar o CDB no IRPF: o saldo vai em “Bens e Direitos” e os rendimentos em “Tributação Exclusiva/Definitiva”, conforme o informe fornecido pelo banco. Por fim, negociar o percentual do CDI é tão importante quanto escolher o prazo certo — afinal, a diferença entre 95% e 110% pode representar cerca de R$ 700 em três anos sobre R$ 10.000 investidos.

Se você tem R$ 10.000 para investir e quer garantir que seu dinheiro renda o máximo possível, a escolha entre CDB, LCI/LCA e Tesouro Direto depende de vários fatores: prazo, liquidez necessária e taxa oferecida pelo mercado hoje. Calcular o rendimento líquido de IR é essencial — e muitos investidores acabam deixando dinheiro na mesa por não fazer essa conta. A Renova Invest pode ajudar você a comparar as opções disponíveis agora mesmo e escolher a que melhor se encaixa no seu plano. Fale com um assessor e evite perder oportunidades de um rendimento maior.

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CDI hoje
13,65% a.a.
  • Meta Selic13,75%
  • CDI 12 meses14,47%
  • CDI em 202611,23%
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Fonte: Banco Central · 20/10/2026
Dólar hoje
R$5,0270
  • Variação no dia0,00%
  • Dólar em 2026-8,20%
  • PTAX 21/10R$ 5,0277
Ver cotação e gráfico →
Fonte: Brapi e Banco Central · 21/10/2026 às 13h08

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