Confira a carteira Top Picks de setembro da BTG

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Se você é um investidor, iniciante ou experiente, as melhores oportunidades do mercado podem ser encontradas na carteira mensal 10SIM, ou Top Picks da BTG.

O processo de seleção dos ativos é realizado pelo time de estrategistas do Research do Banco BTG Pactual. Isto é, com base em uma análise conjunta ao time de analistas, sem considerar necessariamente índices de referência ou liquidez.

Neste mês de setembro, comparativamente à última carteira, foi apenas adicionada  a Duratex ao 10SIM, pois a empresa se beneficia de um forte mercado de construção (novas residências, pequenas obras e reformas).

No momento, está operando próximo à capacidade total em algumas de suas linhas de produção, indicando um forte 2S20.

Para abrir espaço para a Duratex, foi retirada da carteira fabricante de softwares Totvs, depois de a ação ter performado bem nos últimos meses. Um grande mês para as empresas de telecomunicação.

Mantendo exposição aos exportadores, os analistas optaram por manter exposição ao setor de telecomunicações por meio da TIM e da Oi, pois espera-se que a assembleia geral de credores desta última aconteça em setembro, dando visibilidade à venda de algumas de suas operações.

Também se manteve a exposição aos exportadores por meio da produtora de minério de ferro Vale (3,5x EV/EBITDA) e da produtora de carne bovina JBS (19% de rendimento FCF).

Petrobras, CCR, LAME, Cyrela & B3 completam o 10SIM Petrobras (desalavancagem/melhor alocação de capital), CCR (pipeline robusto de novos projetos de concessão), Cyrela (forte recuperação do setor habitacional), LAME (varejista resiliente/player de e-commerce), e B3 (fluxos fortes/boom do mercado de capitais) completam o portfólio.

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Crescentes preocupações com a situação fiscal do Brasil

As crescentes preocupações com a situação fiscal do país acabaram empurrando o Ibovespa para o vermelho em agosto. Com as taxas reais de longo prazo nos níveis atuais, e mesmo após a recente liquidação da bolsa, vê-se um baixo potencial de valorização sob uma ótica fundamentalista.

Apesar disso,  não houve nenhuma deterioração no ambiente político do governo (o índice de aprovação do presidente chegou ao nível mais alto de todos os tempos) ou nas perspectivas econômicas do Brasil (aliás, mais uma vez melhoramos nossa projeção de PIB para 2020 e agora modelamos para um declínio de 5% a/a vs. -7% alguns meses atrás). Até mesmo a situação da saúde pública melhorou marginalmente (dedicamos uma sessão em outra parte deste relatório à evolução da pandemia no Brasil)

Se o governo e o Congresso avançarem com a agenda de reformas do Brasil e indicarem que estão dispostos a trabalhar na consolidação fiscal, as taxas reais de longo prazo podem cair, abrindo caminho para o Ibovespa voltar a subir. No entanto, em nossa opinião, será um desafio avançar com as medidas de austeridade no curto prazo, especialmente antes das eleições municipais de novembro.

No Brasil, a maioria dos dados indica que a pandemia finalmente começa a dar sinais de desaceleração. Tanto a média móvel de 7 dias de infecções diárias  e a média do número de mortes diárias diminuiu (para 869 contra 985 na semana passada). Com vários estados começando a reabrir, no entanto, não podemos descartar os riscos de uma segunda onda.

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O mercado de capitais está em alta

Depois de ficarem paradas nos primeiros meses da pandemia, as empresas voltaram a buscar capital no mercado. Só no mês de julho foram realizadas 9 operações (3 IPOs + 6 Follow-ons), tornando-se o mês com o maior número de ofertas desde 2008. Com essas ofertas, as empresas conseguiram captar R$ 3,5 bilhões com IPOs e R$ 12,8 bilhões com Follow-ons. Do total de R$ 16,3 bilhões arrecadados em julho, 92% vieram de ofertas primárias.

Ao contrário da tendência dos últimos anos, os estrangeiros deixaram de ser os principais investidores, uma vez que os investidores institucionais e Pessoa Física estão constantemente aumentando suas participações nas negociações no mercado de capitais. Com a normalização do mercado após meses de quarentena, vemos essa tendência continuar.

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Considerações Finais

Em agosto, nossa Carteira Recomendada de Ações teve uma performance de -3,56%, contra -3,44% do Ibovespa e -3,42% do IBRX-50. Desde outubro de 2009, quando o nosso head global de análise e estratégia, Carlos Sequeira, assumiu a gestão da Carteira, a rentabilidade acumulada é de 225,8%, ante 61,5% do Ibovespa e 89,6% do IBX-50.

A montagem da carteira Top Picks e sua análise foram feitas pela equipe de research do BTG. Além disso, o relatório completo você pode fazer o download clicando aqui Reforçamos que não se trata de uma recomendação da Renova Invest. A Carteira foi montada pela equipe de research do BTG e o relatório completo foi assinado pelos analistas do BTG

Entre em contato para conversarmos a respeito de novas oportunidades de investimento compatíveis com o seu perfil e momento de vida. Periodicamente é saudável rever as posições de sua carteira e analisar se os ativos atuais ainda fazem sentido dentro de sua estratégia.

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