Oi aparece na carteira Top Picks de agosto da BTG

Oi aparece na carteira Top Picks de agosto da BTG

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Se você é um investidor, iniciante ou experiente, as melhores oportunidades do mercado podem ser encontradas na carteira mensal Top Picks da BTG.

O processo de seleção dos ativos é realizado pelo time de estrategistas do Research do Banco BTG Pactual. Isto é, com base em uma análise conjunta ao time de analistas, sem considerar necessariamente índices de referência ou liquidez.

Depois de figurar na carteira de Small caps por alguns meses, a empresa de telefonia Oi foi elevada ao grau de maior de credibilidade entre os credores. O que a incluiu entre as dez ações mais promissoras do mês de agosto para analistas do BTG.  O objetivo do portfólio é capturar as dez melhores oportunidades e desempenho do mercado de ações.

Segundo analistas, um dos fatores que pesou na decisão de incluir a corporação foi o avanço da sua reestruturação. Com a venda de ativos móveis, a Oi vai arrecadar o recurso necessário para investir na implantação de uma rede nacional de fibra ótica para casa, enquanto detém a alavancagem da empresa.

Outo motivo para aparecer entre as dez ações com melhor performance e melhores oportunidades para o BTG foram as ofertas recebidas até o momento. O que demonstra interesse de grandes empresários no negócio.

Portanto, com a transação, a Oi estaria operando um negócio de ponta que deve valer, pelo menos, 4 bilhões, com atuação em várias frentes como telefonia fixa, banda larga, TV por assinatura, estrutura de cobre.

Pegando carona no plano de reestruturação da Oi está a TIM que aparece como uma das principais empresas do ramo interessadas no espólio. Ela, junto com a Claro e Vivo, ofereceu 16,5 bilhões para comprar os ativos móveis da Oi. Se a oferta for a vencedora, a empresa se torna a maior corporação do setor no mercado brasileiro.

Portfólio continua diversificado

Com apenas uma mudança bem calculada, a carteira do BTG permanece diversificada, com a presença de empresas dos mais variados setores econômicos. É o caso, por exemplo, da Vale, gigante do minério que já está há alguns meses na carteira.

Isso porque, ao contrário do que aconselha o mercado de que comprar ativos e commodities em períodos de recessão não seja a melhor escolha, a corporação segue mantendo uma estabilidade em relação ao retorno financeiro. Ancorado especialmente pela demanda de minério de ferro à China, que permanece forte.

Por isso, apesar de algumas interrupções nas ofertas e uma perspectiva de queda nos preços e médio prazo, estima-se que o fluxo de caixa da empresa chegue a US$ 17 bilhões somente este ano. Desse modo,, resultaria em um aumento do rendimento em 15% no fluxo de caixa.

Oi na carteira top picks

TOTVS e Petrobrás se mostram resilientes

Com vendas dependentes diretamente da situação do mercado, a TOTVS tem sentido na pele a desaceleração do mercado e as demissões decorrentes dela. E da mesma maneira que ocorreu em outros momentos de recessão, as linhas de receitas não recorrentes estão expostas a riscos consideráveis, à medida que seus clientes fecham as portas.

Mas há um ponto positivo na corporação, a atuação em diferentes setores e localidades amplia a capacidade de recuperação rápida. E esse é o motivo pelo qual ela permanece no portfólio.

A Petrobrás, por sua vez, também sente o momento de recessão. Mas a sua grandiosidade e o foco de projetos no alto retorno do pré-sal, a colocam em um patamar elevado a longo prazo. Enquanto isso, seus ativos estão bem sustentados pelo setor de Exploração e Produção de alto nível dá empresa que tem se segurado bem nesse momento, apesar da volatilidade do produto durante a pandemia.

Completam a carteira a JBS, principal empresa de alimentos do país, tem se saído bem com investidores. Mesmo após o surto da peste supina africana, ela apresenta visibilidade de receita e lucros em outros lugares, a CCR que, mesmo com baixa visibilidade, apresenta uma recuperação gradual no setor e possibilidades reais de novos negócios a longo prazo, mesma situação da Cyrela no ramo de imóveis, as lojas Americanas e a B3, empresa do mercado de capitais.

oi na carteira

Momento mais estável

Mesmo com a perspectiva de uma baixa valorização da Ibovespa, ela segue reagindo a passos lentos, crescendo 62% se comparado com meado de março. É o quarto mês de alta da bolsa.

De acordo com analista, a previsão é que haja um potencial de valorização de 14%, quando considerada a taxa de juros de 3%, inflação de 2,5%, um crescimento real do PIB de 2% e um P/L de 17,6x. Mas por enquanto estamos chegando a 3% de valorização com os números que se tem hoje.

Ainda assim, o mercado segue esperançoso em razão da maior estabilidade política e da retomada dos debates de reformas estruturais por parte do Congresso nacional. Descartada a preocupação com o impeachment do presidente, o momento é de retomada, apesar da continuidade da pandemia que, segundo especialistas, chegou no platô, local de onde ainda não conseguiu sair.

Considerações Finais

A montagem da carteira recomendada e sua análise foram feitas pela equipe de research do BTG. Além disso, o relatório completo você pode fazer o download clicando aqui Reforçamos que não se trata de uma recomendação da Renova Invest. A Carteira foi montada pela equipe de research do BTG e o relatório completo foi assinado pelos analistas do BTG

Entre em contato para conversarmos a respeito de novas oportunidades de investimento compatíveis com o seu perfil e momento de vida. Periodicamente é saudável rever as posições de sua carteira e analisar se os ativos atuais ainda fazem sentido dentro de sua estratégia.

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