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Investir em ouro: tudo o que você precisa saber sobre o assunto!

Investir em ouro: tudo o que você precisa saber sobre o assunto!

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Você já pensou em investir em ouro? Um investimento que já foi muito popular entre os investidores no passado, o ouro tem voltado a chamar a atenção no mercado.

Neste cenário, é comum que muitas dúvidas surjam na cabeça dos investidores. Como investir em ouro? Essa opção vale a pena? Essas são algumas perguntas comuns quando se fala desse tema.

E você vai poder respondê-las depois de ler este artigo. Então confira este post e descubra se comprar ouro é ou não um bom negócio!

Ouro: um dos ativos financeiros mais seguros do mundo

A primeira coisa que você precisa saber quando o assunto é investir em ouro é o fato de que o ouro é um dos investimentos mais seguros que existem. Inclusive, é comum que o interesse por ele aumente em períodos de crise econômica mundial, como agora.

Até mesmo os governos de diversos países recorrem à compra de ouro em busca de estabilidade. Mas por que isso acontece?

Acompanhe algumas informações básicas sobre esse ativo financeiro a seguir!

Um pouco de história

Vamos começar do início. Você sabia que o ouro foi uma das primeiras “moedas” usadas em trocas financeiras?

Ele é utilizado desde a Antiguidade e por muito tempo serviu de base para determinar os preços nas negociações comerciais. Ao longo dos anos, seu valor também foi considerado referência para diversas moedas.

Até hoje, o ouro é um dos ativos financeiros mais estáveis do planeta. Algumas de suas características mais importantes é que ele é um material raro, homogêneo e fracionável.

Assim, mesmo com a substituição dos metais por papel-moeda, ele continua sendo uma boa opção de investimento.

A segurança do ouro

A principal vantagem de investir em ouro é evidenciada principalmente em momentos de crise econômica.

A explicação é que, em épocas críticas, a impressão de mais papel-moeda pelo Banco Central interfere bastante na economia. Como consequência, a inflação e a dívida pública se elevam.

Nesse cenário, a compra de ouro oferece segurança. Afinal, como se trata de um recurso com lastro, ele está mais protegido de mudanças inflacionárias.

Relevância do ouro nos dias atuais

Se o ouro costuma receber destaque em tempos de crise econômica, dá para entender por que isso está acontecendo atualmente, certo?

As incertezas em relação à economia, marcada por uma guerra comercial entre as duas maiores potências mundiais (EUA e China) têm deixado os investidores um tanto inseguros.

Bancos centrais de países como a China e a Rússia, inclusive, aumentaram seus investimentos em ouro, contribuindo para que ele se destaque ainda mais. E não é apenas a segurança que chama a atenção: o ativo também gera boas oportunidades de rendimento.

Em cenários como o atual, é comum que a taxa de juros caia e os lucros na renda variável também sofram oscilações. Assim, o ouro se beneficia desta situação e torna-se uma opção atrativa para compor as carteiras de investimentos.

O preço do ouro

Para investir em ouro é preciso acompanhar as flutuações no preço desse metal. Ele se comporta mais ou menos como uma moeda. Aliás, no Brasil, a cotação do ouro é influenciada diretamente pelo valor do Dólar.

O preço desse ativo financeiro vai depender, principalmente, da relação entre oferta e demanda, que sofre influência de diversos fatores.

Conheça a seguir os cinco maiores fatores que influenciam na precificação do ouro!

Economia

Como você já viu, os investimentos em ouro são mais buscados em épocas de instabilidade econômica. O que isso significa para o preço do ativo? Que o valor costuma subir nesses períodos, já que a demanda aumenta.

Ou seja, em cenários econômicos de retração ou crise, o preço do ouro geralmente fica maior. Isso depende não só do contexto nacional, mas também das relações internacionais.

Índice de inflação

A instabilidade da economia vem normalmente acompanhada de inflação. Portanto, esse é outro elemento que influencia diretamente no preço do ouro, já que ele é visto como um investimento que protege o dinheiro da inflação.

Cotação do Dólar

Existe uma tendência de o valor do ouro acompanhar a cotação do Dólar no Brasil. Assim, é muito comum que o preço do ouro em reais aumente quando a moeda americana aumenta de valor. Essa relação é observada, pelo menos, desde 2002 na economia brasileira.

Taxa de juros

Por fim, a taxa de juros é o quarto aspecto que interfere na precificação do ouro no país.

Isso porque ela tem relação direta com a demanda por esse investimento: em cenários com menor taxa de juros, opções ligadas a renda fixa perdem atratividade e os investidores buscam alternativas que melhorem o potencial de retorno de sua carteira como o ouro já que o custo de manter o metal fica bem baixo.

Questões ligadas ao metal

Outros aspectos que influenciam no preço do ouro estão diretamente relacionados à exploração e à venda do metal.

Por exemplo, alguns acontecimentos podem afetar a extração do ouro e torná-lo mais caro. Os fluxos de importação e exportação também afetam seu valor.

Quais as vantagens do investimento em ouro?

Agora você entende o que é investir em ouro e o que está por trás da variação de valor desse ativo.

Mas quais são as vantagens de optar por esse investimento? Já vimos que a segurança em períodos de instabilidade na economia do país e do mundo é uma delas.

Outra vantagem do investimento em ouro é a alta demanda. Como ele é um material escasso, há frequentemente pessoas buscando comprá-lo. Assim, você conta com esse benefício ao escolher fazer esse investimento.

A oportunidade de obter bons rendimentos é outra vantagem do ouro. A depender do cenário, ele oferece ótimas perspectivas de ganho e valorização.

Assim, é uma ideia interessante para quem busca diversificar a carteira e aproveitar o melhor de vários investimentos.

Quais são os riscos de investir em ouro?

Se você tem interesse em fazer investimentos na commodity metálica, no entanto, vale a pena saber que também existem riscos ao fazer aportes em ouro.

Como você deve saber, qualquer investimento pressupõe algum risco, mesmo que baixo. No caso do ouro, trata-se de um ativo para perfis sofisticados, pois seu grau de risco é semelhante ao das ações.

Isso se deve às oscilações do mercado financeiro. Afinal, um ativo cuja relação de oferta e demanda sofre variação de acordo com a economia passará por algumas oscilações, certo?

Com isso, um dos maiores riscos desse investimento é o da desvalorização de seu preço.

De modo geral, é mais seguro investir em ouro focando no longo prazo. A justificativa é que, no curo prazo, esse ativo enfrenta muita volatilidade.

É possível conseguir resultados satisfatórios em pouco tempo, mas isso demanda muito conhecimento e poder de decisão. Portanto, se o seu foco é investir para o longo prazo, o investimento em ouro pode fazer mais sentido.

É importante destacar também que, quem compra o ouro físico e escolhe guardá-lo em casa, se vê diante de mais alguns riscos –  como o perigo de ter seu patrimônio roubado. Além disso, a liquidez é menor e existem taxas extras na avaliação da qualidade do ouro posteriormente.

Quais os custos para investir em ouro?

Além do preço do ativo, o investidor tem alguns custos na hora de investir nessa alternativa por meio do mercado financeiro. Um deles é a taxa de corretagem, referente aos valores cobrados pelas instituições financeiras para realizar a transação. Isso varia de acordo com cada banco ou corretora.

Outra taxa relacionada ao investimento em ouro é a custódia. Ela é cobrada pela Bolsa de Valores e repassada para a instituição responsável por essa custódia.

Uma outra cobrança que merece a atenção dos investidores é a do imposto. O investimento em ouro é isento de Imposto de Renda, desde que esteja em um limite de R$ 20.000,00 de venda por mês.

Caso você faça a venda dos seus ativos em ouro e eles ultrapassem esse valor, a alíquota de IR será de 15% sobre a quantia.

Como investir em ouro?

Você já conhece os riscos dos investimentos em ouro e os tributos que podem incidir sobre estas aplicações. Mas, afinal, como investir em ouro, na prática? Quais as alternativas disponíveis?

Se o seu objetivo é começar a investir em ouro precisa saber que existem várias formas de se fazer isso. Acompanhe os detalhes de cada uma delas a seguir para decidir qual é a melhor opção para você.

Contratos futuros

O investimento em ouro via contratos futuros acontece na bolsa de valores, na B3. Logo, o primeiro passo para realizar a compra é ter uma conta em uma instituição financeira que dê acesso a essa opção de investimento.

O ouro negociado dessa forma tem qualidade garantida. Ele tem 24k, ou seja, apresenta 999 partes de ouro para cada 1.000 do metal. Os contratos cheios correspondem a 250g de ouro, mas também há contratos fracionários – de 0,225g ou 10g.

A compra é realizada de forma online e o investidor também pode utilizar a mesma plataforma para negociar a venda dos ativos. As transações funcionam de maneira semelhante aos investimentos em ações.

Fundos de investimento

Outra opção para investir em ouro são os fundos de investimentos. Existem fundos próprios para ouro e esse ativo também se faz presente em alguns fundos multimercados. Assim, o investidor conta com essas duas opções para compor sua carteira.

Adquirir cotas de fundos de investimentos é uma maneira mais acessível de investir em ouro, uma vez que mesmo o mercado fracionário pode ser caro para alguns investidores. Com isso, os fundos se tornam atrativos por permitir investimentos iniciais menores.

Os fundos de investimentos em ouro podem funcionar de duas maneiras principais: passiva – na qual o gestor compra o ouro e acompanha a variação – e ativa, quando o gestor compra e vende visando obter lucro com as variações do mercado.

A plataforma do BTG Pactual oferece dois fundos ligados ao ouro:

1. BTG PACTUAL OURO FI Multimercado para perfil MODERADO, com aplicação inicial mínima de R$ 500,00 e taxa de administração de apenas 0,10% a.a. (https://www.btgpactualdigital.com/fundos-de-investimento/btg-pactual-ouro-fi-mult);

2. ORAMA OURO FIM para perfil SOFISTICADO, com aplicação inicial mínima de R$ 1.000,00 e taxa de administração de apenas 0,60% a.a.

Ouro físico

Quem prefere guardar o ouro em barras em vez de realizar transações no mercado também pode fazer isso a partir da compra de ouro físico, mas esse é um processo que requer mais trabalho.

Primeiro, é preciso encontrar uma instituição financeira que venda o produto ou negociar com uma distribuidora. Depois da compra, o investidor deve ter um banco custodiante onde possa guardar o ativo. Caso queira, ele pode optar por guardar o bem em casa.

Além do maior trabalho, o risco de perdas ao guardar o ouro físico em casa ou em instituições com menor segurança também é maior. É preciso considerar, ainda, a dificuldade de liquidez quando se faz essa escolha.

Joias

Por fim, mais uma forma de investir em ouro é adquirindo joias. Elas podem funcionar de maneira semelhante aos produtos financeiros.

Isto é, você pode comprá-las como forma de acumular patrimônio ou pode negociar a compra e venda para obter lucro com a variação de preço.

Entretanto, uma desvantagem relevante é que nem sempre o ouro usado na confecção das joias é da mesma qualidade do ouro negociado no mercado. Em muitos casos, o material tem apenas 18k.

Também é importante considerar a dificuldade para negociar as joias, fazendo com que elas não sejam uma das melhores opções de investimentos para a maioria dos investidores.

Quando fazer investimentos em ouro?

O momento mais interessante para comprar ouro depende dos seus objetivos no investimento. Por um lado, adquirir o ativo em períodos de instabilidade econômica é uma boa opção para buscar a segurança do seu patrimônio diante da inflação e de outras dificuldades.

Assim, épocas com alta inflação, baixa taxas de juros ou desvalorização do Dólar no mercado internacional podem indicar boas oportunidades nesse sentido.

Por outro lado, quem deseja obter rendimentos com a valorização do ouro pode considerar mais interessante seguir no caminho contrário. Ou seja, adquirir esse ativo financeiro em momentos de estabilidade econômica, quando o preço dele costuma estar mais baixo.

Dessa forma, o investidor pode vendê-lo quando a demanda aumentar e o valor de venda se tornar maior. A compra em períodos de estabilidade também é indicada para quem pensa nesse investimento para o longo prazo.

Afinal, investir em ouro é um bom negócio?

A depender do seu perfil de investidor e dos seus objetivos financeiros, investir em ouro pode sim ser uma boa alternativa. Entre os principais motivos para isso podemos citar a importância da diversificação na carteira e da alocação de investimentos de longo prazo.

Logo, se um de seus focos é acumular e proteger seu patrimônio, o investimento em ouro pode valer a pena. Compondo sua carteira com ele, você corre menos riscos em períodos de instabilidade, além de ter oportunidades de rendimentos diferenciados ao longo do tempo.

O mais importante é sempre considerar suas preferências e analisar com cuidado todas as informações que demos. Ao fazer isso, fica fácil descobrir se investir em ouro é um bom negócio para você e conquistar resultados positivos!

Quer nossa ajuda para encontrar as melhores oportunidades de investimento em ouro? Então clique aqui e entre em contato conosco!

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