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Petrobras e o fim da paridade internacional de preços do petróleo; entenda

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Na última terça-feira (16), a Petrobras comunicou a decisão de dar um fim na paridade internacional de preços do petróleo e combustíveis derivados. É a política que alinha os preços locais aos internacionais que adotou-se durante o governo Michel Temer (MDB).

Pela atual regra, as oscilações externas impactavam diretamente e automaticamente no mercado interno. Agora, de acordo com a estatal, “os reajustes continuarão sendo feitos sem periodicidade definida, evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.

Essa “nova estratégia comercial” possui a premissa de tornar os preços mais competitivos através de duas referências do mercado: o custo alternativo do cliente, valor a priorizar na precificação, e também o valor marginal para a Petrobras.

A empresa explica que o custo alternativo do cliente “contempla as principais alternativas de suprimento, sejam fornecedores dos mesmos produtos ou de produtos substitutos”. Ao mesmo tempo que o valor marginal baseia-se no “custo de oportunidade dadas as diversas alternativas para a companhia dentre elas, produção, importação e exportação do referido produto e/ou dos petróleos utilizados no refino”.

Assim, a mudança possibilita mais flexibilidade para que a empresa possa praticar preços competitivos, aproveitando melhor das condições de produção e logística.

Além da própria disputa do mercado com atores que comercializam combustíveis no país, incluindo distribuidores assim como importadores.

Agentes de mercado possuem dúvidas se isso vai funcionar, uma vez que o petróleo é uma commodity que o preço varia conforme o mercado internacional. Entretanto um ponto que pode ser negativo é que o nosso país compra do exterior 30% do diesel que consome, e caso algum desalinhamento aconteça pode prejudicar a importação do produto.

Petrobras permite distribuição bilionária em dividendos

A Petrobras (PETR4) divulgou que seu conselho, em Assembleia Geral Ordinária (AGO), permitiu a distribuição bilionária de R$ 35,8 bilhões em dividendos sem que haja a retenção de valores para uma reserva estatutária. Antes disso, os acionistas da petroleira haviam aprovado a retenção de R$ 6,5 bilhões da segunda parcela dos dividendos referentes ao quarto trimestre de 2022.

Também foi aprovada a remuneração aos acionistas, relativa ao Exercício Social do ano passado, no valor de R$ 17,06202044 por ação em circulação, seja ordinária ou preferencial. Além disso, o valor inclui os pagamentos realizados ao longo de 2022 e o dividendo complementar será pago a partir do dia 19 de maio.

O comunicado inteirou que o dividendo complementar da Petrobras equivale a R$ 2,74573369 por ação em circulação. Isso considerando a atualização monetária pela taxa Selic até hoje, o que representa um acréscimo de R$ 0,11382822 por ação.

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